quinta-feira, 23 de maio de 2013

Como ser engraçado e original!!!

Tem pessoas que usam a internet para desafogar suas angústias e frustrações, ao contrário do jovem abaixo, que resolveu pregar uma peça em sua Mãe. SENSACIONAL!!!

terça-feira, 21 de maio de 2013

Lideranças classificam declarações de Barbosa como desrespeitosas

 

Em mais uma demonstração de arrogância e de desrespeito às instituições, o ministro Joaquim Barbosa — presidente do Supremo Tribunal Federal — afirmou nesta segunda-feira (20) que os partidos políticos no Brasil são de "mentirinha" e que o Congresso Nacional é "ineficiente" e "inteiramente dominado pelo Poder Executivo".


As declarações foram feitas durante uma palestra proferida no Instituto de Educação Superior de Brasília (Iesb), instituição da qual é professor. "Nós temos partidos de mentirinha. Nós não nos identificamos com os partidos que nos representam no Congresso, a não ser em casos excepcionais. Eu diria que o grosso dos brasileiros não vê consistência ideológica e programática em nenhum dos partidos. E tampouco seus partidos e os seus líderes partidários têm interesse em ter consistência programática ou ideológica", disse ao responder a pergunta de um aluno sobre a suposta interferência do Judiciário em assuntos do Legislativo.


As reações contrárias às declarações de Barbosa foram imediatas. O presidente em exercício da Câmara dos Deputados, André Vargas (PT-PR), classificou como “lamentáveis” e “desairosas” as declarações do presidente STF. Ele criticou Barbosa que, segundo ele, tem desrespeitado as instituições.

“O que ele [Joaquim Barbosa] vem fazendo ultimamente é apostar na crise entre os Poderes. Ele é o fator de crise. Nós podemos dizer que hoje se há uma crise entre o Legislativo e o Judiciário este fator se chama Joaquim Barbosa que não pode se comportar como tutor da sociedade e nem como censor do Congresso Nacional”, disse.

O presidente em exercício da Câmara disse que Barbosa “não se dá o respeito” e “não está à altura” do cargo de presidente do Poder Judiciário. Ele lembrou que o presidente do STF recentemente destratou presidentes de associações de classe da magistratura, após ter considerado formação de ‘lobby’ pela aprovação no Congresso de emendas constitucionais para a criação de tribunais regionais.

“Não são as primeiras [declarações] lamentáveis que ele dá. Já fez isso com representantes do Judiciário, já fez isso com integrantes do próprio Congresso Nacional em alguns momentos. Isso não está a altura do representante de um Poder como o Supremo Tribunal Federal, que deveria apostar na relação harmônica e colaborativa entre os Poderes e não como o militante de uma causa ou como alguém que se manifesta com paixão ou até com desdém em relação a outro Poder. Então, lamentamos muito. Isso não tem nada a ver como STF, apenas com o presidente do Supremo, que não está a altura do cargo que ocupa no momento”, disse o presidente em exercício da Câmara.

Por fim, André Vargas lembrou que os deputados e senadores são eleitos pelo voto popular e acusou Barbosa de “não ter apreço pela democracia”. Ele defendeu a atuação dos parlamentares e disse que “se o Brasil vai bem é porque o Congresso Nacional vota bem”, se referindo à solidez com que o país tem passado pela crise econômica internacional.

O presidente da Câmara, Henrique Eduardo Alves (PMDB-RN), que está em viagem aos Estados Unidos, divulgou nota, por meio de sua assessoria de imprensa, lamentando as declarações de Joaquim Barbosa.

“Uma desrespeitosa declaração como essa não contribui para a harmonia constitucional que temos o dever supremo de observar”, disse Henrique Alves. “E, com a responsabilidade e maturidade que tenho, não quero nem devo tensionar o relacionamento entre os Poderes. O Parlamento e os partidos políticos, sustentáculos maiores da democracia brasileira, e todos os seus integrantes, sem exceção, legitimados pelo voto popular, continuarão a exercer o pluralismo de pensamentos, palavras e ações em favor do Brasil mais justo e democrático. Tenho consciência que esse é o verdadeiro sentimento do Poder Judiciário, do Poder Executivo e do Poder Legislativo”, concluiu.

Crise entre os Poderes

As críticas ao Legislativo continuaram ao longo da palestra, quando Barbosa voltou a falar sobre os problemas do Congresso. "O problema crucial brasileiro, a debilidade mais grave do Congresso brasileiro, é que ele é inteiramente dominado pelo Poder Executivo", afirmou. "O Congresso não foi criado para única e exclusivamente deliberar sobre o Poder Executivo. Cabe a ele a iniciativa da lei”, afirmou Barbosa.

Mais tarde, o presidente do STF divulgou nota na qual diz que não teve a intenção de criticar ou fazer juízo de valor a respeito da atuação do Legislativo e de seus integrantes. No documento, o ministro alega que estava fazendo um “exercício intelectual em um ambiente acadêmico”.

A crise entre os Poderes Legislativo e Judiciário se arrasta há meses com diversos episódios de troca de acusações. Recentemente a Comissão de Constituição e Justiça da Câmara chegou a aprovar uma proposta de emenda à Constituição que submetia ao Congresso Nacional as súmulas vinculantes e decisões do Supremo que considerassem leis inconstitucionais.

quinta-feira, 16 de maio de 2013

Mantega mostrou satisfação

Economia cresce 1,05% no 1º trimestre 

 

O ministro da Fazenda, Guido Mantega, mostrou satisfação com crescimento de 1,05% da atividade econômica do país no primeiro trimestre deste ano, na comparação com os últimos três meses de 2012. Os dados são do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado nesta quinta-feira (16).

 

Perguntado sobre o resultado por jornalistas que acompanham a área de economia, Mantega disse, sorridente, ao chegar ao Ministério da Fazenda: “Muito bom”

Perguntado sobre o resultado por jornalistas que acompanham a área de economia, Mantega disse, sorridente, ao chegar ao Ministério da Fazenda: “Muito bom”. O ministro tem evitado fazer projeções sobre o crescimento econômico do país.

Economia cresce 1,05% no primeiro trimestre

A atividade econômica apresentou crescimento de 1,05%, no primeiro trimestre deste ano, na comparação com os últimos três meses de 2012. Os dados são do Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) dessazonalizado (ajustado para o período), divulgado nesta quinta-feira (16).

Em março, o IBC-Br apresentou expansão de 0,72% na comparação com fevereiro (indicador ajustado para o período). O crescimento veio depois da queda de 0,36% registrada em fevereiro em relação a janeiro, segundo os dados revisados. Em janeiro comparado a dezembro, houve crescimento de 1,05%.

Na comparação com março de 2012, o crescimento do terceiro mês do ano ficou em 1,16% (sem ajustes). No ano, o IBC-Br cresceu 1,79% e em 12 meses, 0,91% (sem ajustes).

O IBC-Br é uma forma de avaliar e antecipar a evolução da atividade econômica brasileira. O índice incorpora informações sobre o nível da atividade dos três setores da economia: indústria, comércio e serviços e agropecuária.

O acompanhamento do indicador é considerado importante pelo BC para que haja maior compreensão da atividade econômica. Essa avaliação também contribui para as decisões do Comitê de Política Monetária (Copom), responsável por definir a taxa básica de juros, a Selic.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A turma do tomate | Direto da Redação - 11 anos

A turma do tomate



Nada mais perverso na política do que a colocação de particulares interesses partidários acima daqueles que convêm à nação como um todo. Isso acontece em quase todos os lugares do mundo e revela o grau de comprometimento social de cada segmento que atua politicamente. A direita, por ser elitista por natureza, tem essa postura no seu DNA, mas a esquerda também dá as suas escorregadelas. De qualquer forma, esse comportamento é, seguramente, um desserviço à cidadania.

Nos últimos tempos, temos assistido a uma parafernália de artigos, manchetes, colunas e pronunciamentos que dão conta de que o país estaria em vias de entrar em um perigoso e significativo processo inflacionário. Compara-se, desonestamente, a situação presente a uma realidade de muitos anos atrás, semeando a ideia de uma inflação descontrolada que estaria em vias de mergulhar o país no desastre.

Enxergando na volta da inflação um provável enfraquecimento do Governo, a chegada desse espectro é saudada com indisfarçável júbilo pelos opositores e, é claro, amplificada pela mídia que os representa acintosamente. Ou seja: importa muito menos a estabilidade da economia, a satisfação das pessoas, a tranquilidade social, e muito mais a derrubada do Governo.

Se alguém quiser argumentar que é assim mesmo e, que, às vezes, determinados fins justificam meios menos honestos de “persuasão”, a aceitação dessa premissa nos dará o direito de acreditar que se podem, então, fabricar fatos, provocar desconfianças, manipular dados... E , por que não?, comprar votos de parlamentares corruptos para permitir a votação de medidas de alcance social... Adicionalmente, nos conferirá a obrigação de tentar enxergar, nas entrelinhas, os propósitos escondidos de cada informação.

O caso do tomate é emblemático. Colocou-se em destaque a elevação de preços do produto como símbolo de um processo inflacionário em curso, deixando de lado as razões sazonais específicas que geraram essa situação. Sei que tucanos, corvos e urubus comem tomate. Deve ser por isso que o tomate virou um ícone da oposição. Pouquíssimos esclarecimentos sobre as causas da elevação do seu preço, muitíssimas reportagens e fotos nos mercados e feiras a mostrar valores estratosféricos a que chegou um quilo do vilão vermelho. Mas, como era uma falácia, não resistiu. E o tomate, depois dos 15 minutos de fama, vai sumindo do noticiário...

Essa turma – que acredita fielmente na lei da oferta e da procura, um dos fundamentos pérfidos do capitalismo – não usou o seu poder de comunicação para, por exemplo, conclamar as pessoas a não comprarem o tomate e a, pelo menos temporariamente, substituírem-no na mesa, o que, certamente, não constituiria nenhuma catástrofe.

Da mídia da oposição não se espera outra coisa. Dos partidos de oposição , essa atitude é vista como normal. Que se dane o país, que exploda a nação, o que importa é o poder: “Nós é que queremos administrar o preço do tomate”...
A surpresa, se é que existe isso na política, vem dos segmentos que se dizem aliados governamentais, que cresceram nos últimos anos muito mais porque foram apoiados pelo Governo Federal do que por terem apoiado Lula e Dilma, e que, agora, mordidos pela mosca azul do poder, vislumbram a oportunidade - ou será o oportunismo ? - de sair do barco, antes ajudando a provocar as ondas de instabilidade.

Sobre a estratégia do Governador de Pernambuco, por exemplo, e do grupo que alicerça sua candidatura ao Planalto, fala-se claramente na expectativa – ou será melhor dizer, na torcida – por uma deterioração econômica que, provocando insatisfação , leve à derrocada do poder e das atuais políticas. Ele pretende, pelo visto, repetir o caminho de Marina Silva – agora tentando pegar na Rede todos os peixes possíveis, os de direita e os de esquerda. Não ouso dizer que se trate de candidaturas direitistas, mas, políticos experientes que são, é óbvio que os dois devem estar percebendo – e gostando – do assanhamento com que a mídia demotucana nacional vem tratando as suas supostas candidaturas. Nenhum dos dois repudia esse “apoio”, nenhum dos dois denuncia os tucanos como opositores, os dois flertam com a direita em nome de um projeto de poder. Nesse quesito, não se diferenciam em nada de nenhuma das alianças que parecem criticar no âmbito do Governo Federal.

Não é a hora, ainda, de compararmos as candidaturas que já se apresentam, inclusive a da própria Presidenta. A rigor, não era a hora nem de se apresentarem candidaturas. Mas o que os brasileiros devem fazer é ficar bem atentos à distinção entre aqueles que estão empenhados em dar continuidade às ações sociais que mudaram a cara do país e aqueles que pretendem vender a ideia do caos e/ou vê-lo instaurado entre nós , obcecados que estão em destruir o que foi feito – e que eu ainda acho muito pouco - , em troca da conquista do poder, mesmo que à custa de escancaradas traições...

É esperar para ver como o processo todo se vai desenrolar. Há umas fumaças de golpe no ar, só não as enxerga quem não quer... Não um golpe militar, escancarado, mas subliminar , fruto do conluio de membros do Legislativo e do Judiciário, sempre com as trombetas da mídia hegemônica. Eu acho que já está mais do que na hora de rever-se essa postura política que coloca a governabilidade como dependente de alianças sem compromisso ideológico.
A verdadeira garantia de governabilidade é a do povo nas ruas, exigindo a manutenção de suas conquistas. E os tomates? Ora, esses podem continuar a ser administrados pelos “tomatófilos” de plantão...

"Há uma justa medida em todas coisas; existem certos limites"

Fatima Oliveira

 

A advertência do romano Horácio contra os excessos


 "Est modus in rebus, sunt certi denique fines" é frase do poeta romano Horácio (65 a.C.-8 a.C.) "em que ele adverte contra os excessos e recomenda a moderação. Literalmente: Há uma justa medida (modus) em todas as coisas (rebus); existem, afinal, certos limites (Livro I, Sátira 1). É usada principalmente em tom de advertência, quando queremos sugerir que alguma coisa está passando do tolerável" (professor Cláudio Moreno).

Citando Horácio, tento responder a questionamentos sobre o que escrevi ultimamente, a exemplo de "Marco Feliciano tira sarro da cara de todo mundo porque pode" (O TEMPO, 2.4.2013); "Interdição racista: banheiros luxuosos não são para negros" (O TEMPO, 23.4.2013); e "O secularismo e o laicismo contra a intolerância religiosa" (O TEMPO, 30.4.2013).

A frase também dá conta de se imiscuir no debate político em curso sobre a sucessão presidencial, que, daqui da minha esquina da vida, tem muito de tintura surreal, mas é uma boa diversão. Cito Horácio como um chamado ao livre pensar, valendo para governistas e oposicionistas, mesmo sabendo que, chamados à sensatez, muito provavelmente cairão no vazio, quando os contendores de uma peleja não se importam de fatigar a plateia. E eu sou plateia, embora tenha lado definido.

Mas a frase de Horácio é uma panaceia, pois também vale para a plateia, sobretudo aquela que tem voz nas chamadas redes sociais e que, às vezes, se faz de surda, abrindo mão de usar seus neurônios e adotando como regra do viver a carneirice - o mesmo que "sheeple", do inglês sheep (ovelha) + people (pessoas) -, conforme a sabedoria popular que diz que o hábito de um rebanho de ovelhas de seguir umas às outras pode levar o rebanho a cair no precipício. Pontuo que carneirice política tem muito de fanatismo.

E a carneirice, seja de direita ou de esquerda, dá dó, pois é de uma previsibilidade e mesmice que não servem ao debate, nem à ampliação da compreensão política nem à luta de ideias, apenas causa enorme fadiga! E fadiga em política, todo mundo sabe, embora a maioria não aprenda a tirar lições, é caminho seguro para a perda de votos.

Sabe-se que voto que se volatiliza solidifica discursos amorfos, aventureiros, personalistas e messiânicos de matiz e da matriz "salvadora da pátria", pedra já cantada no primeiro turno das eleições presidenciais de 2010, como registrei em "A pequena burguesia viajou na onda da alta burguesia" (O TEMPO, 19.10.2010): "Na reta final da campanha, todas as frações da alta burguesia se mobilizaram, coesas, para incensar Marina para garantir Serra no segundo turno!

E se valeram de outro regato para jogar água no moinho da luta de classes: o fervor religioso fundamentalista, que deu voto verde fundamentalista. Usemos de franqueza: a façanha de Marina é trágica. No fundo, e de cálculo pensado, serviu de escada para o conservadorismo e ainda canta vitória!". E pior: acha, candidamente, que possui um curral eleitoral de quase 20 milhões de votos!

Destaco que escada, em política, se constrói. Não é à toa o empenho do PSDB em materializar a escada Eduardo Campos e a escada Marina. E contra as escadas, só há um caminho: a elevação da consciência política e sua decorrência direta, o pensamento crítico, sobretudo dos milhões que ascenderam à classe média nos últimos dez anos. Ainda há tempo, pois é temerário "esquecer-se dos milhões de recém-chegados à classe média (pequena burguesia), que, nela instalados, tendem a adotar valores políticos e morais da classe a que chegaram".

domingo, 5 de maio de 2013

Esgoto


Lula abre o jogo pela 1ª vez e explica ‘silêncio’ sobre mensalão


Postado em: 4 mai 2013 às 18:52

Ex-presidente Lula, após uma década, explica o porquê do silêncio sobre o ‘mensalão’ e faz um balanço inédito dos seus anos de governo e do cenário político brasileiro

Trechos de uma longa entrevista do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao sociólogo Emir Sader, transformada em livro a ser lançado ainda este mês, vazaram neste sábado para a mídia alternativa e revelam o porquê de o líder mais influente do Partido dos Trabalhadores manter silêncio sobre o escândalo do ‘mensalão’, quebrado apenas no diálogo com o intelectual carioca. Tratou-se de uma estratégia para seguir adiante, apesar do pesado ataque da mídia conservadora, ao longo da última década.
– Tentaram usar o episódio do mensalão para acabar com o PT e, obviamente, acabar com o meu governo. Na época, tinha gente que dizia: “O PT morreu, o PT acabou”. Passaram-se seis anos e quem acabou foram eles. O DEM nem sei se existe mais. O PSDB está tentando ressuscitar o jovem Fernando Henrique Cardoso porque não criou lideranças, não promoveu lideranças. Isso deve aumentar a bronca que eles têm da gente – que, aliás, não é recíproca – ressalta.

Na entrevista, reproduzida no livro Governos Pós-Liberais no Brasil: Lula e Dilma, a ser lançado no próximo dia 18, o ex-presidente também reafirma a necessidade de uma constituinte, para levar a cabo a reforma política essencial para a consolidação da democracia no país. Segundo afirmou a Emir Sader, “a eleição está ficando uma coisa muito complicada pro Brasil”.

– Eu tentei, quando presidente, falar de uma Constituinte exclusiva, que é o caminho: eleger pessoas que só vão fazer a reforma política, que vão lá (para o Congresso), mudam o jogo e depois vão embora. E daí se convocam eleições para o Congresso. O que não dá é pra continuar assim. Às vezes tenho a impressão que partido político é um negócio, quando, na verdade, deveria ser um item extremamente importante para a sociedade – afirmou.

Leia agora os principais trechos da entrevista

sábado, 4 de maio de 2013

POR QUÊ TANTO ÓDIO ??? !


  Fico-me perguntando o porque de tanto ÓDIO que está se espalhando pelo Brasil contra o PT, o Lula, a Dilma,o  Zé Dirceu, o Genoíno e outros tantos.  Qual é a CAUSA DISTO??? Vamos refletir um pouco a respeito do assunto. O PT ganhou eleições de uma Forma Democrática: PELO VOTO! E por quê este ÓDIO contra o resultado das eleições.? Porque Lula é Nordestino.? Porque não faz o jogo dos Banqueiros e da Mídia.? Quem instila esse ÓDIO?  Ele não surgiu GRATUITAMENTE. De alguma forma este processo de ÓDIO começou. Como surgiu? Quem propala?  Este final-de-semana o Estadão e a Época MANDARAM a DILMA CALAR A BOCA!!! Literalmente.Lembro-me da época do Getúlio Vargas.Queriam MATÁ-LO,queriam LINCHÁ-LO,queriam TIRÁ-LO de qualquer jeito da Presidência do Brasil. Faziam Campanha para DESTRUIR Getúlio Vargas,o Grande Estadista Brasileiro(leia Bresser Pereira-FGV) eleito pelo VOTO POPULAR. Getúlio se matou sobre forte pressão de Grupos Vendilhões do Brasil,da Mídia Corrupta e de Deputados(como Carlos Lacerda) e senadores. Parece-me que estão tentando fazer o mesmo,nos dias atuais.Só que ,HOJE em dia,existe uma pequena GRANDE diferença: A INTERNET!!! Os BLOGS,TWITTERS,Facebook mostram mais rapidamente certos CONLUIOS MIDIÁTICOS e POLÍTICOS. Quem IMPLANTOU este ÓDIO contra o PT-LULA-DILMA e outros?  Foi a MÍDIA,capitaneada pela GLOBO e Veja,além do PSDB que não se conforma em PERDER ELEIÇÕES. Só escutamos MENTIRAS e mais MENTIRAS MIDIÁTICAS e de políticos. Até quando? Querem que o LULA se mate como Getúlio fez???  E ainda faço um prognóstico. Se o PSDB perder as eleições de 2014,será dado um GOLPE na Democracia,através do Supremo Tribunal Federal. Os EUA,a CASA GRANDE(White HOUSE),dará ordens aos CAPITÃES-DE-MATO no Brasil para caçarem os Petistas,sobretudo Lula. Vai ser um pega-prá-capá.Que tal começarmos a DISCUTIR POLÍTICA sem ÓDIO,sem RANCOR,apenas discutindo ARGUMENTOS SÓLIDOS e,principalmente,o que QUEREMOS para o NOSSO BRASIL??? Por quê não começarmos AGORA? Vamos deixar o ÓDIO SEM RAZÃO de lado. O BRASIL precisa de caminhos sólidos e não ÓDIO.  Fiquem na paz!
 
 Enviado por Chico Chicão
 
 http://www.recantodasletras.com.br
 
 

segunda-feira, 29 de abril de 2013

Abandonado

 

José e Monica Serra se separaram

A relação de José e Monica Serra chegou ao fim. De acordo com Mônica Bergamo, da Folha, o ex-prefeito de São Paulo foi morar na casa emprestada por um amigo, nos Jardins. Já a ex-primeira-dama permanece no antigo endereço do casal, no Alto de Pinheiros, em SP.

No ano passado, o tucano foi derrotado pelo petista Fernando Haddad na eleição pela Prefeitura de São Paulo. Foi derrotado por Dilma em 2010. Foi derrotado por Lula em 2006 e será derrotado por Aécio em 2014.

 

quinta-feira, 25 de abril de 2013

Aécio quer barrar reeleição de Dilma no TAPETÃO!!!!

Aécio apresentará projeto que acaba com a reeleição



Brasília - O senador e pré-candidato à Presidência da República Aécio Neves (PSDB-MG) está elaborando um GOLPE  que vai polemizar e alterar o atual cenário político: ele quer extinguir a possibilidade de reeleição presidencial, de governadores e prefeitos e ampliar de quatro para cinco anos os mandatos de todos os novos eleitos, aplicando, desde já, a regra que poderia afetar a si mesmo caso eleito.

Sua ideia é que, uma vez aprovada, a regra passe a valer já para os vencedores do pleito de 2014, impondo ajustes aos mandatos atuais de senadores e deputados, ampliando-os para forçar a coincidência nas eleições seguintes e fixando-os nos mesmos cinco anos estabelecidos para Presidente da República.

Ironia histórica é que revoga o modelo implantado pelo líder mais rejeitado de seu partido, e entusiasta de sua candidatura, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso que aprovou emenda para viabilizar sua reeleição em 1997.

O gesto, no entanto, se insere na estratégia de remoçar o PSDB, sinalizando com a presença mais efetiva da nova geração do partido, à qual pretende associar sua imagem.


Nas eleições passadas, o PSDB teve dificuldade para administrar o tema e os próprios tucanos reconhecem que a estratégia dos adversários funcionou bem, especialmente na campanha de 2006, na disputa de Lula contra Geraldo Alckmin. Agora, Aécio vai adotar o discurso de que quer “reestatizar a Petrobrás”, usando o mote para criticar o suposto aparelhamento da empresa e o suposto uso de seus recursos para fins que seriam prejudiciais à boa gestão da empresa.

 

quarta-feira, 24 de abril de 2013

Provável candidato em 2014, Campos aumenta gastos com publicidade em PE

Foram R$ 70,7 milhões na "divulgação governamental em todos os meios de comunicação" ante R$ 63,5 milhões em 2011 (já corrigidos pelo IPCA)

 

 

O governador Eduardo Campos (PSB-PE) aumentou em R$ 7 milhões os gastos com publicidade do governo em 2012, alta de 11% em relação ao ano anterior.

Foram R$ 70,7 milhões na "divulgação governamental em todos os meios de comunicação" ante R$ 63,5 milhões em 2011 (já corrigidos pelo IPCA).

Campos investiu mais em propaganda em 2012 do que, por exemplo, em "fornecimento de transporte escolar" (R$ 42,5 milhões) e em "manutenção dos imóveis da rede estadual de ensino" (R$ 37,5 milhões).

Sob responsabilidade da Secretaria da Casa Civil, os gastos com publicidade representaram 0,3% de todas as despesas do governo de Pernambuco em 2012.

 

A Casa Civil de Pernambuco atribuiu o aumento dos gastos à alta de preços da atividade publicitária. Segundo o Portal da Transparência estadual, publicidade e propaganda institucional já custaram quase R$ 8 milhões em 2013 no estado, Com 0,1% das despesas já liquidadas

 

Fonte: JL/Painel Noticias

 

terça-feira, 23 de abril de 2013

Chupa FHC!!!!

Lula terá coluna mensal no The New York Times

 

O ex-presidente abordará política e economia internacional, além de iniciativas de combate à fome no mundo.



Agência Estado

Publicação: 23/04/2013 14:04 Atualização: 23/04/2013 14:31

 


São Paulo, 23 - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva vai produzir, a partir de junho, uma coluna mensal a ser distribuída pela agência de notícias do jornal New York Times. Segundo o site do Instituto Lula, a coluna abordará política e economia internacional, além de iniciativas de combate à fome no mundo.

De passagem por Nova York, Lula fez palestra para investidores promovida pelo banco BTG Pactual e foi homenageado, junto com o presidente de Mianmar, Thein Sein, no jantar anual do prêmio Em Busca da Paz, promovido pelo International Crisis Group.

Nesta segunda-feira, 22, o ex-presidente se reuniu com Michael Greenspon, diretor-geral do serviço de notícias do NYT, e fechou contrato, cujos valores não foram divulgados. A empresa vinha negociando a distribuição de artigos de Lula desde 2011. A assessoria de Lula informou que o contrato não prevê a obrigatoriedade da publicação dos artigos do ex-presidente no jornal.

 

terça-feira, 16 de abril de 2013

Dilma Rousseff volta a atacar o 'pessimismo de plantão'

 


A presidente Dilma Rousseff voltou a atacar, nesta terça-feira, 16, o "pessimismo de plantão", uma referência às críticas que vem recebendo da oposição em relação à condução de combate à inflação e ao baixo crescimento econômico brasileiro. "Acredito que tem uma parte dessa história que vocês escutam é um pessimismo especializado, um pessimismo de plantão. Um pessimismo que nunca olha o que nós já conquistamos e a situação em que estamos, sempre olha achando que esse processo é um processo que tem sinalizações indevidas", afirmou.


A presidente ressaltou que não há a menor hipótese de o Brasil não crescer neste ano: "Nós vamos colher aquilo que plantamos e nós plantamos muitas sementes", disse. Dilma Rousseff participou, pela manhã, do lançamento da retomada da produção nacional de insulina humana no Brasil, realizado em Belo Horizonte.

Inflação

Ao discursar no evento, Dilma Rousseff rebateu as afirmações do PIG sobre o aumento injustificável dos juros e afirmou que qualquer combate à inflação poderá ser feito com um patamar de juro bem menor. "Quando todo mundo eleva imposto, nós reduzimos. Nós mantivemos a capacidade de buscar um maior equilíbrio entre as variáveis macroeconômicas", aproveitando para reiterar o esforço do governo federal para manter os juros baixos: "Nós jamais voltaremos àquele patamar de juros".

Ela lembrou que a taxa real de juro já chegou a 12%. Ainda se referindo à inflação, a presidente foi categórica ao afirmar que o governo "não negociará a inflação". "Nós não teremos o menor problema em atacá-la sistematicamente".

 

Atualmente, a Selic está em 7,25% ao ano e o PIG trabalha insistentemente para que o Comitê de Política Econômica (Copom) do Banco Central eleve a taxa diante da persistente inflação, que já, segundo eles,  rompeu o teto da meta em 12 meses.

 

 

sábado, 13 de abril de 2013

Ora, tomates!!!









Somente “almas ingênuas” acreditam que essa gritaria está relacionada à inflação. O motivo da gritaria é, naturalmente, aumentar os juros. Ou seja, aumentar os ganhos parasitários – os ganhos com juros – às custas dos lucros do setor produtivo, dos salários, do Tesouro e do Estado.

Segundo o Tesouro Nacional, em seu Relatório Mensal da Dívida Pública Federal de fevereiro, nada menos que 70,91% dos títulos federais lançados no mercado estão na mão de bancos, entidades controladas por bancos ou “não-residentes” no país.

Basicamente, os detentores privados de títulos públicos federais são:

I) “instituições financeiras”: R$ 510,32 bilhões (27,38%);
II) “fundos de investimento”: R$ 468,63 bilhões (25,14%);
III) “não-residentes”: R$ 266,61 bilhões (14,30%);
IV) “seguradoras”: R$ 76,22 (4,09%).
TOTAL: R$ 1 trilhão e 321 bilhões em títulos públicos federais.

Para ajudar no “combate a inflação”, conseguiram elevar o tomate à categoria de indicador econômico.

Precisa desenhar?


Guto Lenartovich

quarta-feira, 10 de abril de 2013

Chupa PIG!

Aprovação de Haddad em São Paulo supera a de Serra e Kassab

 

O prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, completa cem dias de governo com avaliação melhor que a dos dois antecessores em período semelhante no cargo. O desempenho de Haddad foi considerado ótimo ou bom por 31% dos moradores, segundo pesquisa Datafolha.


Outros 42% avaliaram Haddad como regular e 14%, como ruim ou péssimo. O instituto entrevistou 1.096 pessoas nos dias 4 e 5 deste mês.

Dentre os prefeitos em primeiro mandato a partir de Luiza Erundina, a performance em começo de governo só não supera a de Marta Suplicy (PT), que, em abril de 2001, teve 34% de ótimo ou bom.

Com cem dias, Gilberto Kassab (PSD) e José Serra (PSDB) tinham 16% e 20% de aprovação, respectivamente.

Setores

Entre os que mais aprovam a gestão do novo prefeito, destacam-se os segmentos menos escolarizados (38% de ótimo ou bom) e os mais pobres, com renda até dois salários mínimos (36%). O menor índice de aprovação de (23%) está entre os que possuem ensino superior.

Mudança

O diretor-geral do Datafolha, Mauro Paulino, diz que parte da aprovação de Haddad pode ser explicada pelo desejo de mudança que dominou a última eleição. Não por acaso, quase 9 entre 10 entrevistados declaram agora esperar que Haddad se caracterize por ações diferentes das de seu antecessor.

Ao sair da prefeitura, Kassab teve a segunda pior avaliação da história recente de São Paulo (42% de ruim/péssimo), só melhor que a de Celso Pitta, reprovado por 81% no fim do mandato, em 2000.

Prefeitos muito mal avaliados durante seus mandatos, diz Paulino, costumam deixar --involuntariamente-- aos seus sucessores oposicionistas uma espécie de fôlego extra em relação ao ímpeto reivindicativo da população.

Prefeito moderno

Para 82%, Haddad é "moderno", 81% consideram-no "simpático" e 78% veem-no como "muito inteligente".

Sobre Serra, nos primeiros três meses de governo do tucano, 60% disseram que ele era "moderno", 62% que era "simpático" e 77% disseram que era "muito inteligente".

A maioria dos entrevistados acha que o prefeito de SP "prefere trabalhar em equipe" (73%) e que o prefeito é humilde (71%).

Até no quesito "sinceridade" Haddad supera Serra. Para 59% dos paulistanos ele é "sincero". Apenas 48% diziam o mesmo de Serra no início de sua gestão na prefeitura.

Questão de classe

A pesquisa mostra ainda uma divisão de opinião sobre o tratamento que o prefeito dá à população de acordo com sua faixa de renda.

Para 37% dos paulistanos, ele respeita mais os pobres, outros 35% dos entrevistados pelo Datafolha dizem que ele respeita mais os ricos. Apenas 6% dos entrevistados veem Haddad como um prefeito que atende da mesma forma interesses de ricos e pobres na sua gestão.

Mãos à obra

A pesquisa Datafolha mostra ainda que 49% consideram que ele fez até agora menos do que era esperado que fizesse. No mesmo quesito, José Serra decepcionou 70% dos moradores da capital.

Para 9% dos paulistanos, as primeiras ações de Haddad na Prefeitura surpreenderam positivamente, considerando que ele fez pela cidade mais do que era esperado. Outros 30% afirmam que Haddad fez pela capital paulista aquilo que se esperava.

No mesmo período de seu governo, José Serra (PSDB) amargou 0 índice de apenas 5% entre os entrevistados pelo instituto Datafolha, em 2005.

Saúde 

Questionados sobre aquilo que Fernando Haddad podia ter feito e não fez em seus primeiros três meses de governo, 27% dos entrevistados pelo Datafolha deram espontaneamente respostas relacionadas com a saúde. Por exemplo, a contratação de mais médicos (13%), a diminuição do tempo de espera para os exames e as consultas (4%) e a melhoria no atendimento (4%).

Neste começo de governo, Haddad iniciou a implantação da Rede Hora Certa e lançou mutirão para reduzir filas, mas voltou atrás no discurso de não expandir convênios com organizações sociais - tema bastante explorado na última campanha.

Assuntos ligados aos transportes somaram 23% das respostas sobre aquilo que Haddad poderia ter feito e não fez.

Outras áreas

Depois de saúde e transporte, aparecem assuntos ligados à infraestrutura, com 19% das citações. O quesito "combate a enchentes" foi citado por somente 5% dos entrevistados, apesar de este início de 2013 ter sido marcado por fortes chuvas na cidade.

A melhora da saúde ainda é a principal reivindicação da população, com 36%. Foi assim na última campanha eleitoral e também na pesquisa dos cem dias de Serra, quando 43% diziam que saúde deveria ser prioridade.

Sobre as aspirações dirigidas a Serra e Haddad em início de gestão, a principal diferença é no combate ao desemprego. Se, em 2005, 11% diziam que o prefeito deveria ajudar nesse tema, atualmente somente 2% têm essa mesma reivindicação.

Fonte: Folha de S.Paulo

 

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