BLOG DO ONIPRESENTE

terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

O mundo encantado de FHC II


"Você pode não dizer que está indo de mal a melhor. Mas está indo de mal a menos mal". FHC - Abril de 2000





Em abril 2000, após seis anos de vigência do Plano real de FHC, cabo eleitoral que fez o Príncipe do Neoliberalismo derrotar LULA POR DUAS VEZES, e que foi incapaz de transformar a estabilidade de preços em prosperidade para a maioria,
Fernando Henrique Cardoso fez o discurso de abertura num evento promovido pelo BNDES , que acabou dando o tom da reunião. Nele não faltaram gráficos e tabelas para tentar mostrar como a preocupação social do governo tornou o Brasil melhor.

Para o presidente, naquele ano de 2000 e sem conhecer a gestão LULA, o Brasil evoluiu, apesar da alta taxa de desemprego, do alargamento do abismo de renda, do custo absurdo do crédito, da explosão das contas públicas e do crônico desequilíbrio das contas externas. Baseado num relatório de 35 páginas, ele mostrou ao auditório lotado de economistas e empresários, que o percentual de pobres caiu de 44,2% antes do Plano Real para 32,7% em 1998. Destacou ainda a redução do analfabetismo, a retomada do crescimento industrial e o aumento da renda familiar. E então cunhou a frase da semana: "Você pode não dizer que está indo de mal a melhor. Mas está indo de mal a menos mal". Depois de quase uma hora e meia de palestra, FHC havia pavimentado o terreno para que o ministro Pedro Malan demonstrasse seu interesse pelas classes menos favorecidas e a pobreza. "É um problema dramático, que deveria incomodar mais as nossas elites", disse o ministro.


http://www.terra.com.br/istoedinheiro/143/economia/eco143_04.htm


José Alencar: Candidato ao Governo de Minas deixa PSDB em polvorosa (Autor do texto: TIO REI)

A eventual candidatura de José Alencar ao governo de Minas é o evento mais importante desta fase de pré-campanha. Arma-se um palanque poderoso para Dilma Rousseff no estado, cujo eleitorado é considerado muito importante para definir o próximo presidente da República.

o Nordeste estará em peso com a candidatura que Lula escolher. As pesquisas já refletem isso. O ainda não-candidato José Serra está cercado de incógnitas e dificuldades.


A eventual pregação de José Alencar apelará aos mais “profundos sentimentos de Minas”. Sabe que a figura de Alencar tornou-se inatacável.

Aécio tem, é fato, um estoque de realizações a exibir; Alencar tem uma mensagem que apelará a uma espécie de messianismo decoroso, cordato. O lado “obreiro” ficará por conta de sua parceria com Lula. E estará amparado por PT, PMDB mais a estupenda máquina da candidatura Dilma. Será uma parada dura.


Serra, Aécio, Sérgio Guerra, FHC, Tasso Jereissati — a cúpula do partido, enfim — têm de pensar a nova realidade. Não adianta fingir que Alencar não é um fato novo. É.

A questão de sempre permanece: como as oposições podem engajar o eleitorado mineiro nessa nova realidade? E, curiosamente, essa questão agora é importante também os tucanos… mineiros!


PARA ASSISTIR, CLIQUE NA FIGURA DE FHC

O mundo encantado de FHC



FHC um dia disse: Esqueçam o que escrevi - frase antológica que ficou nos anais do jornalismo brasileiro como uma negação de tudo o que pregou o "sociólogo de Higienópolis" ,antes de se transformar em o "Príncipe do Neoliberalismo".

Agora o Principe das Trevas vem com outra pregação: Esqueçam o que eu fiz, com seus textos dissimulados na Mídia nacional jogando uma cortina de fumaça em todas a ações danosas de sua política neoliberal, no seu REINADO DE TERROR - 1995/2002.

FHC joga para uma platéia que nem ele mesmo acredita existir. Nem mesmo os seus, gente do Demo-tucanato sem rumo, defende os seus atos do passado, apesar de cúmplices e apoiadores de então.

Nos anos de terror, sob o julgo de FHC, os funcionários públicos e de Estatais,comeram o PÃO QUE FHC AMASSOU. As privatizações criminosas deram o tom da irresponsabilidade do sociólogo, entreguista de carteirinha.

FHC engendrou os processos de privatizações do Sistema Telebrás, da Vale do Rio Doce, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e das empresas elétricas, através de conchavos de lobistas interessados em ficar com a fatia "gorda" desse bolo.Um estudo encomendado de um consórcio formado pelas consultorias Booz-Allen & Hamilton e Fipe, fizeram um diagnóstico dos cinco bancos federais (BB, Caixa, BNDES, Basa e BNB).

O Relatório - REPORTAGEM ABAIXO- de Alternativas para a Reorientação Estratégica do Conjunto das Instituições Públicas Federais (IFPFs) foi apresentado ao governo em 2000, portanto na sequência das privatizações dos outros setores.

"O estudo afirmava que as instituições financeiras federais eram ineficientes e propunha várias alternativas ao governo, entre elas a fusão de bancos e a privatização pura e simples", recorda Plínio Pavão. "A exemplo do BB, na Caixa também houve uma política de congelamento de salários, ataque às organizações sindicais e enfraquecimento do quadro funcional", salienta.

Além disso, o governo tucano incentivou a privatização de bancos estaduais, muitos vendidos a preços subavaliados, entre eles Banespa, Banerj, Banestado, Bemge, Bandepe, Baneb e Credireal. Também foi privatizado o Meridional, um banco controlado pela União.


Abaixo, na seqüência do processo engendrado por FHC, DEMOS (antigo PFL) et caterva, uma matéria paga, publicada na REVISTA ISTOÉ em MAIO DE 2000, criando CLIMA PARA A PRIVATIZAÇÃO DA CEF E BB com o nome: Um Vespeiro de R$ 260 bilhões.

Naquela altura, a PETROBRÁS já estava passando por um processo idêntico, onde até o nome da Estatal já estava escolhido; PETROBRAX.

Nesse meio tempo, outras Estatais já ESTAVAM NO SACO!



Indice


Edição 143 - 24/05/2000

Capa: Os Planos de Ozires para a Varig

Editorial:
Tápias Dá o Rumo
Colunas: Mercado Digital: Games no Ar

Moeda Forte: Mais Dinheiro

Mídia & Cia.: UPI nas Mãos do Reverendo Moon

Poder: Caiu para Cima

Entrevista: John Gage, diretor científico da Sun Microsystems


Seção de Cartas




Steinbruch de saída
Ronco patenteado
Filme de US$ 75 mi



Alô Terra!
Shoptime - Sucesso nas duas telas



O vôo solo de Ozires
O Radar do presidente
Briga de família
O Balanço verde do Boticário
Na casa do inimigo

Segura, péon!
Sotaque gaúcho na Bloomingdale's
Surpreendente avanço do Bimbo
O Negócio é vender
Latasa vai ao plástico
Franceses sem luxo



Viagem sem erro
Até que o dinheiro nos separe
Vale a pena investir num cartão com grife?

Bagagem de mão: Laércio Cosentino



O Resgate vem do FMI?
Batalha pelo ouro da Previ
Safra atrás de órfãos de Edmond



Quem escolhe Malan?
Metrô privado
Um Vespeiro de R$ 260 bilhões
Brasil: "de mal a menos mal"
Indústria a todo vapor

Fiscalização por satélite



CONFEDERAÇÃO DOS TRABALHADORES DO RAMO FINANCEIRO- CONTRAF-CUT

REBATE FHC E RECORDA POLÍTICA DE DESMONTE DO BB E CAIXA

 

Fonte: Contraf-CUT

 

Para se defender do que considera "inverdades" e distorções assacadas contra seu governo, o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso distorceu fatos e enunciou inverdades sobre os seus oito anos de gestão, em artigo que publicou em vários jornais do país no domingo 7 de fevereiro, com o título 'Sem medo do passado'. 

 

Em tom indignado diante do confronto desfavorável entre o seu governo e a atual administração, o texto de FHC manipula e omite informações e força a barra sem pudor nas análises comparativas. Ele afirma, por exemplo, que seu governo fortaleceu o Banco do Brasil e a Caixa Econômica Federal, que teriam sido "libertados da politicagem e recuperados para a execução de políticas de Estado". 

 

"Isso não é verdade. O governo Fernando Henrique enfraqueceu o papel do BB e da Caixa enquanto bancos públicos", rebate Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT, lembrando que quando FHC assumiu seu primeiro mandato, em janeiro de 1995, o BB tinha 119.380 funcionários e a Caixa 65.076. Ao deixar o governo, em dezembro de 2002, o número de bancários havia caído drasticamente para 78.619 no BB e 55.691 na Caixa. Em setembro de 2009, no atual governo, os dois bancos públicos federais contavam, respectivamente, com 114.432 e 82.000 trabalhadores.

 

"Os oito anos do governo FHC foram os mais cruéis para o funcionalismo em toda a história do banco. Foram mais de 50 mil demissões entre 96 e 98, que causaram muito sofrimento a todos trabalhadores e provocaram mais de 20 suicídios em todo o país", lembra Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT e coordenador da Comissão de Empresa dos Funcionários do BB. 

 

"O banco impôs uma política de congelamento salarial, pela qual o salário-base do funcionalismo teve apenas 3,73% de reajuste durante os oito anos de FHC, para uma inflação de 67,93%, segundo o Dieese. O BB também acabou unilateralmente com o PCS em 97 e adotou uma postura antissindical truculenta que interditou o diálogo com os sindicatos e a participação dos bancários nas campanhas salariais", destaca.

 

Enfraquecer para privatizar

 

Para Plínio Pavão, secretário de Saúde da Contraf-CUT e membro da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa (CEE/Caixa), o objetivo claro era esvaziar o papel dos bancos públicos federais e prepará-los para a privatização. O dirigente lembra que, durante o processo de privatizações do Sistema Telebrás, da Vale do Rio Doce, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) e das empresas elétricas, o governo FHC encomendou um estudo para um consórcio formado pelas consultorias Booz-Allen & Hamilton e Fipe, para fazer um diagnóstico dos cinco bancos federais (BB, Caixa, BNDES, Basa e BNB). 

 

O Relatório de Alternativas para a Reorientação Estratégica do Conjunto das Instituições Públicas Federais (IFPFs) foi apresentado ao governo em 2000, portanto na sequência das privatizações dos outros setores. 

 

"O estudo afirmava que as instituições financeiras federais eram ineficientes e propunha várias alternativas ao governo, entre elas a fusão de bancos e a privatização pura e simples", recorda Plínio Pavão. "A exemplo do BB, na Caixa também houve uma política de congelamento de salários, ataque às organizações sindicais e enfraquecimento do quadro funcional", salienta.

 

Além disso, o governo tucano incentivou a privatização de bancos estaduais, muitos vendidos a preços subavaliados, entre eles Banespa, Banerj, Banestado, Bemge, Bandepe, Baneb e Credireal. Também foi privatizado o Meridional, um banco controlado pela União.

 

Favorecimento nas privatizações

 

A afirmação de Fernando Henrique Cardoso em seu artigo de que "libertou" o BB e a Caixa da "politicagem" é outra inverdade. Seu governo favoreceu o consórcio liderado pelo Banco Opportunity de Daniel Dantas nas privatizações do Sistema Telebrás, com o uso de recursos dos fundos de pensão, entre eles a Previ e a Funcef. 

 

"Isso está provado no episódio conhecido como 'grampos do BNDES', em que o então diretor da Área Internacional do BB, Ricardo Sérgio de Oliveira, admite estar agindo no 'limite da irresponsabilidade'. Foi assim que Daniel Dantas assumiu o controle de várias empresas privatizadas com o dinheiro dos trabalhadores do BB e da Caixa", diz Marcel Barros. 

 

"Para atender os interesses de Daniel Dantas na disputa com os participantes dos fundos de pensão, que eram contrários a esse favorecimento, Fernando Henrique decretou a intervenção na Previ, afastou nossos dirigentes eleitos e mudou o estatuto da entidade em 2002, no último ano de seu mandato", recorda Marcel. 

 

"E para desfazer esses acordos de acionistas nocivos aos fundos de pensão engendrados no governo FHC, o movimento sindical e os dirigentes eleitos da Previ e da Funcef tiveram de travar uma batalha jurídica e política fenomenal, que durou quase uma década", conclui.

 

 

 

Um texto brilhante de Marcos coimbra!

“Enquanto perdurou, entre essas pessoas, a sensação de que o fim do lulismo estava próximo, o cenário podia ser complicado, mas era suportável. Tudo de que desgostavam ainda existia, mas tinha data marcada para acabar”.

 

 

Marcos Coimbra: Inquietação nas oposições

Estamos vivendo, neste começo de ano, um período de inquietação dentro das oposições. Seja em seus representantes políticos e nas lideranças da sociedade civil que se alinham com elas, seja na parcela da opinião pública que não gosta do governo, é nítida a perplexidade. As coisas não estão acontecendo como esperavam.

Por Marcos Coimbra em O Estado de Minas*

Ao lado daqueles que nunca o aceitaram, Lula passou a ter, nos últimos anos, uma aprovação quase que a contragosto, característica da classe média com alguma informação. Na maior parte das vezes, vinda de pessoas que jamais votaram nele, sequer no segundo turno de 2006, mas que se viam como que constrangidas a concordar que seu governo tem lá alguns méritos.

Talvez se sentissem fora de lugar, quando eram informadas dos recordes de popularidade que Lula batia a cada pesquisa. Talvez colocassem em dúvida suas próprias antipatias, ao saber que nunca antes, na história deste país, um presidente brasileiro fez tanto sucesso mundo afora.

Daí a aceitar que ele fosse capaz da proeza de eleger alguém como Dilma, no entanto, a distância é grande. Uma coisa é reconhecer, ainda que com várias ressalvas, suas qualidades, outra é se conformar com a possibilidade de ele continuar a ser o que é por mais alguns anos.

Ou seja, enquanto perdurou, entre essas pessoas, a sensação de que o fim do lulismo estava próximo, o cenário podia ser complicado, mas era suportável. Tudo de que desgostavam ainda existia, mas tinha data marcada para acabar.

A larga vantagem de Serra nas pesquisas funcionou como uma espécie de seguro de que a hegemonia de Lula na política brasileira, com tudo que dela decorre, não continuaria. Lendo-as apressadamente, muita gente ficou com a impressão de que Dilma estava fadada a perder a eleição. Alguns foram ao ponto de assegurar que isso já estava definido, o que soou como música para os desafetos do governo, mas não era verdade.

Nenhuma pesquisa nunca disse isso. Ao contrário, todas sempre apontaram o largo potencial de crescimento da ministra, que permanecia atrás nas intenções de voto apenas por ser menos conhecida do que alguns dos outros candidatos e ainda pouco associada a Lula e à ideia de continuidade.

Enquanto Dilma estava “empacada”, distante de Serra, superada por Ciro, perdendo para Heloísa Helena e Aécio, as oposições não viram motivos para se inquietar. Cada pesquisa nova era recebida com alegria, como se decretasse que a “transferência de Lula para Dilma” era balela, um cálculo político mal feito, fruto da onipotência presidencial.

Agora, no entanto, depois da divulgação das primeiras pesquisas feitas em 2010, o panorama mudou. Nos meios políticos, a discussão deixou de ser a respeito de se Lula vai ou não precisar de um plano B e passou a ser sobre quando Dilma assumirá a dianteira.

Essa mudança de cenário provoca reações compreensíveis nas oposições, nelas incluída a mídia simpática às suas lideranças e propostas. Como tudo na eleição de 2010, também o recrudescimento do debate, típico do clima de reta final de campanha, está sendo antecipado. Os ataques continuados e não-justificados ao Bolsa-Família são um exemplo.

Talvez tenha sido Lula quem puxou a fila da incivilidade na campanha, mas, muito provavelmente, fez isso de caso pensado. Ao polemizar em tom agressivo com as oposições, ele torna mais difícil para elas poupá-lo de suas críticas e concentrar o fogo em Dilma.

Fazendo o oposto do que fazem alguns governantes, que se orgulham de posar como magistrados e preferem se colocar “acima” da disputa eleitoral, Lula sobe no palanque (quem não o faria, sabendo que é aprovado por mais de 80% da população?). Assim, reitera que a oposição tem que alvejá-lo, coisa que ela preferiria não ser obrigada a fazer.

Enquanto Lula dá mostras de estar a cada dia mais tranquilo, as inquietações da oposição fazem com que ela se confunda e emita sinais errados para a opinião pública. Existe exemplo maior que Aécio ser apresentado como vice de Serra a toda hora? Apenas para que ele o desminta? Apenas para que Serra se fragilize, seja percebido como alguém que só tem chance se Aécio for seu vice?

www.vermelho.org.br

 

 

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

FHC "AINDA" SACA NO CARTÃO CORPORATIVO


O cartão corporativo designado pela Presidência da República ao ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, que está em nome de Eduardo Sacillotto, um dos seguranças do ex-presidente, e é destinado a despesas relativas a combustível dos dois carros, também designados pela Presidência da República, ao ex-presidente - um Chevrolet Ômega e um Fiat Marea.


"O limite do cartão é de R$ 2.000,00 (dois mil reais) mensais, não cumulativos, e todos os meses é enviada à Secretaria de Administração da Casa Civil, em Brasília, uma prestação de contas do que foi gasto com o cartão".



No PORTAL DA TRANSPARÊNCIA, há UMA GRANDE QUANTIDADE de abastecimentos SUCESSIVOS E DIÁRIOS.


Assim fica fácil o boca-mole falar, falar, falar e nada dizer, pois tem uma vida das MIL E UMA NOITES, paga com dinheiro do contribuinte.


O que esse Sr tem feito de bom para o Brasil? Nem seu filho teve a "bondade" que ele insinua pregar em nome "da democracia, já que ficou 18 ANOS privado do reconhecimento paterno a que todos os seres humanos tem direito.




VEJAM ABAIXO;









Abril/2009

COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 08/03/2009 128,61
COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 05/03/2009 102,00
COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 03/03/2009 81,00
COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 03/03/2009 87,00
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Março/2009 COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 25/02/2008 102,00
COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 25/02/2008 147,00
COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 21/02/2009 122,00
COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 19/02/2009 156,00
COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 17/02/2009 140,00
COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 17/02/2009 160,00
COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 09/02/2009 164,00
COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 09/02/2009 183,00
COMPRA A/V - VISA-REAL-APRES 60.570.793/0001-06 AUTO POSTO HYGIENOPOLIS LTDA 03/02/2009 103,00
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Aqui tem MAIS!

FHC na DESCICLOPÉDIA

Descitacoeslogo2.png
O Descitações possui citações de/sobre Fernando Henrique Cardoso.

Cquote1.pngVocê quis dizer: Nhem-Nhem, Nhem-nhem?Cquote2.png


Google sobre Fernando Henrique Cardoso


Cquote1.png Nhem-nhem, nhem-nhem-nhem! Cquote2.png
Fernando Henrique Cardoso sobre seus próprios, incomensuráveis e gigantescos atributos intelectuais que ofuscam o mundo civilizado ocidental, um gênio com pé na cozinha que fala não só francês sem sotaque como também se expressa correntemente na língua do P; e cujo reconhecimento mundial reputou-lhe o 2º lugar entre os maiores gênios da humanidade, atrás apenas de Bob Esponja


Cquote1.png Senhor FHC, o senhor é um FANFARRÃO !!! Cquote2.png
Capitão Nascimento sobre Fernando Henrique Cardoso e sua genialidade
Cquote1.png Mais isso é uma Bichona, Doutor Cquote2.png
Severino sobre Fernando Henrique Cardoso
Cquote1.png Vá te f****!!!! Cquote2.png
Geraldo Alckmin sobre a valorosa participação de FHC em sua "vitoriosa" campanha
Cquote1.png Assim não pode, Assim não dá! Cquote2.png
Fernando Henrique Cardoso sobre Fernando Henrique Cardoso
Cquote1.png Nice to meet you, Mr. Menem Cquote2.png
George W. Bush sobre aquele..., aquele..., aquele cara ali
Cquote1.png Aposentado é tudo vagabundo! Cquote2.png
Fernando Henrique Cardoso sobre mais de quarenta milhões de brasileiros

FHC assistindo uma moderna TV de tela de plasma

Fernando Henrique Cardoso (Rio de Janeiro, 31 de Março de 1936) foi o ditador do Brasil por longos oito anos. Ele é sociólogo e membro sem-graça do PSDB. . Segundo FHC, ele foi responsável apenas pelos êxitos do seu reinado, os infortúnios foram causados pelas crises externas e pelo alinhamento incorreto dos planetas, sendo assim ele não foi responsável pela desvalorização do real, nem foi no governo dele que surgiu os Anões do Orçamento e Máfia dos Sanguessugas. Foi a Globo quem revelou essa verdade a nós.

Tabela de conteúdo


Fodendo o Brasil

Tô de olho nussinhô!

FHC, sociólogo com pretensões a economista, fez um ótimo trabalho em 8 anos de governo. Ainda não se sabe como, nem qual a calculadora utilizada pela equipe da Fazenda, mas o fato é que o Brasil vendeu 5 dúzias de empresas estatais e conseguiu aumentar a dívida externa em 5 vezes. Notável façanha, que só a numerologia globalizada explica.

Vendeu a Vale por apenas 3 bilhões de dólares, número a que chegou seguindo fórmulas matémáticas descobertas por seu Ministro Pedro Malazartes, apesar de alguns especialistas da oposição avaliarem aos gritos as reservas minerais da Cia. Vale do Rio Doce (que duram 500 anos) em 94 bilhões de dólares.

Com a ascensão ao Poder de seus adversários, a Vale passou a valer mais de 100 bilhões de dólares nas bolsas globalizadas do Mundo, ou seja 33x o que recebeu o Tesouro Nacional; foi o choque de gestão PSDBista, operando para alegria de seus compradores. Estas empresas prosperaram depois, provando que o problema eram os patrões. Ou não??? Sei lá...

Dart FHC revela ao Jedi Lula, que ele é seu filho na política econômica. No canto inferior, Obi Wan Pedro Malan Kenobi explica a doutrina Tucano-Jedi para o Padawan C3P_Palocci e Chew-Mantega-bacca
A zelites brasileiras, que nunca entenderam de avaliações de minas, um negócio naturalmente cheio de lama, se orgulham muito de seu governo, e vibravam tomando champagne Don Padrignon na Dasnú a cada vez que ele faz um discurso em francês, sem sotaque.

Cquote1.png Eu sei o que eu to fazendo, relaxa Cquote2.png
Fernando Henrique Cardoso sobre cagada

Quebrou o país por duas vezes; ou teriam sido três ? Afinal Sua Majestade Imperial FF.HH.CC. terminou seu governo Imperial com o dólar cotado a R$ 3,99; ou seja, praticamente se entregou a Lula de quatro. Os colegas do FMI sempre vieram nos socorrer, deixando ele intacto para o Lula se esforçar em quebrar de novo, o que tem sido difícil conseguir.

Cquote1.png Quebrou o Brazil one more time, mister Cardoso? Nós ajudar vocês. Só que juros alto! Cquote2.png
FMI sobre cagada


Quando foi passar a faixa sucessória, de tanto desgosto enfiou o dedo no olho do Lula, que de birra arrancou seu óculos da cara. Mas tudo feito com profundo decoro presidencial.

Cquote1.png Lula... respiro... você é meu filho... não negue sua herança... respiro... Junte-se a mim e ao Plano Real... respiro... e dominaremos o Brasil!!! Cquote2.png
Darth FHC

Cquote1.png Nossa, que calor infernal! Cquote2.png
Fernando Henrique Cardoso, logo após morrer

Estudos sociológicos

FHC tem uma ampla carteira de estudos sociológicos dado sua ampla experiência em redutos como a USP

  • Dissertação de Mestrado: Estudo da vida sexual dos índios papaxota exilados na Bolívia - Mérito Honoris-Causa Científico
  • Tese de Doutorado: Estudo da vida sexual dos índios papapica exilados na República Tcheca -
  • Tese de Livre-Docencia: Estudo da vida sexual dos sindicalistas em protesto contra a privatização: A lógica do ócio esquerdista
  • Artigo: Estudo da vida sexual dos ex-presidentes: Uma experiência radical multipessoal em Paris

A Vingança de FHC

A imagem fragrada por um repórter das Desnotícias vale mais que mil palavras

Furo exclusivo das câmeras. FHC dá em cima da primeira-dama Marísia na cara do Lula durante cerimônia de posse: Marísia, seu vestidinho vermelho está uma graça. Não quer vir conhecer Paris comigo? enquanto Lula replica: Amor, vofê não vai trocar meus nove dedof do praver por um doutorvinho, não???

FHC e a Maconha

Todos conhecem a história, contada por ele mesmo, da primeira e única vez que FHC fumou maconha. Estava num grupo de colegas de faculdade e experimentou um baseado trazido por um amigo. Tossiu, se engasgou e achou muito ruim. O que ninguém sabe é que o baseado em questão era composto de 70% de capim, 40% de gatinhos cheirados e apenas 20% de maconha.

A revelação foi feita recentemente por outro colega que estava na roda e que prefere não se identificar para não perder a vaga no ministério.

A biografia de FHC (e a história do país) talvez fosse outra se aquele fumo fosse da lata e o então sociólogo não só tivesse gostado como pedisse mais.

  • 1931: Nasce, no Rio de Janeiro.
  • 1952: Ingressa na faculdade de sociologia.
  • 1962: Publica "Capitalismo e escravidão no Brasil meridional".
  • 1964: Golpe militar no Brasil. FHC exila-se no Chile.
  • 1967: Volta ao Brasil, experimenta maconha pela primeira vez e gosta muito.
  • 1968: Manifestações estudantis sacodem o mundo. FHC não ficou sabendo de nada porque estava num sítio em Mauá fazendo batique.
  • 1969: A repressão política no país atinge o seu pior momento. FHC declara que não está "NEM AÍ 5". Tenta explicar a piada mas tem seus direitos políticos cassados.
  • 1970: FHC volta do Woodstock, com uma tatuagem de Janis Joplin na bunda.
  • 1974: Toca bongô na banda de rock rural "Sá, Rodrix e Florestan Fernandes".
  • 1976: Encena com um grupo de amigos a comédia musical "A Teoria da dependência e a dependência da teoria".
  • 1980: Candidata-se a vereador em Mauá. Fica como primeiro suplente mas acaba assumindo uma cadeira na câmara quando um titular renuncia para abrir uma casa de sucos.
  • 1985: Muda-se para São Paulo e candidata-se à prefeitura, pelo PV. Sua campanha entra em declínio ao confessar que é ateu, fuma maconha todo dia e, especialmente, ao ser fotografado na cadeira do prefeito, completamente nu.
  • 1994: Candidata-se à presidência da república. Para fazer frente à candidatura de Lula, alia-se ao PFL. Ganha mas é o ACM quem manda.

O resto você já sabe...

Premiações

Vencedor(a) do Prêmio Nobel da Paz de 1997 Nobel
Vencedor(a) do Prêmio Nobel de Alquimia de 1998 Nobel
Vencedor(a) do Prêmio Nobel da Economía de 1999 Nobel
Vencedor(a) do Prêmio Nobel de Física de 2000 Nobel
Vencedor(a) do Prêmio Nobel da Literatura de 2001 Nobel
Vencedor(a) do Prêmio Nobel de Medicina de 2002 Nobel
Vencedor(a) do Prêmio Nobel de Sociologia AntiSocial de 2006 Nobel
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Fernando Henrique Cardoso ganhou o prêmio Vibrador de ouro na categoria "Vendedor do Brasil", no ano/periodo de 1994 - 2002
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VibraOuro.jpg





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