sexta-feira, 27 de outubro de 2006

E aí? Essa falcatrua do PSDB em arrumar um factoíde (Testemunha que incriminou Hamilton Lacerda mentiu, diz PF) , poderá impugnar a candidatura do chuchu, ou as urnas vão fazer esse trabalho?


Qual é a diferença entre essa história do Dossiê e a história dessa Rosely Pantaleão, assessora do PSDB mineiro?

Alckmin sabia? Quem mandou? Ou vocês acham que um simples padeiro iria, do nada, criar uma história dessas?


PF diz que testemunha mentiu sobre origem do dinheiro do dossiê
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GABRIELA GUERREIRO
da Folha Online, em Brasília

A Polícia Federal informou nesta sexta-feira que é falso o depoimento do padeiro Aguinaldo Lima, que disse ter entregue R$ 250 mil para a compra do dossiê antitucano a Hamilton Lacerda, ex-coordenador da campanha do senador Aloizio Mercadante (PT-SP) ao governo de São Paulo.

Segundo assessores da PF em Cuiabá, Lima forjou o depoimento aos policiais federais.

A PF investiga se o PSDB está envolvido no falso depoimento de Aguinaldo. Segundo assessores da polícia, Rosely Souza Pantaleão --que é secretária-executiva do PSDB no interior de Minas Gerais-- teria intermediado o contato de Aguinaldo com jornalistas em Minas quando ele se apresentou como testemunha do caso dossiê.

A polícia descobriu a "farsa" ao constatar que os saques apresentados por Aguinaldo não foram efetivados no banco. A PF deve indiciar o padeiro por falso testemunho.

Aguinaldo disse, no depoimento, que transportou R$ 250 mil de Pouso Alegre (MG) para São Paulo (SP) que seria utilizado na compra do dossiê antitucano. O padeiro afirmou que teria recebido o dinheiro do promotor de eventos Luiz Armando Silvestre Ramos, para quem trabalhou há um ano. Ramos teria pedido para usar sua conta bancária para receber uma transferência eletrônica de R$ 80 mil no último dia 10 de setembro. O promotor teria sacado mais R$ 170 mil para a compra do dossiê.

Repercussão

O líder do PSDB no Senado, Arthur Virgílio (AM), disse que se a denúncia for confirmada, a secretária e todos os envolvidos devem ser punidos. "Se tiver alguém do PSDB envolvido nisso, que pague mesmo. Não altera em nada a minha disposição de ver tudo isso esclarecido porque a opinião pública não pode ficar sem respostas", disse.

Virgílio afirmou, no entanto, que não acredita que ela tenha agido a mando do PSDB. "Pelo menos orientação minha ela não teve. E orientação do partido, eu tenho certeza que não [teve]. Não sei de quem se trata e é bom que se investigue

Um comentário:

Anônimo disse...

É o feitiço virando contra o feiticeiro.

E tem mais: a meulher que serviu de laranja para sacar dinheiro na casa de câmbrio da Baixada Fluminenseo, é camareira de uma pousada de Ouro Preto(MG), cujo proprietário é primo dela e candidato a vereador pelo PFL; a casa de câmbio de Santa Caratina, de onde a polícia suspeita que saiu parte do dólares para pagar o dossiê, pertence a um primo do suplente de senador de Bornhausen.

Acho que a casa caiu para o PSDB/PFL.

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