sábado, 1 de abril de 2006

Palhaço??

Eles me fazem um...



Deputados cobram investigações de gestão tucana em São Paulo

Deputados do PT de São Paulo defenderam ontem a investigação de inúmeras denúncias de irrregularidades que atingem a administração estadual do governador tucano, Geraldo Alckmin. O deputado Devanir Ribeiro (PT-SP) classifica como muito importante a instalação das CPIs que têm sido sucessivamente engavetadas na Assembléia Legislativa do estado.

"Assim a sociedade fica sabendo o que os tucanos fizeram durante os 12 anos em que governaram o estado", disse.Há quase 70 pedidos de CPIs na fila para investigarem privatizações, denúncias de obras cujas licitações são duvidosas e outras acusações envolvendo o governo estadual, aguardando deliberação. Segundo o petista, Geraldo Alckmin foi o responsável pelas privatizações de todas as estradas do estado e pela criação dos postos de pedágio.

Nossa Caixa -

O deputado estadual Hamilton Pereira (PT) desafiou Alckmin a acertar as contas. "Geraldo Alckmin só poderá dar o que chama de 'banho de ética' se nos mostrar onde foi investido cada centavo dos recursos de publicidade de todos os órgãos públicos do estado de São Paulo", disse Pereira.

A afirmação do parlamentar surgiu após denúncias, investigadas pelo Ministério Público paulista, de que o banco estatal Nossa Caixa favorecia parlamentares na distribuição de verba publicitária, em troca de apoio no Legislativo.Hamilton Pereira critica o fato de Alckmin classificar o seu governo como transparente.

"Se um governo que manobra para engavetar 69 pedidos de CPIs na Assembléia Legislativa é transparente, não sei mais o que é transparência", ironizou Pereira. "Só nós é que sabemos a quantidade de barreiras impostas por este governo que teremos que driblar para conseguir instalar esta CPI", concluiu Pereira.Concorda com ele o deputado Devanir Ribeiro: "ele é transparente porque a mídia paulista sempre o vedou.

Ele está, como se diz, blindado pela imprensa local, ele é transparente até onde permitem", completou.

BANHO DE "ÉTICA"

CANTINHO DO LEITOR

Golpe da Farmácia popular ou um prejuízo monumental aos cofres públicos?Este caso(golpe) da Farmácia popular, não irão denunciar?

* P/ verificar:

O povo é atendido (mesmo com muitos problemas de funcionamento e da falta de muitos remédios) nos postos públicos de saúde, em seguida alí mesmo ele recebe GRATUITAMENTE os medicamentos receituados pelos médicos nesse devido posto.Vejamos agora:A idéia de implantar as farmácias polpulares não deu certo! Veja qual foi a alternativa utilizada (ou já programada). O povo agora poderá adquirir (COMPRAR) os medicamentos em qualquer farmácia (filiadas do programa).Vejamos só; nos postos, as pessoas recebem(Quando tém) GRATUITAMENTE e agora terão que COMPRAR(Que não irá faltar) nas farmácias.QUE DRIBLE PETISTA ! ! !* Quem irá pagar as despesas para que as farmácias vendam os remédios ao povo?* Ele lula (desta vez) sabe que é mais fácil manter as prateleira dos postos de saúde com medicamentos para atender ao povo, pois então. Por que prejuizar os cofres públicos com pagamentos às farmácias para vender remédios ao povo já que estes remédios podem ser entregues nos postos de saúde?* Podemos garantir que nas entre linhas (das ações), está o fim da entrega GRATUITA dos medicamntos nos postos de saúde, já que o governo deslocou a VENDA(que era a entrega no posto) para as farmácias.Ficarei grato pelo comentário que puder fazer a respeito.
Um Abraço.
Carlos Pinheiro

Sexta-feira, 31 Março, 2006


O ONI PRESENTE RESPONDE:

Caro Carlos Pinheiro,

Na hulmide opinião desse "hulmide" blogueiro, qualquer iniciativa para minizar as agruras de quem precisa de medicamentos acessíveis é válida. Diante do seu raciocínio, pode-se perceber uma análise superficial sobre a existência da distribuição gratuita de remédios nos postos. Desde a mais tenra idade, eu e minha família somos clientes de farmácia, e apesar da existência dos postos de saúde, não minimiza e não evita que um aposentado vá a TV, em horário nobre, e diz textualmente: Meu salário não dá para comprar remédios. Ainda assim, há farmácias em cada esquina e elas estão aí para vender e auferir lucros, mesmo com "postos" populares onde são distribuidos medicamentos.
Nisso então o Governo LULA foi eficiente, não acha?? Com a proposta, o Governo LULA atende a quem diz não ter condições de comprar. Atende aquele que tem salário e não quer comprar e aqueles que não querem viver da complascência do Governo: não quer esmolas, quer "pescar o peixe", como diz a OPOSIÇÃO RIDÍCULA. Se aqueles que não querem ou não podem ir a uma farmácia adquirir o medicamento, nos postos serão atendidos!

Um abraço,
Oni Presente


Me engana que eu gosto!

O CASO BANESTADO


O CASO BANESTADO é o que eles ( PFL e PSDB ) mais querem que caia no esquecimento,
porque envolve, além do Serra, variados figurões do governo FHC.

Personagens (no sentido horário): José Serra, Wigberto Tartuce, Jorge Bornhausen, Valéria Monteiro, Ricardo Sérgio Oliveira, delegado José Francisco Castilho Neto, perito Renato Barbosa, Sérgio Motta e o procurador Luiz Francisco.

Mantenho uma pasta com algumas informações e artigos sobre o Bornhausen e copio aqui matéria sobre o assunto, com as fontes, que não podemos deixar morrer:

Em junho de 2002, por exemplo, a revista Isto É denunciou: "Na investigação sobre remessa ilegal de dinheiro, Polícia Federal acha boleto bancário em nome de Bornhausen". A matéria descrevia em detalhes um megaesquema de corrupção no envio irregular de bilhões de dólares do Brasil ao exterior."Na papelada encontrada por investigadores americanos na agência do Banestado em Nova York havia um boleto bancário no valor de R$ 185 mil em nome de Jorge Konder Bornhausen".

Esse montante teria saído da agência do Banco Araucária em Foz do Iguaçu. Em seguida, passou por um offshore num paraíso fiscal e desembarcou nos EUA. Com 35 mil páginas, o relatório da PF revelava a movimentação de 137 contas suspeitas feita através da CC-5. Entre 1992 e 1997, pessoas e empresas utilizaram este recurso para enviar ilegalmente ao exterior R$ 124 bilhões. Deste montante, a PF identificou quase R$ 12 bilhões que provinham de dinheiro sujo, "procedente de corrupção, tráfico de drogas e de armas e outros ilícitos" [2].Estranhamente, FHC arquivou o dossiê da PF e ainda afastou o delegado José Castilho Neto, responsável pela investigação.

"O estopim foi a divulgação do nome do presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen, entre os envolvidos no esquema de lavagem de dinheiro". A investigação ainda incriminou vários tucanos de alta plumagem, como o próprio FHC, José Serra e o falecido Sérgio Mota [4]. Revelou que o Banespa, sob controle do PSDB, usou este mesmo esquema de lavagem para enviar US$ 50 bilhões ao exterior em 1997. O Banestado quebrou em 1998, num escândalo que causou prejuízos de US$ 200 milhões para seus quatro mil clientes. Essa lavanderia mundial foi uma das fontes de recursos do condomínio PSDB-PFL.Jorge Bornhausen também aparece em outros casos sinistros.

Segundo o deputado Eduardo Valverde (PT-RO), ele esteve diretamente envolvido no escândalo da Pasta Rosa, que relacionou 49 parlamentares que receberam dinheiro para suas campanhas da Febraban e do Banco Econômico que nunca foi contabilizado - o famoso caixa-2. Luiz Carlos Bresser Pereira, tesoureiro da campanha de FHC em 1994, reconheceu publicamente que cerca de R$ 10 milhões destes recursos não foram contabilizados. O senador ainda é citado no caso da Feira de Hannover, "em que sua filha, sócia de uma empresa, ganhou sem licitação um contrato de quase R$ 17 milhões para a organização da feira.

Jorge Bornhausen foi o principal defensor do governo FHC porque obtinha vantagens, não era por ideologia", ironiza o deputado petista.Em junho de 2003, os procuradores Luiz Francisco de Souza, Raquel Branquinho e Valquíria Quixadá entregaram à Receita Federal cerca de seis mil documentos sobre 52 mil pessoas que lavaram US$ 30 bilhões nos EUA a partir do Banestado de Foz do Iguaçu. O maior foco de investigações recaiu sobre "a família do sr. Jorge Bornhausen, do PFL, cujo banco familiar, o Araucária, lavou ao menos US$ 5 bilhões nesse esquema, que envolvia dinheiro de traficantes, de doleiros, mas sobretudo das sobras de campanhas eleitorais" [5]. Todos estas graves denúncias, infelizmente, não fluíram no conciliador governo Lula. Elas bem que poderiam desmascarar muitos dos que hoje pousam de políticos honestos e esbanjam arrogância.Notas1- Marco Aurélio Weissheimer. "Escolha o seu lado e as suas causas". Agência Carta Maior, 04/11/05.


Leia, em:

http://agenciacartamaior.uol.com.br/templates/colunaMostrar.cfm?coluna_id=2270

2- Andrei Meireles e Expedito Filho. "Surpresa para todos".

Revista Isto É, 17/06/2002. Leia, em:

http://www.sinal.org.br/lavagem_de_dinheiro/comentarios/show_materias.asp?codigo=22

3- Amaury Ribeiro e Sônia Filgueiras. "Operação maluco". Revista Isto É, 21/06/2002.

Leia, em:

http://www.terra.com.br/istoe/1708/brasil/1708_operacao_maluco.htm

4- Leonardo Attuch e Hugo Studart. "Os nomes e as provas do dossiê da PF". Isto É Dinheiro, 07/07/02.
Leia, em:
5- "MP acusa Bornhausen de lavar US$ 5 bilhões no exterior". Revista Consultor Jurídico, 15/06/03
Leia, em:

e:

Altamiro Borges é jornalista, membro do Comitê Central do PCdoB, editor da revista Debate Sindical e autor do livro "Encruzilhadas do sindicalismo" (Editora Anita Garibaldi, junho de 2005).


O Informante

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