quinta-feira, 19 de julho de 2007

Alô, Dona Hippólito!!!


José Serra


"Deu a honra" de ir a Congonhas, mas não conversou com ninguém. Era muito tarde, tinha que cumprir a rotina de ficar acordado.


José Serra esteve em Congonhas, bem tarde, ficou esperando os fatos se desenvolverem para saber como se comportaria. Não podia deixar de ir, é claro. Mas foi, única e exclusivamente para preservar sua imagem. Textual: "O governo de São Paulo não tem nada a ver com essa tragédia, a responsabilidade total é da Infraero". Pode até ser. Mas quando Congonhas foi liberado, o governador deveria ter fiscalizado.

José Serra ficou longe do tumulto dos que pretendiam notícias, saber quem viajara ou não viajara.
Seu estilo autoritário, ausente, seco e voltado para sua própria importância não permitiu que se aproximasse de alguém.

Uma palavra de consolo vindo de uma autoridade tão altamente colocada seria importantíssima. Mas Serra foi logo embora.
Não segue a cartilha de J.E. de Macedo Soares, não liga para a "patuléia vil e ignara". Para Serra só existe Serra.

DÓLAR

Exigem de Lula o que ele não PODE nem DEVE fazer: jogar o dólar para 4 reais, como FHC. Os países não se salvam ou morrem pelo câmbio.

CPMF

Mantega reage à disposição do lobista-chantagista Eduardo Cunha de dividir a CPMF por todos os estados. Intimidação-complementação da chantagem, Lula não pode atender.

Se atender, Lula desgasta sua própria autoridade, garante mais vaias. Um presidente é um presidente, é um presidente.

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