A verdade histórica e irrefutável desde 1996
A TAM diz que chora pelos mortos, mas não paga indenização
Vou mostrar e demonstrar com números e afirmações irrefutáveis a hipocrisia, a mentira, o deboche, o desprezo, a insensibilidade, o descaso, a imprudência, a displicência da TAM. Mas antes quero registrar quatro fatos que não podem ser refutados de maneira alguma. E a TAM (ou será a FAMÍLIA AMARO?) não terá condições de desmentir.
1 - O avião Airbus da TAM tinha capacidade para 170 pessoas. Já divulgaram 186 mortos no avião (excluídos os que estavam no prédio) identicados. Por que esse excesso de pessoas?
2 - Na sexta-feira, dia 20, um avião da TAM saiu do Aeroporto de Belém com 136 passageiros. (Muitos, tantos, incontáveis, ainda têm coragem de viajar pela TAM). Depois de 12 minutos, esse avião voltou ao mesmo aeroporto. Explicação: "Defeito no trem de pouso". Mas o avião nem "pousara", apenas "levantara".
3 - Em relação à tragédia de Congonhas, já se constatou, divulgou e denunciou: "O avião da TAM que se espatifou teve defeito técnico uma semana antes". Quem autorizou esse mesmo avião a voar, com lotação completa e até excesso de pessoas? Foi a FAMÍLIA AMARO, se é que alguém identifica isso.
4 - Todos condenaram a nota oficial da FAMÍLIA AMARO, mas só este repórter contestou, publicamente, seus termos impróprios, impensados, insensatos e hipócritas. Para não transcrever toda a nota oficial, não queria humilhar a FAMÍLIA AMARO, apenas chamar a atenção da opinião pública, transcrevi este trecho da carta: "ESTAMOS EXTREMAMENTE TRISTES, NOSSO PIOR PESADELO TORNOU-SE REALIDADE". E a seguir: "O QUE PUDERMOS FAZER SERÁ FEITO PARA MINORAR O SOFRIMENTO".
Tudo farsa, falsidade, a TAM não faz nada por ninguém, não paga sequer indenizações devidas e cujo pagamento vem sendo protelado há 11 anos, desde que outro avião da FAMÍLIA AMARO se despedaçou no dia 31 de outubro de 1996. Vejamos o que faz a FAMÍLIA AMARO e que na certa repetirá agora.
Alerta às 200 famílias, ou mais, que perderam parentes e feito por quem teve perdas num outro desastre da própria TAM. Tomem nota, esqueçam o que a FAMÍLIA AMARO disse num comunicado mentiroso inócuo e inútil, na certa vão sofrer com a falsidade da empresa.
1 - O desastre com avião da TAM aconteceu em 31 de outubro de 1996. Também em São Paulo.
2 - Morreu Francisco José Rodrigues, entre outros.
3 - Até o enterro, a TAM era totalmente prestativa.
4 - Depois do enterro, por causa da tragédia, o drama do desprezo, da displicência, do desinteresse.
5 - Passada a fase do sepultamento, a TAM ofereceu um mínimo desprezível, que a viúva não aceitou, entrou na Justiça. (As informações para servirem de roteiro aos que na certa irão precisar são da própria viúva, cujo nome dou abaixo).
6 - Há 11 anos a ação se arrasta na Justiça.
7 - A TAM (da FAMÍLIA AMARO) entra com um recurso em cima do outro, apenas para ganhar tempo.
8 - Já houve sentença, o processo está em fase de execução.
9 - Mas a tática desprezível da TAM é a de transferir a responsabilidade para terceiros.
10 - Primeiro, para a empresa fabricante do avião. Depois, para a pessoa física do piloto, como se a TAM, empresa transportadora, não tivesse nenhuma responsabilidade.
11 - A TAM até agora nada pagou, a empresa tem grandes advogados.
12 - Seu objetivo: quando não houver mais recursos jurídicos, oferecer um acordo, que seria pouco maior do que o pagamento EXIGÍVEL e INAPELÁVEL de 11 anos.
13 - A viúva tem 3 filhos, até agora não conseguiu receber o salário do marido, de outubro de 1996.
14 - Era diretor da ATL, atual Claro.
PS - O nome dessa mulher, grande figura, é Teresa Cristina Barcelos Rodrigues, assessora da presidência de Furnas. Massacrada pela tragédia. Maltratada pela TAM, causadora do desastre. Esquecida pela Justiça, que em 11 anos faz apenas o jogo hipócrita da TAM.
PS 2 - Recortem, guardem com cuidado, na certa irão precisar. A empresa é a mesma da FAMÍLIA AMARO.
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