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sábado, 1 de agosto de 2009

FOTOS COMPROMETEDORAS?

IMPRENSA SOB CENSURA – ACABOU, SARNEY! É O FIM DA LINHA!

sábado, 1 de agosto de 2009 | 4:39 por TIO REI AZEVEDO

O desembargador Dácio Vieira é o primeiro à esquerda na foto; na ponta direita, está o senador Renan Calheiros. A seu lado, o notório Agaciel Maia, que sorri ao lado de Sarney. Estão acompanhados de Ângela, mulher de Dácio, e Sânzia, mulher de Agaciel. O que eles fazem ali? Estamos no dia 10 de junho, na festa de casamento de uma filha de Agaciel, que — ATENÇÃO! — já havia sido afastado do Senado justamente por causa dos atos secretos. Sarney foi padrinho. É aquela festa em que se tocou a música-tema de O Poderoso Chefão.

O desembargador Dácio Vieira é o primeiro à esquerda na foto; na ponta direita, está o senador Renan Calheiros. A seu lado, o notório Agaciel Maia, que sorri ao lado de Sarney. Estão acompanhados de Ângela, mulher de Dácio, e Sânzia, mulher de Agaciel. O que eles fazem ali? Estamos no dia 10 de junho, na festa de casamento de uma filha de Agaciel, que — ATENÇÃO! — já havia sido afastado do Senado justamente por causa dos atos secretos. Sarney foi padrinho. É aquela festa em que se tocou a música-tema de O Poderoso Chefão.


FOTOS PODEM COMPROMETER ALGUÉM?


TIO REI É O DA ESQUERDA DA FOTO ABAIXO






FHC, o ídolo NEOLIBERAL DE TIO REI é o do meio da foto. Na direita, outro futuro(?) ídolo: AÉCIO NEVER!

E, na esquerda (da foto) JOSÉ SARNEY!


HERÓI? Não seria apenas um Atleta?





Herói é uma figura arquetípica que reúne em si os atributos necessários para superar de forma excepcional um determinado problema de dimensão épica. Do grego ‘hrvV, pelo latim heros, o termo herói designa originalmente o protagonista de uma obra narrativa ou dramática. Para os Gregos, o herói situa-se na posição intermédia entre os deuses e os homens, sendo, em geral filho de um deus e uma mortal (Hércules, Perseu), ou vice-versa (Aquiles). Portanto, o herói tem dimensão semi-divina.

Variando consoante as épocas, as correntes estético-literárias, os géneros e subgéneros, o herói é marcado por uma projecção ambígua: por um lado, representa a condição humana, na sua complexidade psicológica, social e ética; por outro, transcende a mesma condição, na medida em que representa facetas e virtudes que o homem comum não consegue mas gostaria de atingir – fé, coragem, força de vontade, determinação, paciência, etc. O heroísmo que resulta em auto-sacrifício chama-se martírio.

O herói será tipicamente guiado por ideais nobres e altruístas – liberdade, fraternidade, sacrifício, coragem, justiça, moral, paz. Eventualmente buscará objetivos supostamente egoístas (vingança, por exemplo); no entanto, suas motivações serão sempre moralmente justas ou eticamente aprováveis, mesmo que ilícitas. Aqui é preciso observar que o heroísmo caracteriza-se principalmente por ser um ato moral.

Onde, quando e por quê Cielo é guiado por ideais nobres e altruístas – liberdade, fraternidade, sacrifício, coragem, justiça, moral, paz?

As mais e as menos confiáveis


Em se tratando de pesquisas, nem todas são iguais.


Quais as mais confiáveis? “As pesquisas feitas regularmente por empresas profissionais do setor e que fazem sempre a mesma pergunta — como, por exemplo, ‘Você pretende comprar um carro nos próximos três meses?’ — são cem por cento científicas e úteis”.


E quanto às pesquisas com potencial de informação mas que, apesar disso, apresentam problemas de confiabilidade? Elas também estão por aí, e embora não façam sempre a mesma pergunta, baseiam-se em amostras confiáveis de probabilidade. Sua validade, diz ele, “depende inteiramente da habilidade com que se formula a pergunta. As empresas de marketing fazem isso para obter respostas honestas que utilizam comercialmente. Os políticos estão sempre em busca de respostas honestas, embora às vezes estejam atrás de notícias para plantar”.


O pior tipo de pesquisa, de acordo com os especialistas, é sem dúvida alguma a pesquisa de Internet ou pesquisas de revistas que servem apenas a quem tem interesses pessoais pelo assunto. “Esse tipo de pesquisa não tem utilidade alguma, a não ser proporcionar uma diversão ligeira”.


“As pesquisas feitas pelas revistas em que se pede um retorno do leitor sobre ‘direito de escolha’ quase sempre retornam com toneladas de respostas de gente que milita em grupos de ‘direito á vida’. Não têm valor algum.” As pesquisas de Internet, acrescenta, “são uma verdadeira babel. Elas não trazem informação alguma, exceto quantas pessoas as responderam. Esse tipo de pesquisa funciona como meio de detectar temas ‘quentes’ em um público específico. Isso é bom para as revistas, mas é ruim para o leitor. A única coisa mais ou menos interessante é que elas acabam medindo o volume de respostas apaixonadas”.


CUSTO DE SONDAGEM


O custo da sondagem sempre teve papel de destaque nas técnicas de pesquisa. Com a introdução do telefone, os entrevistadores passaram a dar preferência às pesquisas por telefone em detrimento das entrevistas pessoais. Hoje, porém, esse tipo de entrevista também tem seu lado negativo. “No caso das pesquisas por telefone, o maior problema é sem dúvida alguma o telemarketing”, “Esse tipo de estratégia massacrou tanto as famílias que hoje é difícil conseguir a cooperação de um contingente maior delas. Os índices de respostas despencaram em todas as formas de pesquisa.”


"Embora o valor de uma boa resposta compense o custo incorrido”, é cada vez mais caro realizar uma boa pesquisa numa época em que “a população mostra-se indiferente”. As pesquisas telefônicas, por exemplo, estão entre as mais confiáveis em se tratando de modelos estatísticos e da obtenção de amostras científicas aleatórias. “Contudo, na era do identificador de chamada, muita gente prefere não atender o telefone se vê que o número chamado não coincide com seu código de área.”


Um estudo feito pelo Pew Research Center, em 2004, constatou que “na ocasião, em comparação com seis anos antes, um número cada vez maior de americanos recusava-se a participar de entrevistas telefônicas” devido ao grande número de chamadas não solicitadas e também porque os entrevistados em potencial “dispunham de uma tecnologia de filtragem de chamadas cada dia mais sofisticada”. Uma pesquisa rotineira que empregava técnicas consagradas utilizadas por empresas de sondagem de opinião tinha sucesso “em menos de três de cada dez lares”, o que representa um declínio de cerca de nove pontos percentuais em relação a fins da década de 1990, de acordo com o estudo.


Embora os entrevistadores sempre tenham deparado com pessoas que se recusam a responder perguntas depois que atendem o telefone, atualmente o profissional da área tem de lidar com o que se chama de “recusa silenciosa” — comportamento que caracteriza o indivíduo que simplesmente se recusa a atender o telefone. Trata-se de um problema e tanto. “De modo geral, a disposição de atender o telefone é bastante independente em relação a outras características como, por exemplo, o interesse por política”. “As pessoas que participam de sondagens políticas atualmente, se comparadas com o esse mesmo público de 40 anos atrás, pertencem a um estrato visivelmente mais interessado por essas questões. Naquela época, o número de pessoas apáticas ou que demonstravam pouco interesse pelo tema era maior do que hoje.”


Não se sabe ao certo, porém, que efeito a “recusa silenciosa” teria sobre a capacidade dos entrevistadores de colher amostras significativas de opinião.




Telefone fixo x celular


“A questão da cobertura realmente deixa as pessoas inquietas”, . “Como é possível identificar a população de indivíduos que fornecerá a amostra desejada? O telefone ainda é uma tecnologia utilizada para a realização de entrevistas, mas as linhas fixas encontram-se indisponíveis para uma enorme parcela da população brasileira. Por outro lado existe uma relação entre juventude e acesso escasso às linhas fixas. Os entrevistadores estão tentando mensurar o que se perde quando se deixa de ligar para os aparelhos de celular. O que já se sabe? Em se tratando de sondagens políticas, não muito. Os usuários de celular que votam diferem muito dos eleitores com acesso à linha fixa. O negócio de pesquisa telefônica depende desse último segmento, mas a preocupação é generalizada.”

Com relação ao uso do celular e aos resultados das sondagens, o que podemos espera do percentual de lares brasileiros que estão fora do alcance da pesquisa telefônica tradicional porque possuem apenas celular e nenhuma linha fixa — um número que talvez chegue a 25% no final de 2008 “se o índice atual de aumento se mantiver”.


Não é ilegal fazer pesquisas por meio de telefone celular — é apenas mais difícil e mais caro do que as pesquisas feitas em aparelhos de linha fixa.


Qual foi a METODOLOGIA UTILIZADO PELOS TUCANOS?

Pesquisa telefônica

Impacto zero I

Pesquisa telefônica feita pelo Instituto de Pesquisas Sociais, Políticas e Econômicas (Ipespe), entre os dias 22 e 23 de julho, é o primeiro sinal de que a rede armada por Lula para proteger politicamente o presidente do Senado, José Sarney, ainda não teve reflexo negativo na opinião pública.

Malgrado o esforço da oposição, com a cobertura dos jornais, a avaliação do governo Lula conseguiu 64% de ótimo e bom. Houve 27% de avaliação regular e 7% de péssimo.

Esse resultado da sondagem por telefone não se distancia das pesquisas frente a frente feitas, anteriormente, pelos institutos Sensus, Ibope e Vox Populi.

Impacto zero II

Segundo Márcia Montenegro, diretora do Ipespe, foram feitas mil entrevistas com integrantes das classes A, B, C e da classe D+ e, posteriormente, houve exercícios de ponderação considerando as faixas de instrução e renda. Fora do alcance dessa pesquisa ficaram os brasileiros mais pobres das zonas rurais e das pequenas cidades.

Uma faixa da população potencialmente mais beneficiada pelo Programa Bolsa Família. Com a opinião deles o resultado certamente seria ainda melhor para o governo.



Maurício Dias.




O INSTITUTO ANÁLISES, responsável pela PESQUISA ENCOMENDADA PELOS TUCANOS, VEJA, FOLHA, GLOBO e ESTADÃO

No último dia 24, EDUARDO GUIMARÃES do Blog CIDADANIA. COM disparou, via Twitter, denúncia sobre pesquisas falsificadas que seriam divulgadas contra Lula e Dilma Rousseff dizendo que teriam perdido popularidade por conta de apoio a José Sarney. No sábado, dia 25, ele publicou também o post “Pesquisas Frias no forno”, dizendo que fonte que tinha na Folha de São Paulo informou-lhe que dentro de poucos dias a mídia divulgaria as tais pesquisas “frias”.






Pois bem. Ontem, vários portais, divulgaram, assim como previra o EDUARDO, uma pesquisa encomendada pelo PSDB ao Instituto Análise, "indicando" que a intenção de votos na candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, caiu, em junho, de 5 a 8 pontos porcentuais. TUDO COMO "PREVIRA" O EDUARDO, do Blog CIDADANIA.COM!

Essa variação, JUSTIFICA O TEXTO publicado pelos portais, ocorre quando se substitui a lista de seus possíveis adversários. A perda de votos de Dilma, que equivale ao eleitorado que ela havia conquistado em maio, foi causada por sua menor exposição na imprensa e pelo desgaste sofrido pelo governo por apoiar o presidente do Senado, José Sarney.

Alega a PESQUISA, que foi esse o motivo também da redução em 3 pontos porcentuais na aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.


UM CLIENTE ACIMA DE QUALQUER SUSPEITA

O Instituto, responsável pela pesquisa encomendada pelos TUCANOS é de propriedade do sociólogo Alberto Carlos Almeida autor dos livros, A Cabeça do Eleitor, e A Cabeça do Brasileiro, em que alega, no último, que:

"a parcela mais educada da população – ou seja, a elite brasileira – é menos preconceituosa, menos estatizante e tem valores sociais mais sólidos do que a parcela formada pelos brasileiros menos escolarizados".


Exatamente o contrário do que costumamos apregoar, ao que ele preconiza como mito do "povo sábio" e da "elite retrógrada", entre outros anacronismos que afirma: A história já se encarregou de enterrar.



No seu livro, A Cabeça do Eleitor (308 páginas, 40 reais, editora Record), o sociólogo se arrisca a provocar nova grita. Com base na análise de 150 eleições – municipais, estaduais e presidenciais –, Almeida analisa a lógica que orienta a escolha de um candidato por parte do eleitor brasileiro. E chega à conclusão de que essa lógica é bem mais simples do que se poderia supor. Constrangedoramente simples até:


o brasileiro vota a favor do governo ou do candidato do governo se considera que sua vida está boa ou melhorou. E vota no candidato da oposição se considera que ela está ruim ou piorou. Questões como ética, corrupção, separação entre o público e o privado não entram nessa conta. "O eleitorado, sobretudo o de baixa renda, vota em função de suas necessidades imediatas e da satisfação dessas necessidades", concorda o sociólogo Demétrio Magnoli.

Marcos Issa/Argosfoto
Alberto Almeida: pesquisas que vão ao X da questão

No livro, Almeida enumera os cinco fatores que, segundo ele, compõem a lógica "simples, direta e pragmática" que orienta o voto do eleitor brasileiro. O primeiro deles, e, de longe, o mais importante, é aquele que o autor chama de "avaliação do governo".


O livro mostra que, em todas as eleições presidenciais realizadas no Brasil após o regime militar, os índices de avaliação do governo – tanto positivos quanto negativos – tiveram relação direta com o resultado do pleito. "No caso de governos bem avaliados, o que ocorre é que o eleitor, satisfeito com a gestão em curso, não quer correr riscos", explica Almeida. "Assim, tende a votar no candidato do governo ou no nome que disputa a reeleição." O contrário é igualmente verdadeiro, como mostram alguns dos resultados eleitorais que o sociólogo analisa. Em setembro de 1989, por exemplo, às vésperas da eleição que escolheria o sucessor de José Sarney, apenas 5% da população considerava seu governo ótimo ou bom.


Tá explicado porquê na PESQUISA(?) LULA e DILMA CAIRAM de 5 a 8%...

Se depender dessas pesquisas encomendadas pelos TUCANOS, a queda é iminente!



EDUARDO GUIMARÃES ACERTOU NOVAMENTE

DEU NO CIDADANIA.COM:

Pesquisas Frias no forno

Eduardo Guimarães do Blog CIDADANIA.COM denunciou no DIA 26 DE JULHO que um grupo de tucanos e barões da mídia se reuniram, e planejaram, decidiram divulgar brevemente pesquisas forjadas sobre as popularidades do presidente Lula e de Dilma Rousseff mostrando que teriam perdido apoio.

Não passou QUATRO DIAS e O PLANO JÁ ESTÁ EM AÇÃO!

Deu na Veja

Os números da oposição

De Felipe Patury:

Uma pesquisa encomendada pelo PSDB ao Instituto Análise indica que a intenção de votos na candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, caiu, em junho, de 5 a 8 pontos porcentuais.

Essa variação ocorre quando se substitui a lista de seus possíveis adversários. A perda de votos de Dilma, que equivale ao eleitorado que ela havia conquistado em maio, foi causada por sua menor exposição na imprensa e pelo desgaste sofrido pelo governo por apoiar o presidente do Senado, José Sarney.

Foi esse o motivo também da redução em 3 pontos porcentuais na aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva.



Urge que o governo Lula providencie pesquisas confiáveis. O instituto Vox Populi seria uma opção.

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