BLOG DO ONIPRESENTE: O EXCOMUNGADO!

segunda-feira, 1 de março de 2010

O diretor do Datafolha Mauro Paulino acredita que a queda de José Serra nas intenções de voto se deu devido à repercussão negativa das enchentes do início de ano em São Paulo, e não pelo fato do governador paulista ainda não assumir a condição de candidato tucano ao Planalto.


As ÁGUAS de MARÇO VEM AÍ...

Olha o desespero aí gente

"Um terço vota em LULA, outro terço vota em Serra, e o terço restante, decide a eleição"

Frase estampada numa página do PIG.


Ora, pelo que sei DOIS TERÇOS VOTAM EM LULA contra um terço de SERRA, ALCKMIN et caterva.


Estão pensando que o eleitorado de Lula é o quê?

O povo pode ser simples, mas não é burro.

Lula já teve em duas eleições uma votação expressiva de cerca de 62%. E isso em 2002, quando muita gente duvidava de um governo do PT e também em 2006, quando a imprensa tentou todo tipo possível e conhecido de golpe.

Agora, com 95% de aprovação, Lula, de braços dados com a Dilma, dizendo, votem na Dilma porque ela é a minha candidata…

Quantos desses 62% do eleitorado do Lula iria votar em Serra, Aécio ou fhc???

Dilma deve ganhar já no primeiro turno, de qualquer candidato que aparecer…

Heráclito Fortes (DEM-PI) agride, com um soco, passageiro no aeroporto de Teresina




O senador Heráclito Fortes (DEM-PI) se envolveu em uma confusão quando desembarcou em Teresina na madrugada da última sexta-feira em voo da Gol.

A notícia foi amplamente divulgada em jornais locais.

Heráclito Fortes teria agredido um passageiro por ele ter reclamado da demora no desembarque.

O senador tinha pedido um copo d’água quando o avião estava pousando, mas o comissário não pode atendê-lo. Alegou questões de segurança.

Após o desembarque, Heráclito Fortes reclamou com o comandante, o que retardou o desembarque.

Um passageiro reclamou. O senador não teve dúvida. Exaltado, o teria agredido com um soco.

A identidade do passageiro foi preservada.

Até Cantanhêde JÁ jogou a TOALHA...

Eliane Cantanhêde: PSDB e aliados começam a entrar em pânico

da Folha Online

A pesquisa Datafolha divulgada neste domingo mostra que a pré-candidata à Presidência pelo PT, Dilma Rousseff, atingiu 28% das intenções de voto e reduziu de 14 para 4 pontos percentuais a distância que a separa do principal rival, José Serra (PSDB), que tem 32%.

Para Eliane Cantanhêde, colunista da Folha e da Folha Online, este resultado reflete a diferença do ritmo de campanha de cada um. "Dilma viaja, aparece na TV todo dia, dança Carnaval e é lançada no Congresso do PT. Já Serra não se assume oficialmente candidato ainda. Ele fica praticamente restrito a São Paulo", diz a colunista.

Cantanhêde destaca que o peso da aprovação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva também refletiu na pesquisa. "Quanto mais as pessoas sabem que a Dilma é candidata do Lula, mais ela sobe".

Serra perdeu para o primeiro METALÚRGICO. Agora vai perder PARA A PRIMEIRA MULHER

Serra no sufoco

A mais recente pesquisa de intenção de votos do Datafolha traz uma coleção de más notícias para José Serra, o provável candidato do PSDB à sucessão de Lula.

Dilma Rousseff subiu – ele caiu. Dilma cresceu no Sul e no Sudeste, ainda fortalezas de Serra. A rejeição de Serra é a maior. Dilma bate Serra no voto espontâneo.

Está bom ou quer mais?

Então um pouco mais.

Serra perdeu três pontos percentuais no Sudeste, onde vivem 42% da população adulta do país. A vantagem dele ali sobre Dilma desabou oito pontos percentuais. Dos eleitores ouvidos pelo Datafolha, 42% afirmaram que pretendem votar no candidato de Lula. Outros 26% que talvez votem.

Diga-se de Serra que é um político experiente, realista e cerebral.

Em análise esboçada antes mesmo de o Datafolha ir a campo avaliar o humor dos brasileiros, ele listou algumas das dificuldades que enfrentará para se eleger presidente da República. Uma delas: o discurso de candidato.

Reconhece que o de Dilma, por ora, é superior ao dele. Dilma prega a continuidade de uma situação aprovada pela esmagadora maioria dos brasileiros. E ainda promete fazer algumas mudanças para melhor. Eleição, aqui ou em qualquer parte, se define com base em dois verbos: manter ou mudar.

Em 1998, quando o real começava a fazer água, o presidente Fernando Henrique se reelegeu por pouco ainda no primeiro turno. O medo do real se desmanchar com uma eventual eleição de Lula levou os brasileiros a conjugar o verbo manter. O real desmanchou-se em seguida no colo de Fernando Henrique.

Ainda vale a divisão simplificada do eleitorado proposta em 2002 pelo marqueteiro Duda Mendonça, responsável pela campanha de Lula.

Um terço vota no PT, um terço contra o PT e o outro terço decide a eleição. Até início de abril, Lula repassará a Dilma os votos do PT – mais rapidamente do que se imaginava.

O terço contra o PT está com Serra – e com ele permanecerá. Como atrair a fatia maior do terço restante?

Serra tem uma vaga idéia. Dilma tem uma idéia pronta. Serra sabe que a lembrança do segundo governo de Fernando Henrique poderá derrotá-lo – como o derrotou em 2002. Nada mais favorável a Dilma do que a lembrança do período Lula.

Uma vez obrigado a engolir Dilma, o PT está empenhado em elegê-la. Para isso sacrificará qualquer candidato a governador – Tarso Genro, no Rio Grande do Sul, inclusive.

Lula só espera a hora de varrer as candidaturas do PT ao governo de Minas Gerais para apoiar a candidatura de Hélio Costa (PMDB).

E o PSDB?

Desgastada por suspeitas de corrupção, Yeda Crucius, governadora do Rio Grande do Sul, insiste em tentar se reeleger. A candidatura de Beto Richa ao governo do Paraná desmontou o palanque que Serra armava por lá com a ajuda do PDT. Tasso Jereissati, no Ceará, é um problema para Serra. E Sérgio Guerra, em Pernambuco, outro.

O DEM já foi melhor companhia – aí a desgraça do governador José Roberto Arruda, do Distrito Federal, pôs tudo a perder.

Geraldo Alckmin é disparado o favorito para ganhar o governo de São Paulo. Mas se ele tocar a campanha em cima de suas realizações passadas como governador, esquecendo as de Serra? Isola! Bate na madeira!

Serra e Dilma provaram ser competentes como operadores do poder. Serra precisa provar que também é competente como operador político.

Operador do poder impõe. Operador político compõe. Dilma tem ao seu lado um magnífico operador político – Lula. O de Serra terá de ser ele mesmo.

Nas próximas semanas, espera-se de Serra alguma prova de maestria política. Só parece haver uma capaz de assombrar seus pares e assustar os adversários: a conquista de Aécio Neves para a vaga de vice. Se isso não ocorrer, Serra irá à luta dependendo do acaso, da sorte ou do erro do adversário para vencer.

Irônico, pois é. Quem serviu de sparring para que primeiro operário chegasse lá poderá também servir de sparring para que a primeira mulher chegue.

 

TRIBUNA DA IMPRENSA

http://www.tribunadaimprensa.com.br/?p=6947

 

 

PRÓXIMA PESQUISA: DILMA IGUALA SERRA

Pedro do Coutto

Os dados mais importantes que uma pesquisa pode oferecer, como a do Datafolha publicada domingo pela Folha de São Paulo forneceu, é  cotejar a subida e a descida dos principais candidatos. Foi exatamente o que revelou a matéria publicada. No espaço de dois meses, Serra desceu 5 pontos e Dilma subiu outros 5. A diferença agora ficou de 32 para 28%. Um decréscimo, uma ascensão. Questão de ritmo, de disposição para a campanha, efeito do peso do apoio de Lula, tudo isso somado, não importa. Importam os fatos contidos nos números.

A presença de Ciro Gomes na disputa que, no mesmo período cai de 13 para 12, deixou de ser importante, em termo de sucessão presidencial. Talvez seja mais útil ao Planalto disputando o governo de São Paulo, ou se candidatou a deputado federal pelo estado do que propriamente como pela destinada a assegurar o segundo turno em outubro. Disputando o governo paulista, poderá reduzir a vantagem que o PSDB poderá obter lá, o que influirá na eleição na eleição de modo geral.

Mas o fato predominante, nesta altura dos acontecimentos, é que se percebe muito mais entusiasmo popular em torno da ministra chefe da Casa Civil do que do lado do governador José Serra. Este inclusive pelos adiamentos que marcou o lançamento de sua candidatura passou a impressão que poderia recuar. E se recuar o PSDB poderá contar com quem? Com Aécio Neves? As pesquisas apontam muito abaixo de Serra. Com Fernando Henrique? Muito menos.

Pois foi exatamente a comparação que tentou fazer entre o seu governo e o de Lula que deu início plenamente ao que Lula mais deseja: transferir o pleito de outubro numa espécie de plebiscito entre sua administração que tem aprovação de 70% com a de FHC. A política salarial adotada num caso e no outro completamente oposta. Num terceiro capítulo as tentativas de desestatização.

Mas esta é outra questão. O essencial como o Datafolha revelou em 60 dias, é que a diferença entre Serra e Dilma desceu 10 pontos. Muita coisa. O ritmo da campanha mudou. E é preciso levar em conta que o presidente Lula ainda não entrou com o peso pleno da máquina federal. Nem com a capacidade de, com o poder central nas mãos, influir em acordos regionais importantes. Lula traz consigo uma oferta concreta, Serra, como é natural, em cesto de promessas.

Programas sociais como o Bolsa Família, pesam e muito na decisão dos eleitores de menor renda. Serra, claro, poderá assegurar sua continuidade, mas com as mesmas 12 milhões de famílias? Não é impossível que cumpra tal programa. O difícil é fazer com que a população pobre acredite que as promessas se revelem realidade.
¼br /> Todos estes fatores somados favorecem nitidamente a candidata do Planalto que, além do mais, tem se mostrado mais disposta pela luta que o governador de São Paulo.

José Serra, por tudo isso, terá que alterar seu comportamento, mostrando-se mais disposto ao combate, mais disposto à luta, mais motivado para um enfrentamento inevitável. Contar só com alianças regionais não é suficiente. É preciso mais ação sobretudo mais emoção. Serra não tem passado estas características. Dilma Roussef sim. E mais um detalhe fundamental: Dilma tem penetrado bem mais nas classes de renda mais alta do que Serra nas de renda mais baixa. Caso contrário, a diferença não teria se reduzido a apenas 4 pontos.

 

Vale a pena ACESSAR!

Alberto Bilac de Freitas  

Caro Oni,

Começou hoje a série: A Idade das Trevas - uma radiografia detalhada do ruinoso governo de FHC, em meu humilde blog Terra Goyazes! No ar e na rede, o primeiro capítulo: A Precarização do Estado.

 

 No endereço: http://terragoyazes.zip.net

 

O Companheiro da Esperança

 

 

Companheiros,

 

Na década de 20 do século passado, o líder comunista Luiz Carlos Prestes liderou uma coluna revolucionária Brasil a fora. Sua luta pelo povo e contra a burguesia que controlava os oligopólios políticos e econômicos que dominavam o País, fez com que fosse chamado de “O Cavaleiro da Esperança”, e assim passasse à história.

 

Na primeira década do Séc. XXI, um outro homem está passando à história brasileira e mundial pela mesma luta, só que, em vez de armas, usa a palavra e a habilidade política.

 

O companheiro Luiz Inácio Lula da Silva - que já foi chamado de “O Pai dos Pobres” e de “O Filho do Brasil” por tudo que já fez por todos os brasileiros, em especial pelos menos favorecidos – talvez não tenha a exata noção, por estar no centro do poder, do carinho e da afeição que o povo brasileiro lhe dedica. E esses sentimentos são tão fortes e tão espontâneos que são encontrados mesmo em pessoas que nunca haviam votado no PT até agora, pelos mais diversos motivos.

 

Contextualizando essa mudança de atitude em alguns segmentos de eleitores antes avessos ao nosso partido, é possível se tomar o caso do PNBL e, principalmente, da reativação da Telebrás como exemplo. Ao defender a volta da empresa e pregar que, no Brasil atual, as estatais devem ser lucrativas, para que possam reinvestir os lucros em prol do povo, Lula está proporcionando a maior inclusão no mercado de ações jamais vista neste país.

 

Milhares de brasileiros com pequenas poupanças, principalmente jovens estudantes e trabalhadores de poucas posses, estão investindo seus tostões em ações da Telebrás. Seguros de que a palavra do Presidente é uma só, investem na esperança de que a empresa cresça e se fortaleça, contribuindo em muito para o Brasil e rendendo-lhes bons frutos no futuro. No entender de muitos destes, ser “sócio do Brasil” é um privilégio e uma garantia para os anos vindouros, pois o País, com Lula à frente, é uma “empresa” com a melhor administração de todos os tempos e, com Dilma na sequência, há de continuar assim e se fortalecer ainda mais.

 

Para a militância, é um orgulho ver o nosso partido liderar iniciativas que promovam, mesmo que de forma indireta, a inclusão do povo em setores antes dominados pelas oligarquias. Para toda a população é um orgulho ver seu Presidente ser aclamado como “Estadista Global” pelo mundo todo, inclusive por aqueles que antes lhe torciam o nariz e que agora a ele se curvam.

 

Por estas e por tantas outras, o ano de 2010 irá reservar uma grande surpresa eleitoral para a oposição e redundar em uma expressiva vitória da companheira Dilma, mesmo que as pesquisas até agora não reflitam este fato. É sabido, no Brasil, que a “maioria silenciosa” só se manifestará quando for às urnas - e isso só acontecerá em outubro.

 

Lula, Dilma e o PT estão no rumo certo, e as urnas irão refletir isso. Assim, quando passar a faixa presidencial à companheira Dilma, transmitindo-lhe a liderança de um País forte e pujante, Lula há de entrar para a história com um novo apelido: “O Companheiro da Esperança”!

 

Um abraço e DILMA 2010!

 

Roberto de Carvalho

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