Cesar Maia sobe o tom das críticas a Alckmin
Prefeito do Rio acusa candidato tucano de arrogância e de ser símbolo do "paulicentrismo" que se instala no Estado de São Paulo
Milton F.da Rocha Filho
SÃO PAULO - O prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, em seu ex-blog, que hoje se resume a e-mails diários, continua nesta quinta demonstrando o seu rompimento com a candidatura de Geraldo Alckmin para a presidência da República, por ter recebido e aceito o apoio do ex-governador do Rio, Anthony Garotinho e de sua mulher Rosa Matheus.
Maia pergunta: "Como reagiria Geraldo se Maluf resolvesse lhe prestar apoio? O receberia em São Paulo com pompas e circunstâncias? Afinal, na lógica do vale tudo pelo voto, deveria fazê-lo exatamente como o fez com Garotinho. Mas aí entra uma questão que a cada dia se torna mais grave: o paulicentrismo. É como se a federação brasileira fosse uma carga para São Paulo, e que nos demais Estados valesse tudo, mas não em São Paulo".
Cesar Maia fala da arrogância de Alckmin, ao afirmar: "parafraseando uma máxima de antigo presidente dos EUA: - São Paulo não tem amigos, mas interesses. É essa a arrogância que passa. A taxa de identificação do eleitor do nordeste com Lula, numa proporção nunca vista em eleições brasileiras abertas, indica que há uma reação ao paulicentrismo, mais que um voto dos pobres".
O prefeito carioca após suas análises conclui que "são estes os sinais que Geraldo passou para o eleitor: ...somos todos iguais nesta noite..... Que fiquem restritos ao Rio de Janeiro, para que se evite o mal maior!" E arremata: "Tanto ele quanto a esposa têm várias denuncias de malversação de dinheiro público".
Prefeito do Rio acusa candidato tucano de arrogância e de ser símbolo do "paulicentrismo" que se instala no Estado de São Paulo
Milton F.da Rocha Filho
SÃO PAULO - O prefeito do Rio de Janeiro, Cesar Maia, em seu ex-blog, que hoje se resume a e-mails diários, continua nesta quinta demonstrando o seu rompimento com a candidatura de Geraldo Alckmin para a presidência da República, por ter recebido e aceito o apoio do ex-governador do Rio, Anthony Garotinho e de sua mulher Rosa Matheus.
Maia pergunta: "Como reagiria Geraldo se Maluf resolvesse lhe prestar apoio? O receberia em São Paulo com pompas e circunstâncias? Afinal, na lógica do vale tudo pelo voto, deveria fazê-lo exatamente como o fez com Garotinho. Mas aí entra uma questão que a cada dia se torna mais grave: o paulicentrismo. É como se a federação brasileira fosse uma carga para São Paulo, e que nos demais Estados valesse tudo, mas não em São Paulo".
Cesar Maia fala da arrogância de Alckmin, ao afirmar: "parafraseando uma máxima de antigo presidente dos EUA: - São Paulo não tem amigos, mas interesses. É essa a arrogância que passa. A taxa de identificação do eleitor do nordeste com Lula, numa proporção nunca vista em eleições brasileiras abertas, indica que há uma reação ao paulicentrismo, mais que um voto dos pobres".
O prefeito carioca após suas análises conclui que "são estes os sinais que Geraldo passou para o eleitor: ...somos todos iguais nesta noite..... Que fiquem restritos ao Rio de Janeiro, para que se evite o mal maior!" E arremata: "Tanto ele quanto a esposa têm várias denuncias de malversação de dinheiro público".
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