quarta-feira, 4 de outubro de 2006

Frossard pede voto nulo

A candidata do PPS ao governo do estado do Rio, Denise Frossard, anunciou na manhã desta quarta-feira (4) que retirou seu apoio à candidatura de Geraldo Alckmin (PSDB) à Presidência da República.

Frossard disse que tomou a atitude depois dos movimentos dos últimos dias que resultaram no apoio do ex-governador Anthony Garotinho e da mulher dele, a governadora Rosinha Mateus, a Alckmin, confirmado na terça-feira (3) em São Paulo.

“O Alckmin não gosta do Rio, definitivamente. Constatei isso ontem. Retiro o meu apoio a ele, que agora não está mais autorizado a usar a minha imagem.”

Citando trechos sobre acordos políticos do livro “A Ação Conforme a Pregação”, de Mario Covas, em que o autor critica Fernando Henrique Cardoso por ter buscado apoio de Paulo Maluf, Frossard disse que Covas estaria “se remoendo no túmulo diante do que se viu ontem".

Ao comentar o apoio do casal Garotinho a Alckmin, Frossard afirmou: "É lá entre eles. A divisão entre Garotinho e Sérgio Cabral é uma fraude. Eles são indissolúveis, que fiquem juntos".

A candidata disse que vai anular o voto no segundo turno das eleições presidenciais. E repetiu que Alckmin não gosta do Rio: "Ele gosta é de Pindamonhangaba".

“Quero o apoio daqueles que querem a mudança deste tipo de 'modelo Garotinho', que governa loteando cargos. É o toma-lá-dá-cá, sem programa”, afirmou Frossard.


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APOIO DE GAROTINHO COMPROMETE ALCKMIN, DIZ GABEIRAImprimir Enviar por e-mail Receber Newsletter

Agência Estado
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O apoio do casal Garotinho ao candidato tucano, Geraldo Alckmin, está motivando reuniões entre políticos. O presidente do PFL, senador Jorge Bornhausen, se reuniu nesta quarta-feira (4) com o deputado Fernando Gabeira (PV-RJ), que vai se manter na neutralidade no segundo turno.

Segundo Gabeira, o apoio de Garotinho compromete Alckmin, sobretudo na capital, e não será decisivo nem no interior, uma vez que Garotinho já não é tão forte fora da capital.

"Foi um passo equivocado", afirmou Gabeira, para quem a melhor estratégia de Alckmin seria tentar conquistar os votos de Heloísa Helena, no Rio de Janeiro. Gabeira reafirmou a Bornhausen sua tendência de neutralidade e disse que falar de ética ao lado de Garotinho "é complicado".

Para Gabeira, não era necessária a cerimônia de apoio de Alckmin com o casal Garotinho ontem em São Paulo.

2 comentários:

Anônimo disse...

[jose carlos lima] [http://abandon.zip.net] [Goiânia - Rio Meia Ponte] [Artista Plástico]
Cont... pois é, a cruela Rapunzel, a dos grampos, sabes? Ela com suas tesouras, seus grampos e falsas notícias de ameaças de morte por emails, emails que ela mesmo resolveu apagar quando deveria passar para a Polícia Federal, pintou e bordou para derrotar Lula. Fiquei pasmo ao constatar que a minha urna estava embaçada. Mal conseguia ler o numero 13. Campos mínimos. Tu me pagas cruela! Tem mais. A esposa de um amigo me disse que ao votar apertou 13 e apareceu a foto do Geraldo 69 CPIs Enterradas Alckmin. Ele disse que isto foi relatado aos mesários, tendo inclusive sido registrado. Sobre isso, acho tão grotesco que precisaria ver se realmente ocorreu. Mas diante da crueldade da Cruela, a Rapunzel, a dos grampos, não duvido de nada.

04/10/2006 16:03



[jose carlos lima] [http://abandon.zip.net] [Goiânia - Rio Meia Ponte] [Artista Plástico]
Eduardo, além do PM do B, Partido da Midiocracia do Brasil, temos também o PJE, o Partido da Justiça Eleitoral. Senão vejamos. Fui fiscal no dia eleição. Vi pessoas reclamando da dificuldade de usar a urna, teclas mínimas. Na tela, os números apareciam bem pequenos. Na hora de votar eu mesmo pude comprovar o quanto o Partido da Jusitça Eleitoral, coligado com Alckmin, dificultou as coisas para Lula. O jornal Correio Brasiliense tirou minhas dúvidas: mais de 1,3 milhão de falsos nulos, ou seja, eleitores que não queriam anular seu voto mas, por conta da dificuldade da urna elitoral, terminaram anulando o voto. No nordeste são mais de 700 mil de falsos nulos.

04/10/2006 14:45

Anônimo disse...

Só que o JN de hoje editou a entrvista da candidata Denise Frossard. Não a referências sobre esta fala(votar Nulo), nem a que afirma que o Geraldo Alckmin não gosta do Rio.

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