"O QUE FARÁ BORIS CASOY?
O que fará Boris Casoy da TV Record agora que os bispos da Igreja Universal já declaram que vão apoiar o presidente Lula? Até o vice presidente Alencar se filiou ao partido deles. Será que ele vai continuar a falar mal do governo Lula? Será que ele vai mudar de emissora? Será que ele vai enfiar viola no saco e parar de manipular as noticias? "
O apresentador e comentarista Bóris Casoy, o nosso vovô Bóris, que mesmo sustentando um nome russo, dizem às más línguas que teria vinculações com a chamada direita. Em entrevista concedida à Imprensa ele nega as acusações e constata-se, nos últimos dias, que ficará muito difícil manter-se imune aos tentáculos dos donos da emissora, os Bispos da RECORD, que aparecem no cenário político brasileiro com um sempre provável candidato à alguma coisa.
Mas, mesmo assim, Casoy vai sendo impelido a se aquietar, diante da retirada do PATROCÍNIO DO BANCO DO BRASIL AO TELEJORNAL DA RECORD. Ele se diz um jornalista imparcial.É fácil constatar que diversas vezes, a tão almejada imparcialidade jornalística fica comprometida com as idéias do senhor Casoy. Arcaicas , sua opinião acaba fechando a matéria com uma mensagem pronta e acabada, sem dar ao telespectador a amplitude necessária para a reflexão.
Fato é fato e, se o buraco da rua foi aberto pela Prefeitura ou pela Embasa ou se tinham duas mil ou dez pessoas em um determinado evento são fatos que não podem ser violados, apesar de saber que para um fato existem diversas versões. Que o diga Kurosawa em um de seus belos filmes, onde várias pessoas narram um assassinato de uma maneira e, no final, o morto reaparece e não é nada daquilo, ou melhor, todas as narrações eram verdadeiras, apenas vistas de ângulo diferentes. Mas, jornalismo é jornalismo e, os profissionais da área têm a obrigação de fazê-lo de forma ética, tentando mostrar os mil e um lados da mesma moeda.
O âncora principal da RECORD acaba tecendo comentários demais acerca das matérias, confundindo um pouco o trabalho dos repórteres e induzindo o telespectador à certos conceitos e pré-conceitos sobre diversos assuntos de interesse nacional, principalmente políticos. Num determinado momento (na época do empeachment de COLLOR e da CPI do Orçamento), todos queriam passar o Brasil a limpo e todos sabiam que "isto era uma vergonha". Mas a repetição constante dos mesmos clichês chegou a cansar o público.
Até eu, confessadamente seduzido pelos trejeitos, caras e bocas do apresentador, me peguei pedindo para ele não repetir determinadas frases. Pior mesmo, foi constatar que alguns apresentadores dos telejornais locais acabaram seguindo o mesmo estilo. A cópia é sempre pior que o original. Lembro-me agora de uma apresentadora local que sempre fecha suas entrevistas com duas perguntas: E o coração? E o pé de meia? Cadê a criatividade? Cerébro também foi feito para suar.
Outro assunto:
Tem gente, que há anos não vota em coisa alguma, no Brasil (e ainda tem coragem e a desfaçatez de cobrar alguma coisa). Mas como descobriram que o governo quer desarmar a população para que, entre outros crimes, o MST tome de vez o que resta de propriedade no campo, estará votando pela legítima liberdade de se defender a propriedade privada, se for o caso também pela força das armas, no país da impunidade. A despeito da campanha da TV Globo, e da adesão do GABEIRA, DO ARTHUR VIRGÍLIO, DA FROSSARD... Será que eles querem armar o MST, como pensa (?) um cidadão que confunde "Referendo" com "decisão do executivo"?
O que fará Boris Casoy da TV Record agora que os bispos da Igreja Universal já declaram que vão apoiar o presidente Lula? Até o vice presidente Alencar se filiou ao partido deles. Será que ele vai continuar a falar mal do governo Lula? Será que ele vai mudar de emissora? Será que ele vai enfiar viola no saco e parar de manipular as noticias? "
O apresentador e comentarista Bóris Casoy, o nosso vovô Bóris, que mesmo sustentando um nome russo, dizem às más línguas que teria vinculações com a chamada direita. Em entrevista concedida à Imprensa ele nega as acusações e constata-se, nos últimos dias, que ficará muito difícil manter-se imune aos tentáculos dos donos da emissora, os Bispos da RECORD, que aparecem no cenário político brasileiro com um sempre provável candidato à alguma coisa.
Mas, mesmo assim, Casoy vai sendo impelido a se aquietar, diante da retirada do PATROCÍNIO DO BANCO DO BRASIL AO TELEJORNAL DA RECORD. Ele se diz um jornalista imparcial.É fácil constatar que diversas vezes, a tão almejada imparcialidade jornalística fica comprometida com as idéias do senhor Casoy. Arcaicas , sua opinião acaba fechando a matéria com uma mensagem pronta e acabada, sem dar ao telespectador a amplitude necessária para a reflexão.
Fato é fato e, se o buraco da rua foi aberto pela Prefeitura ou pela Embasa ou se tinham duas mil ou dez pessoas em um determinado evento são fatos que não podem ser violados, apesar de saber que para um fato existem diversas versões. Que o diga Kurosawa em um de seus belos filmes, onde várias pessoas narram um assassinato de uma maneira e, no final, o morto reaparece e não é nada daquilo, ou melhor, todas as narrações eram verdadeiras, apenas vistas de ângulo diferentes. Mas, jornalismo é jornalismo e, os profissionais da área têm a obrigação de fazê-lo de forma ética, tentando mostrar os mil e um lados da mesma moeda.
O âncora principal da RECORD acaba tecendo comentários demais acerca das matérias, confundindo um pouco o trabalho dos repórteres e induzindo o telespectador à certos conceitos e pré-conceitos sobre diversos assuntos de interesse nacional, principalmente políticos. Num determinado momento (na época do empeachment de COLLOR e da CPI do Orçamento), todos queriam passar o Brasil a limpo e todos sabiam que "isto era uma vergonha". Mas a repetição constante dos mesmos clichês chegou a cansar o público.
Até eu, confessadamente seduzido pelos trejeitos, caras e bocas do apresentador, me peguei pedindo para ele não repetir determinadas frases. Pior mesmo, foi constatar que alguns apresentadores dos telejornais locais acabaram seguindo o mesmo estilo. A cópia é sempre pior que o original. Lembro-me agora de uma apresentadora local que sempre fecha suas entrevistas com duas perguntas: E o coração? E o pé de meia? Cadê a criatividade? Cerébro também foi feito para suar.
Outro assunto:
Tem gente, que há anos não vota em coisa alguma, no Brasil (e ainda tem coragem e a desfaçatez de cobrar alguma coisa). Mas como descobriram que o governo quer desarmar a população para que, entre outros crimes, o MST tome de vez o que resta de propriedade no campo, estará votando pela legítima liberdade de se defender a propriedade privada, se for o caso também pela força das armas, no país da impunidade. A despeito da campanha da TV Globo, e da adesão do GABEIRA, DO ARTHUR VIRGÍLIO, DA FROSSARD... Será que eles querem armar o MST, como pensa (?) um cidadão que confunde "Referendo" com "decisão do executivo"?
Um comentário:
Quer dizer que o Bóris Casoy agora sofrerá censura? É isto? Ele não poderá mais falar que corrupção é uma vergonha? Que bandido tem que ir para a cadeia?
Ah, que coisa, não percebi que este é um blog petista!!! Que cabeça a minha! Como não me dei por conta que aqui ROUBO é ERRO, MARACUTAIA é ÉTICA e CARA-DE-PAU é HONESTIDADE...
Desculpe, eu brasileiro honesto não falar seu língua!
MV
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