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sexta-feira, 13 de novembro de 2009

Como fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA! Parte 32

Com "apagão de todos os tipos e pra todos os gostos da mídia(caosaério, gripe do frango, do porco, do macaco, febre amarela e REDE GLOBO, Coca-Cola vai investir no Brasil R$ 11 bi

Autor(es): DIMITRI DO VALLE
Folha de S. Paulo - 13/11/2009

Empresa quer aproveitar, até 2014, crescimento do país, Copa e Olimpíada

Valor é 75% superior ao aplicado entre 2005 e 2009; empresa não detalha as regiões beneficiadas, mas estima abrir 22 mil vagas


O presidente da Coca-Cola Company, Muhtar Kent, disse ontem que a empresa fará investimentos de R$ 11 bilhões entre 2010 e 2014 para expandir suas operações no Brasil.
A empresa quer aproveitar os reflexos gerados pelo bom momento da economia nacional e a atração de eventos como a Copa do Mundo de 2014 e a Olimpíada de 2016.
O valor do investimento é 75% superior ao aplicado entre 2005 e 2009 (R$ 6 bilhões).
Os recursos serão aplicados em setores como marketing, operações, ampliação de unidades pelo país e compra de equipamentos. Por estratégia, a empresa não detalha as regiões em que os investimentos serão aplicados. Uma estimativa da assessoria da empresa aponta que no período 2010 e 2014 poderão ser gerados cerca de 22 mil empregos diretos.
A empresa tem hoje 38 mil funcionários no Brasil e gera 380 mil empregos indiretos.
"O Brasil é um dos primeiros mercados da Coca-Cola no mundo. Ao longo dos últimos 25 anos, vimos nosso volume de vendas nesta nação crescer 50 vezes", disse Kent durante evento em Curitiba.
Kent inaugurou ontem no município de Fazenda Rio Grande, na região de Curitiba, a nova fábrica da Leão Júnior, empresa que produz chás secos e gelados. A empresa, que antes tinha sede em Curitiba e emprega 300 pessoas, foi adquirida pela multinacional no ano passado de uma tradicional família da capital paranaense.

O que fazer para a oposição parar de chorar: Mais vaselina. - Parte 31

Veículos puxam quinta alta mensal consecutiva do varejo

Cristiane Ribeiro
Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - O comércio varejista brasileiro completou em setembro cinco meses de resultado positivo, tanto nas vendas como na receita nominal. Em relação a agosto, a alta nas vendas foi de 0,3% e a receita subiu 0,2%. Na comparação com setembro do ano passado, as vendas subiram 5,0% e a receita nominal, 8,1%, conforme os dados da Pesquisa Mensal de Comércio, divulgados hoje (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Em relação a agosto, sete das dez atividades pesquisadas apresentaram variações positivas nas vendas, com destaque para veículos e motos (9,1%), equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (8,8%), e móveis e eletrodomésticos (1,8%). Entre os que tiveram resultados negativos estão os segmentos de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (-0,5%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-1,1%).

Na comparação com setembro de 2008, também sete das dez atividades pesquisadas tiveram resultados positivos nas vendas. O destaque ficou com o segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que apresentou alta 9,7%.

O documento do IBGE destaca que “esse resultado, acima da média (5,0%), justifica-se pelo aumento do poder de compra da população, decorrente do crescimento da massa de rendimento real habitual dos ocupados, bem como pela estabilização dos preços do setor, que evoluíram no acumulado dos últimos 12 meses em 2,3% no grupo alimentação no domicílio, ficando abaixo da inflação global medida pelo IPCA [Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo], 4,3%”.

O segundo melhor resultado, ainda na comparação com setembro do ano passado, foi da atividade de outros artigos de uso pessoal e doméstico, que engloba lojas de departamento, óticas, joalherias, e de artigos esportivos e brinquedos (6,6%).

Entre as atividades com resultado negativo, na mesma comparação, o destaque foi o segmento de combustíveis e lubrificantes, com variação de -4,3%. “Mesmo com a estabilidade dos preços dos combustíveis, houve redução de consumo de gasolina comum e óleo diesel, segundo dados da ANP [Agência Nacional do Petróleo] para setembro”, diz a pesquisa do IBGE.



Edição: Juliana Andrade

quinta-feira, 22 de outubro de 2009

O que fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA! - Parte 24

Dívida pública cai 1,39% e fecha setembro em R$ 1,48 tri

LORENNA RODRIGUES
da Folha Online, em Brasília

A dívida pública federal caiu 1,39% em setembro em relação a agosto, chegando a R$ 1,48 trilhão, de acordo com dados divulgados nesta quarta-feira pelo Tesouro Nacional. A valorização do real frente ao dólar ajudou a encolher o endividamento público. Outro fator foi a menor emissão de títulos por parte do Tesouro Nacional, por conta do aumento nos juros pedidos pelos investidores.

Participação de estrangeiro na dívida interna é recorde
Elevação nos juros faz Tesouro Nacional emitir menos títulos
Economia do setor público para pagar juros é a menor desde 2002

De acordo com o coordenador-geral de Operações da Dívida Pública, Fernando Garrido, a menor oferta de títulos da dívida em setembro faz parte da estratégia do Tesouro de não alimentar a volatilidade do mercado.

"No mês de setembro, observamos sim uma elevação nas taxas de juros dos títulos públicos. O tesouro manteve a sua estratégia de, em momentos de maior volatilidade, atuar de maneira a não alimentar essa volatilidade", afirmou.

As emissões de título no mês passado somaram R$ 18,93 bilhões, contra emissões de R$ 66,06 bilhões em agosto. Naquele mês, porém, foram emitidos R$ 36 bilhões em favor do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Social), completando um repasse de R$ 100 bilhões ao banco. Ainda assim, as emissões de setembro ficaram bem abaixo das de agosto.

Juros

De acordo com Garrido, em setembro e em outubro o Tesouro verificou uma elevação nas taxas de juros dos títulos públicos, principalmente os de curto prazo. Ele deu como exemplo títulos indexados à Selic com vencimento em 2011 que, no início de setembro eram emitidos com remuneração de 10,70%, que subiu para 11,20% em outubro.

Dívida

A dívida interna teve seu estoque reduzido em 1,08%, para R$ 1,38 trilhão em setembro. A emissão de novos títulos superou os resgates em R$ 26,14 bilhões. Além disso, houve um impacto de R$ 11,05 bilhões por causa dos juros.

A dívida pública federal externa, que representa 6,29% da dívida total, registrou redução de 5,44%, encerrando setembro em R$ 103,04 bilhões (US$ 57,95 bilhões).

Custo menor

Apesar do aumento da dívida total, o custo médio acumulado nos últimos 12 meses caiu de 13,08% ao ano em agosto para 11,42% em setembro.

A participação dos papéis indexados à taxa básica de juros (Selic) tiveram sua participação reduzida, passando de 36,11% em agosto para 34,34% em setembro. Já a parcela de títulos prefixados na dívida total subiu de 29,69% em agosto para 31,10% em setembro. Os títulos remunerados por índices de preços aumentaram sua participação de 25,82% para 26,50%.

O volume de títulos em poder público com vencimento no curto prazo (em até 12 meses) caiu de 27,48% para 27,20%. Já o prazo médio da dívida aumentou de 3,54 anos em agosto para 3,55 anos em setembro (a meta é ficar em, no máximo, 3,7 anos).

quarta-feira, 21 de outubro de 2009

O que fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA. -Parte 21

Pesquisa mostra que vendas para o Natal devem bater novo recorde
Agência Brasil
São Paulo - A procura por novidades tecnológicas , a facilidade de compras à distância, pela intenert, e um ambiente econômico mais favorecido no mercado interno por maior acesso do consumidor ao crédito devem fazer do Natal 2009 o melhor dos últimos dez anos.

A avaliação é do consultor Claudio Felisoni de Angelo, coordenador da pesquisa Programa de Administração do Varejo (Provar), realizada em conjunto pelo Laboratório de Finanças (Labfin), da Fundação Instituto de Administração (FIA) e Felisoni Consultores Associados.

Segundo a pesquisa divulgada nesta quarta-feira, a previsão de aumento das vendas neste trimestre é de 6,1%, em outubro, 6,5%, em novembro e 5,2% em dezembro. Felisoni observou que essa condição é resultado, principalmente, dao fato de o país estar contornando os efeitos da crise econômica internacional. Ele alertou, porém, para o risco de inadimplência.

“Nós temos uma renda média do pessoal ocupado em R$ 1.400 e, descontando os gastos com as despesas do dia a dia, o ideal seria não comprometer mais do que 15% a 20% da renda com o pagamento de dívidas”.

Felisoni lembrou que apesar de ter baixado, a taxa de juros praticada no mercado ainda é alta, na faixa de 3% ao mês.

Dados da pesquisa realizada com 500 consumidores mostram que 14,4% têm a intenção de comprar produtos na área de cine e foto. No trimestre anterior, esse número foi de 11,6%. O segmento de cine e foto, líder na preferência entre dez itens consultados, assumiu a posição que era ocupada pelos bens de informática, agora na segunda colocação, com 12,8% ante 14,2%.

Os produtos da linha branca - geladeiras, fogões e máquinas de lavar - estão em quinto lugar na preferência do consumidor, com 9,8%. Na pesquisa anterior, esse número havida sido 12,2%., no terceiro trimestre.

Nesse caso, assim como no segmento de automóveis, em que o índice passou de 6,8% para 6,2%, Felisoni associa a queda ao fim da isenção do Imposto Sobre Produto Industrializado (IPI).

Na lista de intenção de compras pela internet os produtos que lideram a preferência dos consumidores são os CDs, DVDs, livros e revistas, com índice de 31,4%, um pouco mais do que na pesquisa anterior (31,2%), seguidos pelos eletroeletrônicos (30,4%), que caíram ante 31,4%) e informática (27,8% ante 29,1%).

segunda-feira, 12 de outubro de 2009

O que fazer para a OPOSIÇÃO parar de chorar: MAIS VASELINA - PARTE 17

Lula projeta Brasil a 'líder regional e ator global de 1ª ordem', diz jornal argentino



O jornal argentino La Nación afirma em seu principal editorial desta segunda-feira que, enquanto a Argentina perde espaço e importância no cenário internacional, o Brasil se consolida como "líder regional e ator global de primeira ordem".

O texto, intitulado Brasil, nas grandes ligas, atribui o resultado ao trabalho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que por sua vez seguiu a "via das políticas de Estado (…) traçadas nos oito anos anteriores pelo presidente Fernando Henrique Cardoso".

Os editorialistas fazem sua análise a partir do que chamam de "dois troféus" aquinhoados por Lula em sua recente viagem à capital dinamarquesa, Copenhague: a eleição do Rio de Janeiro como sede das Olimpíadas de 2016 e o apoio da União Europeia ao modelo brasileiro de combate ao desmatamento, que será apresentado na mais importante reunião sobre o clima do ano, que ocorre em dezembro, também em Copenhague.

Sobre a escolha do Rio como sede olímpica, o jornal avalia que a atuação brasileira na disputa, apartidária, mostrou uma "formidável imagem de como se defende o interesse nacional". O La Nación sugere que, se Buenos Aires tivesse sido candidata, "aversões pessoais" entre os políticos argentinos impediriam uma postura semelhante.

Para o jornal "não é novidade que o Brasil, pelo carisma e o impulso de seu presidente, jogue nas grandes ligas". "A novidade é que, em meio a sérios problemas de desigualdade e de corrupção ainda não resolvidos, Lula tenha conseguido projetar seu país como um líder regional que não admite essa definição, ainda que saiba que esta cada vez mais perto de sê-lo."

Exemplos dessa projeção são o diálogo de Lula com o presidente americano, Barack Obama, "enquanto Cristina Kirchner, ainda não consciente de que todos os seus ataques contra Bush se traduzem de forma imediata em Washington como ataques contra os Estados Unidos, não teve ocasião de dialogar senão em breves intervalos de cúpulas internacionais com Obama".

O jornal observa que "em 2011 terminará o segundo período de Lula". "Terminará também esta tendência? Não. Definitivamente não. Em 2014 o Brasil será sede do campeonato mundial de futebol; em 2016, o Rio de Janeiro receberá os atletas."

Os editorialistas tentam explicar por que, apesar da crise, "o Brasil recebe investimentos diretos em maior volume que a Argentina" e tem recursos para emprestar ao FMI, e por que "em cada cúpula da Unasur (o grupo de países sul-americanos), os olhares apontam para Lula e os ouvidos esperam suas reflexões".

"Talvez porque, no plano político, os escândalos de corrupção nunca terem lançado dúvidas sobre Lula; porque ele cumpriu sua palavra empenhada sem desmerecer às instituições nem às pessoas que pensam diferente; e porque nunca teve a estranha idéia de construir um trem bala onde falta comida."

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

O que fazer para a OPOSIÇÃO parar de chorar: MAIS VASELINA - PARTE 16

O imprensalão não perde uma chance de jogar o ventilador na farofa de LULA. Tudo isso visando 2010

Brasil sobe seis posições em ranking do Fórum Econômico Mundial

8 de outubro de 2009


O impacto da crise econômica mundial nos países desenvolvidos pode ser melhor observado nesta quinta-feira, a partir da divulgação do Relatório de Desenvolvimento Financeiro do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês). Devido à boa reação do Brasil perante a recessão, o país subiu do 40º, em 2008, para o 34º lugar no ranking este ano.



O estudo analisa o desempenho dos 55 maiores mercados de capitais e sistemas financeiros do planeta.

Os efeitos negativos causados pela crise sobre a Europa fez com que Alemanha e França deixassem de participar do grupo dos dez primeiros colocados. Com uma recessão grave e desemprego a 9,8%, os Estados Unidos perderam a 1ª colocação para o Reino Unido e caíram para o 3º lugar.

A Austrália, que elevou os juros nesta semana porque o aquecimento da economia não foi expressivamente abalado pela crise, saltou da 11ª posição para a 2ª. A queda forte do nível de atividade levou o Japão do 4º para o 9º lugar. O Canadá, outro país desenvolvido, caiu de 5º para 6º.

Além do Brasil, outros países emergentes apresentaram evolução no ranking. Cingapura, por exemplo, subiu de 10º para 4º lugar.

O ranking avalia cerca de 120 tópicos nos países analisados, entre eles ambiente institucional e de negócios, estabilidade financeira e dimensão do mercado de capitais.

No caso do Brasil, alguns fatores contribuíram para levá-lo à 34ª posição. Destaque para a primeira posição no quesito relativo ao poder de supervisão financeira e o terceiro posto na variável estabilidade da moeda.

A força do sistema financeiro nacional levou o país à 25ª posição no item estabilidade do sistema financeiro. Contudo, o estudo apontou que o Brasil apresenta pontos vulneráveis, como o fraco desempenho em áreas relacionadas a temais regulatórios e legais e o ineficiente sistema tributário, que prejudica a evolução dos investimentos no país.

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

Vaselina, mais, muito mais vaselina: A oposição não vai aguentar...

Lula é o político mais popular do mundo, diz revista americana

Do UOL Notícias
Em São Paulo

Um dia depois de a aprovação a seu governo alcançar 69%, de acordo com uma pesquisa do instituto Ibope, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva foi chamado pela revista americana Newsweek de "o político mais popular do mundo". A publicação afirmou também que o brasileiro é a maior estrela da 64ª Assembleia Geral das Nações Unidas, realizada nesta quarta-feira (23) em Nova York.

"As câmeras podem focar na personificação do americano descolado, Barack Obama, ou nos autocratas exibicionistas e despeitados como o iraniano Mahmoud Ahmadinejad e o venezuelano Hugo Chávez, mas a maior estrela disponível será o duro, barbado e ex-torneiro mecânico", diz o texto.

"É um longo caminho do faminto Nordeste do Brasil para a sala da Assembleia Geral das Nações Unidas, mas o presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, conhece cada passo desse caminho", afirma a Newsweek, completando que o presidente "é considerado agora o líder de uma potência regional e um porta-voz autodesignado para as nações emergentes de todo o mundo".

Sobre os quase 70% de aprovação do governo Lula, a Newsweek escreve que "essa seria uma característica marcante em qualquer lugar, ainda mais em um continente onde os presidentes são uma commodity descartável". Em entrevista à revista, o presidente brasileiro diz que os resultados da economia e a recuperação da autoestima do país ajudam a explicar os motivos de sua alta popularidade.


terça-feira, 22 de setembro de 2009

O que fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA! - Parte 13

Brasil alcança grau de investimento da Moody's
Agência Estado


O Brasil conquistou o selo "grau de investimento" por mais uma importante agência de classificação de risco. Nesta terça, a Moody's elevou a nota do País para "Baa3". No dia 30 de abril do ano passado, o Brasil se tornou grau de investimento pela avaliação da Standard & Poor's. E em 29 de maio de 2008 foi a vez da Fitch atribuir essa nota ao País.

A classificação de risco é uma ferramenta usada pelos investidores estrangeiros na hora de decidir em que país irão colocar suas aplicações. Ela reflete o risco que um país tem de não honrar o pagamento de seus títulos. Quanto melhor é a avaliação, menor é o risco e, portanto, maior é a capacidade do país de atrair investimentos.

A partir de um determinado patamar de classificação de risco o país é considerado "grau de investimento". Ou seja, o risco de calote é muito baixo. Muitos fundos de investimento estrangeiro direcionam recursos apenas para países que têm esta classificação.

"A Moody's Investors Service elevou os ratings de dívida do Governo do Brasil em moeda local e estrangeira do grau especulativo Ba1 para Baa3, patamar inicial para créditos com grau de investimento. A perspectiva para os novos ratings é positiva. A elevação reflete o reconhecimento pela Moody's de que a capacidade de absorção de choques, incluindo a capacidade de resposta das autoridades, aponta para uma melhora significativa do perfil de crédito soberano do Brasil," afirmou Mauro Leos, Regional Credit Officer da Moody's para a América Latina.

Evidências de robusta flexibilidade econômica e financeira, tipicamente associados a créditos com grau de investimento, podem ser vistas na rápida contração do PIB, no enfraquecimento mínimo das posições de reservas internacionais do país, na moderada deterioração dos indicadores de dívida do governo e na ausência de estresse financeiro no sistema bancário" afirmou Leos. Estas características sugerem que o Brasil é um "vencedor" se comparado aos outros países globalmente integrados classificados pela Moody's.

"Ainda que a economia apresente crescimento negativo do PIB em 2009 e as contas fiscais sofram deterioração em relação aos anos anteriores, afirmou Leos, o desempenho geral do Brasil provou ser melhor do que a maioria dos países classificados como grau de investimento na categoria Baa, onde o Brasil agora está situado.

"Leos afirmou que a elevação do rating é parte de um processo continuo para identificar países que se tornaram "vencedores" durante o período de turbulência financeira e econômica global. Este processo levou a um reajuste dos ratings soberanos na escala global para certos países cujos perfis de crédito soberano, ao mesmo tempo em que seguiram por um caminho positivo no médio prazo, provaram ser menos vulneráveis em comparação aos seus pares.

O teto soberano do Brasil para dívida em moeda estrangeira também foi elevado de Baa3 para Baa2, e o teto soberano para depósitos bancários em moeda estrangeira foi elevado de Ba2 para Baa3. Estes ratings têm perspectiva positiva. Os tetos do país em moeda local para depósitos e dívidas não foram afetados.

A ultima ação de ratings do Brasil foi feita no dia 6 de julho de 2009, ocasião em que a Moody's colocou os ratings de dívida do governo em moeda local e estrangeira em revisão para possível elevação. O teto soberano do Brasil para dívida em moeda estrangeira também foi colocado em revisão, assim como o teto soberano para depósitos bancários em moeda estrangeira.

O que fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA! - Parte 12

Aprovação a Lula aumenta para 81%, diz CNI/Ibope






A aprovação pessoal do presidente Lula subiu ligeiramente em setembro, para 81%, segundo a pesquisa CNI/Ibope. A avaliação positiva do Governo também cresceu, e atingiu o segundo melhor resultado desde a posse de Lula.

segunda-feira, 21 de setembro de 2009

O que fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA - Parte 11

Número de cheques sem fundos cai 11% em agosto, revela Serasa


A quantidade de cheques devolvidos por falta de fundos no mês de agosto no país caiu 11% em relação a julho, segundo dados a Serasa, divulgados hoje (21). O levantamento mostra que em agosto foram devolvidos 19,6 cheques a cada mil compensados. Em julho, as devoluções atingiram 22,1 cheques a cada mil compensados. O cheque é considerado sem fundos a partir de sua segunda devolução.

A Serasa atribuiu o resultado à melhora da conjuntura econômica, acompanhada pelo crescimento do emprego, principalmente o formal. O efeito calendário, com dois dias úteis a menos em agosto, também é considerado facilitador da diminuição dos cheques devolvidos.

Na comparação entre o acumulado de janeiro a agosto de 2009 com o mesmo período de 2008, a inadimplência com cheques cresceu 14,2%. Nos oito meses do ano, foram devolvidos 22,5 cheques por mil compensados, ao passo que, em igual período do ano anterior, foram 19,7 cheques devolvidos por mil compensados.

A Serasa destaca que o cheque foi a alternativa do varejo para financiar clientes durante o período mais crítico da crise - o primeiro trimestre do ano -, quando houve 23,6 cheques devolvidos a cada mil compensados. No segundo trimestre, o indicador era de 22,5 cheques devolvidos a cada mil compensados. No quarto bimestre (julho e agosto), o resultado é de 20,8 cheques devolvidos a cada mil compensados.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

O que fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA - Parte 11

Brasil gera 242 mil empregos formais e tem melhor resultado para agosto em 17 anos


A economia brasileira abriu 242.126 postos de trabalho com carteira assinada em agosto, no melhor desempenho mensal deste ano e na melhor leitura para o mês desde o início da série histórica iniciada em 1992.


O Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) de agosto registrou a criação de 242.126 empregos formais, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (16) pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Esse saldo líquido positivo é resultado de 1,457 milhão de contratações e 1,215 milhão de demissões.O saldo líquido representa um crescimento de 0,75% em relação ao estoque de empregos de julho. Em julho, foram criados 138.402 empregos.

Os dados da Caged superaram as expectativas do próprio presidente Lula que na última segunda-feira (14) estimou que a geração de empregos com carteira assinada em agosto bateria recorde com mais de 150 mil postos.

De janeiro a agosto, foram criados 680.034 postos de trabalho e, nos últimos 12 meses, 328.509 vagas. De janeiro a agosto, a geração de vagas teve crescimento de 2,13% em relação ao estoque de postos de dezembro do ano passado.

O destaque do mês é a recuperação da indústria, onde a criação líquida de postos nesse segmento somou 66.564 - também o melhor resultado do ano para a indústria.

O setor de Serviços continua a liderar a geração líquida de postos de trabalho, com 85.568 vagas no mês. Seguem-se Comércio, com 56.813, e Construção Civil, com 39.957.

O último resultado do Caged registrou a criação de 138.402 vagas formais em julho de 2009, o melhor saldo registrado no ano e o quarto maior da série histórica, segundo dados do cadastro.

terça-feira, 15 de setembro de 2009

O que fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA! - Parte 10

Para quem não sabe: A bolsa reflete a imagem do mercado em geral!

Bovespa fecha em alta e sobe mais de 100% desde auge da crise

Principal índice do mercado paulista subiu 58% só neste ano.
Perspectivas positivas para economia animam investidores.

Do G1, em São Paulo

A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) fechou em alta de 0,67% nesta terça-feira (15), aos 59.263 pontos, o maior valor neste ano e também o maior valor desde 31 de julho do ano passado.


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O Ibovespa, índice que é referência para os negócios, acumula alta de 101% desde 27 de outubro do ano passado, no auge da crise, quando atingiu mínima de 29.435 pontos. Em 2009, o indicador já acumula alta de 57,8%.

"Só neste ano a bolsa já subiu 58%, mas em dólar essa alta é de mais de 100%", o que atrai investidores estrangeiros e mostra a força do real, segundo Samy Dana, professor de finanças da Fundação Getúlio Vargas (FGV) de São Paulo.

O especialista explica que a bolsa sobe quando as expectativas para o futuro são positivas. "Os investidores têm confiança na volta do crescimento. Em 2010 a expansão do PIB deve ficar entre 4% e 5% em 2010", diz Dana.

O que fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA - Parte 9

Vendas do varejo crescem 0,5% em julho

As vendas no comércio varejista cresceram 0,5% em julho em relação aos dados do mês anterior, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio, divulgada hoje (15) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O resultado representa a terceira taxa positiva nesse tipo de comparação. Em relação ao mesmo período do ano passado, houve alta de 5,9% no volume de vendas.

Entre os meses de janeiro e julho, o comércio acumula expansão de 4,7% em relação ao resultado do mesmo período de 2008. No acumulado de 12 meses encerrados em julho, o aumento foi de 5,8%.

De acordo com o levantamento, a receita nominal de vendas (que inclui a inflação) subiu 0,5% na passagem de um mês para o outro. Em relação à de julho de 2008, a alta foi de 9,4%.

Segundo o IBGE, o segmento de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo - com variação de 10,1% em relação aos dados de julho do ano passado - foi o responsável pela principal contribuição à taxa global do varejo. O IBGE destaca que o resultado foi influenciado pelo aumento do poder de compra da população em função do crescimento da massa de rendimento dos ocupados (4,1% em relação à de julho de 2008, segundo a Pesquisa Mensal de Emprego), além da estabilização dos preços do setor.

Ao todo, houve aumento no volume de vendas, nessa base de comparação, em seis das oito atividades pesquisadas. Entre elas também estão artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria e cosméticos (13,4%); outros artigos de uso pessoal e doméstico (9,6%); e equipamentos e materiais para escritório, informática e comunicação (7,9%).

O levantamento também mostra que caíram as vendas de combustíveis e lubrificantes (-4,2%) e tecidos, vestuário e calçados (-2,1%).

Na passagem de um mês para outro, a pesquisa do IBGE aponta como principais resultados as expansões observadas em livros, jornais, revistas e papelaria (4,2%) e artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria e cosméticos (3,8%). Ao todo, houve alta em quatro das oito atividades.

O levantamento revela ainda que o volume de vendas no comércio varejista ampliado (que inclui o desempenho do setor de veículos, motos, material de construção no varejo) registrou queda de 6% em relação ao resultado de junho e de 4,2% para a receita nominal. As vendas de veículos e motos caíram 10,4% na passagem de um mês para o outro e as de material de construção, 1,3%.

Em relação aos dados do mesmo período do ano anterior, houve alta de 0,9% no volume vendas e de 1,0% na receita nominal, refletindo, de acordo com o IBGE, os resultados da política de redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que incentivou as vendas de automóveis, prejudicadas a partir do último trimestre de 2008 pelas restrições de crédito. Nessa base de comparação, as vendas de veículos, motos, partes e peças tiveram queda de 4,9% e de material de construção, de 12,5%.

A análise regional revela que 22 estados registraram variações positivas no volume de vendas do comércio varejista na comparação entre os meses de julho dos dois anos. As altas mais significativas foram observadas no Piauí (20,0%), em Sergipe (19,0%), em Alagoas (10,8%), no Ceará (10,5%) e em Rondônia (9,1%).

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Como fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA! - PARTE 7

PIB sobe 1,9% no segundo trimestre do ano


Rio de Janeiro - A economia brasileira cresceu 1,9 % no segundo trimestre do ano na comparação com o trimestre anterior. A maior elevação foi registrada no setor industrial, cuja alta na produção chegou a 2,1%. Já o setor de serviços apresentou elevação de 1,2%. Na agropecuária, houve queda de 0,1%.

Em relação ao segundo trimestre de 2008, o Produto Interno Bruto (PIB) - a soma de bens e serviços produzidos no país - teve queda de 1,2%. Na taxa acumulada nos quatro trimestres terminados em junho, o crescimento do PIB foi de 1,3 em relação aos quatro trimestres imediatamente anteriores. No acumulado do primeiro semestre de 2009, a soma das riquezas produzidas no país caiu 1,5% em relação ao mesmo período do ano passado.

Na mesma comparação, o consumo das famílias cresceu 3,2 %, o vigésimo-terceiro período de crescimento consecutivo. Um dos fatores que contribuíram para esse resultado foi o comportamento da massa salarial real, que cresceu 3,3% no segundo trimestre de 2009. Além disso, as operações de crédito do sistema financeiro para pessoas físicas tiveram incremento de 20,3%.

A despesa de consumo da administração pública variou 2,2% na comparação com o primeiro trimestre de 2008 e os investimentos (formação bruta de capital fixo) caíram 17,0%. Este foi a maior queda neste tipo de comparação desde 1996, quando o IBGE iniciou a pesquisa das contas trimestrais.

Os dados do Produto Interno Bruto (PIB), a soma de bens e serviços produzidos no país, estão sendo divulgados hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

quinta-feira, 10 de setembro de 2009

Como fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA! ( PARTE 6)

Desemprego menor faz inadimplência cair 13%

10 de setembro de 2009


A inadimplência do consumidor brasileiro caiu 13,16% em agosto, em relação a julho, e 1,38% na comparação com o mesmo período de 2008. Os dados fazem parte do Indicador CNDL/SPC Brasil, realizado pela Confederação Nacional de Dirigentes de Lojistas (CNDL) e pelo Serviço Nacional de Proteção ao Crédito (SPC Brasil), divulgado nesta quinta-feira.

Segundo o presidente do SPC Brasil, Roberto Alfeu Pena Gomes, uma série de fatores explica a queda na inadimplência. Entre as principais causas estão a antecipação do pagamento do 13º salário, a restituição do imposto de renda, o aumento da massa salarial e a redução do desemprego.


"As classes C e D estão sendo empregadas, principalmente com o crescimento da construção civil. Sob este aspecto, o PAC ajudou a dar dados positivos à nossa base", comentou Alfeu. Para ele, as classes C e D não necessariamente são as que apresentam maior nível de inadimplência, mas são as que precisam de mais crédito. Apesar dessa avaliação, o perfil da inadimplência do levantamento revela que as maiores taxas estão concentradas nas dívidas de valores mais baixos. Mais de metade dos débitos em atraso está concentrada em valores de até 100 reais (28,87%).

O presidente do SPC comentou que colaboram também para um cenário mais positivo a taxa básica de juros menor e o retorno das encomendas do comércio, que, segundo ele, já começou a recompor estoques. "Vemos uma volta dos pedidos de uma forma mais estudada do que no passado, para evitar as muitas liquidações. Além de todos os fatores citados, com certeza a redução do IPI para veículos e eletrodomésticos ajudou nesse processo de queda da inadimplência", pontuou.

Os dados apresentados pelo indicador CNDL/SPC indicam que a taxa de inadimplência medida pelo Banco Central deve cair nos próximos meses. De acordo com o BC, a inadimplência média no crédito livre subiu pelo oitavo mês consecutivo em julho. No mês em questão, a parcela dos empréstimos com atrasos superiores a 90 dias cresceu de 5,7% em junho para 5,9% em julho, o maior patamar da série histórica iniciada em 2000.

"A tendência é a de que a inadimplência medida pelo BC caia nos próximos meses, pois o nosso dado é muito dinâmico", argumentou o presidente do SPC Brasil. Pela metodologia do indicador CNDL/SPC, que leva em conta 150 milhões de Cadastro de Pessoas Físicas (CPFs), o consumidor pode ser classificado como inadimplente no dia seguinte ao não pagamento de sua dívida ou em um prazo de até cinco anos, dependendo do lojista que tem o dinheiro a receber.

Alfeu explicou, porém, que 30 dias é a média de tempo que o comerciante leva para registrar o nome do consumidor inadimplente no SPC. Ele considerou que mais de 25% dos consumidores que ingressam no SPC como inadimplente retiram seu nome após 13 dias. "Em 30 dias, temos quase 50% das pessoas saindo do nosso banco de dados", disse.

Como fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA! ( PARTE 5)

Bovespa sobe 1,08%, a quinta alta seguida, e
passa de 58 mil pontos

Valorização no ano chega a 55,89%

RIO - A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) subiu nesta quinta-feira pelo quinto pregão seguido, fechando acima de 58 mil pontos pela primeira vez no ano. A alta da bolsa brasileira seguiu os ganhos de Wall Street, depois de um discurso otimista do secretário do Tesouro do Estados Unidos, Timothy Geithner, e do anúncio de que o número de americanos recebendo seguro-desemprego recuou. O Ibovespa, principal indicador do mercado brasileiro, ganhou 1,08%, a 58.535 pontos, a maior pontuação desde 31 de julho de 2008, quando o indicador estava em 59.505 pontos. O índice já acumula ganhos de 55,89% no ano. O volume negociado no dia ficou em R$ 5,006 bilhões. Já o dólar comercial fechou com desvalorização acentuada. A moeda americana recuou 0,82%, a R$ 1,821.

Em Nova York, o índice industrial Dow Jones subiu 0,84%, enquanto o S&P500 aumentou 1,15%, e o Nasdaq, das ações de tecnologia, avançou 1,04%.


Como fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA! ( PARTE 4)

220 bilhões de dólares

E as reservas internacionais do Brasil não param de crescer: nesta semana em que se completa um ano da quebra do Lehman Brothers, os números oficiais do Banco Central revelam que elas bateram 220,2 bilhões de dólares. Nunca antes na história deste país etc. etc. etc.

O volume das reservas cresceu quase dez bilhões de dólares a mais do que há pouco mais de um mês. Na semana anterior ao estouro do Lehman, eram cerca de 205 bilhões de dólares em caixa.

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

Como fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA! ( PARTE III)

Sarney diz que fará tudo para PMDB acompanhar Dilma Rousseff

Senador disse que crise enfrentada deve-se ao apoio à continuidade das políticas do governo Lula


BRASÍLIA - O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), declarou que no que depender da força política que exerce no partido, fará de tudo para consolidar a aliança com o PT tendo em vista a eleição da ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva em 2010, de acordo com a Agência Brasil. Apesar disso, o peemedebista afirmou em entrevista que vai ao ar às 22h no programa "3 a 1", da TV Brasil, que sua aliança com Lula não interfere na forma como conduz o Senado Federal.

Sarney acrescentou que parte da crise enfrentada no comando da Casa deve-se justamente ao apoio à continuidade das políticas implementadas nos oito anos de governo petista. "Se depender de mim [Dilma terá o apoio do partido] e eu estou pagando um pouco por isso, justamente porque eu defendo que a melhor solução para o PMDB é acompanhar o acordo que tem com o presidente Lula e acompanhá-lo na sucessão para dar prosseguimento ao que ele está fazendo."

Durante a entrevista, Sarney evitou comentar sobre os potenciais candidatos presidenciais que já têm os nomes divulgados pela imprensa. Especificamente sobre Dilma Rousseff, no entanto, ele disse que a ministra representa "a continuidade do governo Lula" e, na medida em que as ações implementadas estão dando certo se faz necessário prosseguir.

Sarney foi objetivo nas avaliações sobre a classe política atual. "Confesso que sinto que estamos diminuindo muito de qualidade", disse no "3 a 1". Para ele, a queda da qualidade dos políticos, também constatada pelo senador Garibaldi Alves Filho (PMDB-RN) em entrevista à Agência Brasil quando estava no comando da Casa, não pode ser ater ao número de suplentes que hoje ocupam boa parte das 81 cadeiras no Senado.

O pano de fundo, na sua avaliação, é a falta de vontade que existe no Congresso de realizar a reforma política, assunto que sempre vem à tona nos momentos de crises do Executivo ou do Legislativo para logo ser esquecido.

"Os congressistas não fazem a reforma política porque cada um tem a ideia que conseguiu para ser eleito dentro deste sistema e se mudar ele não consegue ser eleito . Então ele não muda, e o resultado é que continuamos dentro dessa realidade", analisou.

Por conta da indisposição de se atualizar o sistema eleitoral, José Sarney ressaltou que hoje o país se sustenta na pessoa do Presidente da República. "Ele é o ponto de coesão nacional porque as instituições estão em frangalhos, inteiramente dissociáveis. No dia em que nós tivermos um presidente que for 'tantan', aí isso aqui vira uma bagunça que não tem tamanho."

Ele ressaltou que a degradação dos Três Poderes ocorre há tempos. Ele ressalvou, entretanto, que a capacidade de lidar com as crises dos presidentes Itamar Franco, Fernando Henrique Cardoso e de Lula foram fundamentais para aguentar as consequências do enfraquecimentos dessas instituições até o momento.

terça-feira, 1 de setembro de 2009

Como fazer para a OPOSIÇÃO parar de CHORAR: MAIS VASELINA!

Primeira tentativa de obstrução na Câmara fracassa; oposição é contra urgência para projetos do pré-sal


Um requerimento solicitando a retirada de pauta da MP 465, que trata de subvenção ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) foi rejeitado com 247 votos contrários.

"Jamais uma mãe iria descobrir um filho para cobrir outro"; afirma Lula


PSDB, DEM e PPS entraram em obstrução contra o pedido de urgência para votação dos quatro projetos encaminhados pelo Executivo ao Congresso Nacional, relacionados ao pré-sal. A oposição defende um período maior para se discutir as propostas.

Mesmo perdendo na votação do primeiro requerimento, a oposição já antecipou que vários outros requerimentos serão colocados em pauta, em uma tentativa de se impedir as votações em plenário. "Ou se tira a urgência, ou continuamos em obstrução", afirmou líder do PSDB, José Aníbal (SP).

"Se for criada uma comissão geral, não se consegue fazer um debate bem feito em menos de três semanas. Temos que trazer gente (para audiências de discussão dos projetos) que acrescente racionalidade ao debate. Mas, no fundo, o que há é um debate eleitoreiro", criticou Aníbal.

O líder do DEM, ACM Neto (BA), chegou a propor uma trégua até que o presidente da Câmara, Michel Temer (PMDB-SP), se reunisse com integrantes do governo e líderes partidários para tentar um entendimento em relação ao pedido de urgência. Temer concordou em fazer a consulta às lideranças e ao governo. Contudo, a oposição decidiu manter a obstrução.

O deputado José Genoíno (PT-SP) defendeu a urgência dizendo que ela evitaria que outros projetos em tramitação na Câmara fossem analisados em conjunto com as propostas do pré-sal. "Esta Casa está há um ano discutindo o pré-sal. E terá mais 45 dias para discutir".

Com a urgência, os projetos terão de ser votados tanto na Câmara como no Senado em até 90 dias.

Relatoria
A expectativa é pela criação de comissões especiais para analisar cada projeto. Ou ainda, uma comissão geral na qual todos seriam analisados conjuntamente. Essa é a tese defendida pelo deputado (PSC-RJ), um dos que reivindica uma relatoria. "Teríamos um relator geral e três sub-relatores. Seria mais tranquilo e mais rápido desta forma. Eu me coloquei à disposição (para assumir uma relatoria). Na briga dos grandes, talvez sobre alguma coisa para eu pegar", disse, referindo-se a PMDB e PT, que devem ficar com os cargos-chave na análise das propostas.

O ex-presidente da Câmara Arlindo Chinaglia (PT-SP), cotado para uma relatoria, foi questionado sobre a mais cobiçada, aquela que cuidará do projeto que muda o modelo atual de concessão para o de partilha, na exploração do pré-sal. A vaga ficaria com o PMDB, a maior bancada na Casa.

"Quem escolhe é o presidente da Câmara e é normal que as bancadas reivindiquem lugar nos projetos mais importantes. Mas não tenho informação de que alguém tenha sido escolhido", afirmou.

O presidente Michel Temer passou a tarde desta terça-feira no Rio de Janeiro, acompanhando o velório do ministro do Supremo Tribunal Federal Carlos Alberto Menezes Direito. Mas retornou a Brasília e está presidindo a ordem do dia no plenário.

Temer ainda deverá analisar por quantas comissões os projetos devem passar antes de designar as relatorias. Segundo o regimento da Casa, se uma proposta tiver de passar por mais de três comissões de mérito, uma comissão especial deve ser criada para analisá-la.

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