quinta-feira, 6 de outubro de 2005

Ex-tesoureiro tucano vai depor


CPI do Mensalão, nome criado pela mídia e empregado nesse país dos apelidos, das formas pejorativas e da tolice galopante, quer ouvir o que Sérgio Ricardo tem a dizer sobre emenda da reeleição

A CPI convocou ontem o ex-diretor da área internacional do Banco do Brasil Ricardo Sérgio de Oliveira. Ex-tesoureiro do PSDB, Ricardo Sérgio é suspeito de participação na suposta liberação de recursos para a compra de votos e aprovação da emenda da reeleição durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, em 1997.

As cobras, que antes só fumavam, agora também tem asas e coloca pra fora. E a cobra está com as asinhas de fora."É um absurdo. Ele já foi investigado, está sendo processado. Não tem sentido", reclamou a deputada Zulaiê Cobra (PSDB-SP). A comissão ainda tentou quebrar o sigilo dele, mas sem sucesso. Se querem que esse país seja passado à limpo, como diz o BORIS “MÚMIA” CASOY, chegou a hora!

Num desses Blogs de aluguel, era comum a “maliciosa” insinuação do nome da empresa – GARANHUNS- com LULA. Aí está, senhores, parlamentares da CPI acreditam que ele- Sérgio Ricardo, tesoureiro do PSDB - seria sócio da Guaranhuns Empreendimentos, empresa que, segundo Marcos Valério, teria intermediado pagamento de R$ 6 milhões ao presidente do PL, Valdemar Costa Neto.

O nome do ex-tesoureiro tucano já tinha aparecido na CPI dos Correios como proprietário do prédio onde funciona a agência DNA, de Marcos Valério. Isso porque o edifício em Belo Horizonte que hoje é ocupado pela SMP&B, empresa de Valério, pertence à Planefin, de propriedade de Ricardo Sérgio.

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