
Dinheiro arrecadado pelo ex-tesoureiro de Collor começa a aparecer uma década após sua morte, mas assassinato ainda é mistério
(Lucas Figueiredo/Estado de Minas)
Luiz Carlos Murauskas/Folha Imagem
Quem matou Paulo César Farias? E onde foi parar a sobra de dinheiro (pelo menos US$ 100 milhões) do Esquema PC? Essas duas perguntas continuam sem resposta mesmo tendo passado 10 anos do assassinato do ex-tesoureiro da campanha presidencial de Fernando Collor de Mello, ocorrido na madrugada de 23 de junho de 1996. O Estado de Minas voltou ao local do crime e descobriu pistas – relacionadas à morte e ao dinheiro – que não foram investigadas à época. Uma delas refere-se à milionária movimentação financeira de Augusto Farias logo após a morte de seu irmão. A ascensão de Augusto – que herdou o comando financeiro e político dos Farias – contrasta com a realidade do restante da família, incluindo os filhos de PC (Ingrid, de 26 anos, e Paulinho, de 24).
O Jornal Estado de Minas inicia neste domingo a publicação de uma série de reportagens especiais que mostrarão o destino de parte do dinheiro do Esquema PC. E que revelarão também fatos novos relacionados ao caso da morte de Paulo César e de sua namorada, Suzana Marcolino.
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