Acertou no caso das telecomunicações, mas errou quanto às empresas elétricas. Chegou a dizer (no artigo) que se Eletrobrás, Furnas, Chesf e Eletronorte tivessem sido vendidas ao setor privado, não faltariam recursos para investimentos.
Não é fato: não estão faltando.
Em 2005, Furnas, na administração José Pedro Rodrigues, apresentou um lucro líquido de 860 milhões e, neste ano, está investindo mais de 1 bilhão de reais. Dizer que vender estatais elétricas seria um bom negócio não tem base na realidade. A Light foi vendida à francesa EDF. Esta não investiu um centavo e ainda deixou uma dívida no BNDES de 1 bilhão e 300 milhões de dólares.
A Eletropaulo foi comprada pela americana AES: sua dívida para com o BNDES, em aberto, é de 1 bilhão e 200 milhões de dólares. Existe ainda um outro aspecto: as privatizações, ironia do destino, foram feitas com recursos dos fundos de pensão, que são de origem estatal, e com financiamento público.
Em 2005, Furnas, na administração José Pedro Rodrigues, apresentou um lucro líquido de 860 milhões e, neste ano, está investindo mais de 1 bilhão de reais. Dizer que vender estatais elétricas seria um bom negócio não tem base na realidade. A Light foi vendida à francesa EDF. Esta não investiu um centavo e ainda deixou uma dívida no BNDES de 1 bilhão e 300 milhões de dólares.
A Eletropaulo foi comprada pela americana AES: sua dívida para com o BNDES, em aberto, é de 1 bilhão e 200 milhões de dólares. Existe ainda um outro aspecto: as privatizações, ironia do destino, foram feitas com recursos dos fundos de pensão, que são de origem estatal, e com financiamento público.
Em matéria de estilo, configurou-se com FHC uma autêntica privatização à brasileira.
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