quinta-feira, 26 de outubro de 2006

Oni querido olha a pesquisa:



É LULA DE NOVO COM A FORÇA DO POVO
63,2%


Sensus dá 26 pontos de vantagem a Lula


Da 87ª Pesquisa CNT/Sensus que ouviu 2 mil pessoas em 195 municípios no período de 23 a 25 de outubro de 2006 e que acaba de ser divulgada em Brasília:
Lula - 63,2% (do total de votos válidos)Alckmin - 36,8%

Vantagem de Lula: 26,4%

Sobre o total de votos (incluindo brancos, nulos e indecisos):

Lula - 57,5%
Alckmin - 33,5%
Brancos e nulos - 3,3%
Indecisos - 5,9%

Por regiões (sobre o total de votos)

Nordeste - Lula, 74,% a 18,6%
Sudeste - Lula, 50,9% a 36,7%
Norte/Centro-Oeste - Lula, 58,3% a 38,4%
Sul - Lula, 45,5% a 45,2%

Margem de erro da pesquisa: 3 pontos percentuais para mais ou para menos. Vantagem de Lula: 26,4%

Jussara



26 de outubro de 2006 - 12:06


CNT/Sensus: Na pesquisa espontânea, Lula tem 24 pontos de vantagem sobre Alckmin


Presidente aparece com 57,5% sobre 33,5% do tucano
Fábio Graner e Cida Fontes





BRASÍLIA - Pesquisa estimulada realizada pelo CNT/Sensus entre os dias 23 e 25 de outubro mostrou que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve ser reeleito com vantagem de 24 pontos porcentuais sobre o seu opositor, Geraldo Alckmin (PSDB). Segundo o levantamento, Lula deve obter 57,5% das preferências e Alckmin 33,5%.

Em relação aos índices de rejeição, por sua vez, os dois candidatos apresentaram aumento em relação aos números de fim de setembro. Lula apresentou ascenção de 27,3% para 33,6%. Alckmin, de 41% para 45%.

Os votos brancos e nulos somam 3,3% e os indecisos, 5,9%. No levantamento, Lula obteve 63,2% dos votos válidos e Alckmin, 36,8% e, segundo o diretor da Sensus, Ricardo Guedes, o resultado significa a consolidação dos votos em favor de Lula.

Essa é a única pesquisa feita pelo CNT/Sensus para o segundo turno, por isso há dados comparativos. Na pesquisa espontânea, o presidente Lula manteve a preferência, com 53,9% das intenções de voto contra 31,4% de Geraldo Alckmin. Os votos brancos e nulos somam 3,5% e os indecisos, 11,3%.

Segundo Guedes, "houve um alargamento das tendências" recentemente e, para ele, a eleição está tecnicamente definida. Na sua avaliação, na campanha para o segundo turno, Lula teve oportunidade de "sintetizar no consciente coletivo, o que fez no seu mandato". Outros fatores que reforçaram sua posição foram a forma mais aguerrida de campanha e o fato de as acusações éticas não terem pesado muito. "A questão ética influi, mas não é decisiva", disse.

Guerra analisou, ainda, que o discurso feito pelo PT de que Alckmin iria privatizar estatais, se eleito, também teria sido significativo já que, em sua opinião, certas privatizações passadas reapareceram como "questionáveis".


Rejeição e vitória

Segundo Guedes, candidato com rejeição acima de 40% "está fora do jogo político". Ele lembrou que o cenário de vitória de Lula já estava sendo mostrado ao longo das edições anteriores da pesquisa, por causa da rejeição menor. "Ao longo das pesquisas, sabíamos que o produto eleitoral vencedor mais provável é o que está efetivamente ocorrendo", disse.

A pesquisa CNT/Sensus mostra que Lula seria o único candidato em que 49,6% dos entrevistados votariam. Em setembro, esse índice era de 44,3%. Já no caso de Alckmin, 32,9% dos entrevistados agora disseram que o tucano seria o único candidato em que votariam; em setembro, esse porcentual era de 18,5%.

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