O senador Sérgio Guerra, coordenador da campanha de Geraldo Alckmin à Presidência da República, tentou jogar água na fervura da campanha e emitiu nota sobre as acusações do PT de que Geraldo Alckmin irá cortar gastos indiscriminadamente se eleito presidente:
"Lula e sua campanha continuam com o jogo sujo de espalhar boatos e mentiras sobre a campanha de Geraldo Alckmin. Hoje, a tentativa é imputar a Geraldo Alckmin a intenção de promover cortes indiscriminados de gastos. A orientação do futuro presidente Alckmin é clara: é destinar mais dinheiro para a saúde, mais dinheiro para a educação, mais dinheiro para a segurança, mais dinheiro para as estradas, mais dinheiro para o desenvolvimento.
Porém um assessor de Alckmin,Yoshiaki Nakano, cotado para ser o Ministro da Fazenda, calçou o salto 16 e defendeu o equilíbrio entre o juro interno e as taxas externas, a fim de equilibrar a conta de capitais do País; um câmbio flutuante, porém administrado; o controle de capitais de curto prazo; e o corte nas despesas correntes em 2007 da ordem de 3% do PIB (R$ 60 bilhões)
O coordenador da campanha não precisava ser tão solícito com o PT. Deve-se preocupar, agora, é com o mercado que está em polvorosa, com essa declaração.
Governo e economistas criticaram as propostas apresentadas nesta terça-feira, em exposição na Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ).
O compromisso de Geraldo Alckmin é com o povo brasileiro. Qual povo?
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