Uma das coisas mais patéticas, na maneira do PSDB argumentar, é sua indefectível mania de jogar números e estatísticas que não sobrevivem ao primeiro confronto.
Na última bravata do "DR GERALDO" ( Alckmin, o Médico que nunca clinicou), ele nos dá conta que venderá o AVIÃO DO LULA, e não sabe que o AVIÃO É DA FAB. Além disso, todos sabem porquê "teima" em querer vendê-lo, fazendo jus a sanha privatista dos TUCANOS. Essa praga da POLÍTICA NACIONAL só sabe promover o DESMONTE DO ESTADO, entre outras tragédias.
Na última bravata do "DR GERALDO" ( Alckmin, o Médico que nunca clinicou), ele nos dá conta que venderá o AVIÃO DO LULA, e não sabe que o AVIÃO É DA FAB. Além disso, todos sabem porquê "teima" em querer vendê-lo, fazendo jus a sanha privatista dos TUCANOS. Essa praga da POLÍTICA NACIONAL só sabe promover o DESMONTE DO ESTADO, entre outras tragédias.
Na ciência de Administrar, poderíamos aplicar o raciocínio do DR GERALDO ao nosso dia-a-dia: Suponhamos que vendêssemos nosso CARRO e passássemos a usar o TAXI todos os dias, inclusive finais-de-semana? Fica mais barato?? Se não, porquê no caso de uma AERONAVE tem de ser diferente? É esse o pensamento do DR GERALDO. É assim que pensa esse CIDADÃO que quer ser presidente.
Com um raciocínio desse, não consegue ser nem síndico do Prédio onde mora. É por isso que SÃO PAULO, o maior Estado brasileiro, que participa com 30% do PIB nacional, está parado. Com um déficit nas contas públicas de 1,3 Bilhões, por conta do "choque de gestão" do "DR GERALDO", o vendedor de aviões.
UM "AEROLULA" SÓ COM VIAGENS DO DR GERALDO
“O candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, gastou R$ 130 milhões com passagens aéreas e aluguel de veículos e aeronaves entre 2001 e 2005, quando governou o Estado de São Paulo. O valor, confirmado pelo Sistema de Gerenciamento da Execução Orçamentária do estado (Sigeo), seria mais do que suficiente para comprar um Airbus igual ao que ficou conhecido como 'Aerolula'. Ou seja: em apenas quatro anos, Alckmin gastou com deslocamentos mais do que o valor de uma aeronave cujo tempo de vida é estimado em 30 anos.
Mesmo assim, o ex-governador classificou a compra do avião como 'dinheiro jogado fora', em declaração feita durante debate com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último domingo, na TV Bandeirantes.
UM "AEROLULA" SÓ COM VIAGENS DO DR GERALDO
“O candidato tucano à Presidência, Geraldo Alckmin, gastou R$ 130 milhões com passagens aéreas e aluguel de veículos e aeronaves entre 2001 e 2005, quando governou o Estado de São Paulo. O valor, confirmado pelo Sistema de Gerenciamento da Execução Orçamentária do estado (Sigeo), seria mais do que suficiente para comprar um Airbus igual ao que ficou conhecido como 'Aerolula'. Ou seja: em apenas quatro anos, Alckmin gastou com deslocamentos mais do que o valor de uma aeronave cujo tempo de vida é estimado em 30 anos.
Mesmo assim, o ex-governador classificou a compra do avião como 'dinheiro jogado fora', em declaração feita durante debate com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva no último domingo, na TV Bandeirantes.
O eleitor de São Paulo precisa saber quem é que está manipulando informações e 'jogando dinheiro fora'. Segundo o Sigeo, as despesas com locação de veículos e aeronaves cresceram 623,17% entre 2001 e 2005 em São Paulo, passando de R$ 5,39 milhões para R$ 39,04 milhões. Com passagens, houve aumento de 118,5% nos gastos, passando de R$ 4,9 milhões para R$ 10,71 milhões no mesmo período.
Embora Alckmin tenha dito que seu governo vendeu as aeronaves do Estado, as vendas não constam da relação de bens alienados na Assembléia Legislativa. Além disso, a proposta de Lei Orçamentária de 2007 prevê um valor de R$ 3,08 milhões para a manutenção de três aeronaves e uma quarta aparece na relação."
Onde está o DINHEIRO DAS AERONAVES VENDIDAS, DR GERALDO???
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Sobre viagens, demagogia e aviões.
Matéria do jornal O Globo (para usuários cadastrados), com balanço do debate, informa que “o Airbus Corporate Jetliner comprado pelo governo federal para viagens internacionais do presidente da República, conhecido como Aerolula, estava previsto para ser adquirido no plano de reaparelhamento da Força Aérea Brasileira (FAB) aprovado pelo Congresso em julho de 2000, no governo Fernando Henrique Cardoso. O avião custou R$ 167 milhões e foi pago com dinheiro do orçamento da FAB.
O Airbus pertence à Aeronáutica e não à Presidência da República e permite ao presidente despachar de seu interior. O brigadeiro Francisco Joseli Parente Camelo, coordenador das viagens internacionais da Presidência da República, disse que a compra do Airbus foi um excelente negócio. Ele disse que, entre fevereiro de 1999 e abril de 2001, o governo gastou US$ 5 milhões em aluguel de aviões para algumas viagens internacionais do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).”
"Com a média do número de viagens de Fernando Henrique e do presidente Lula, o que foi gasto com o novo avião vai estar pago em dez anos. Seu tempo de vida útil é de 30 anos. Foi um negócio excelente. O avião não é do Lula, é do Estado brasileiro”, disse o brigadeiro a OGlobo.
De acordo com a Folha de S.Paulo (para assinantes), se a bravata de Alckmin, de vender o avião para construir cinco hospitais, for colocada em prática, significa “criar uma despesa permanente com base em uma receita transitória. Ainda que a venda do avião, que custou aos cofres públicos cerca de R$ 125 milhões, seja suficiente para as obras (um hospital inaugurado em agosto em Juiz de Fora custou R$ 37 milhões, mas há opções mais baratas), faltariam recursos para manter posteriormente os hospitais em funcionamento.
Além disso, os deslocamentos presidenciais poderiam ficar mais caros, a longo prazo. Segundo dados da Aeronáutica, o aluguel de um avião privado para o transporte do presidente no governo FHC custava US$ 12 mil por hora voada, contra US$ 2.100 no uso do AeroLula.”
Suspeito que os tucanos, que tanto criticam Lula como se o avião tivesse sido comprado para ele, e não para o Estado brasileiro, devem achar o máximo o Air Force One, avião da Presidência da República dos Estados Unidos. O que vocês acham?
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Campanha de Alckmin enfrenta inferno astral
Inferno astral na campanha tucana. Na defensiva, sem agenda e pautados pela campanha petista, os estrategistas de Geraldo Alckmin passam o tempo todo desmentindo as declarações de Yoshiaki Nakano, como fazem no Valor Econômico, e tentando afastar o fantasma de FHC que continua assombrando Geraldinho com as privatizações e o sucateamento das universidades públicas.
Nem mesmo o debate veio em socorro dos tucanos, porque a pesquisa Datafolha foi um balde de água fria na propaganda tucana – que insistia em difundir a mentira que Alckmin ganhara o debate. Mentira, porque eles e nós sabíamos, pelas pesquisas qualitativas feitas durante o confronto e como a Folha (para assinantes) mostra hoje, que Alckmin perdeu votos onde exatamente precisava manter e não ganhou no eleitorado de Lula, ou seja, a participação de Alckmin no debate foi um fracasso.
E ainda tem o fiasco do AeroLula e do corte de gastos, as informações provando que Geraldinho deixou as contas de São Paulo muito mal, as outras dando conta que ele só vendeu um avião que usava no ano passado – o outro foi agora, na gestão Lembo – e que continuava usando todos os helicópteros que transferiu para a PM. Tudo o que ele falou no debate era um engodo. Um desrespeito aos eleitores dele e ao país. A coisa vai mal no ninho tucano.
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Datafolha confirma liderança de Lula, 12 pontos à frente
A pesquisa Datafolha consolida a dianteira de Lula, que passou de 50% para 51%, enquanto Alckmin caiu de 43% para 40%. Nos votos válidos, a vantagem aumentou 4 pontos e está em 12, 56% a 44%. A pesquisa, que a Folha (para assinantes) publica hoje, só traz boas notícias para Lula e sua campanha.
Em relação ao debate, a posição dos eleitores e das eleitoras mostra um empate técnico. Mas Lula ganhou mais votos no eleitorado que mais assistiu ao confronto. Lula também cresce no Sul, entre os eleitores de Heloísa Helena e entre os eleitores de 25 a 34 anos. Melhor, impossível, isso a 18 dias da eleição e com o início horário eleitoral gratuito, a partir de amanhã, o que também deve favorecer Lula.
Temos ainda mais dois debates, nos quais Alckmin terá que se explicar, começando pelo AeroLula, já que mentiu, e passando pela crise orçamentária que São Paulo – o atual governador, Cláudio Lembo (PFL), já falou em um rombo de R$ 1,2 bilhão – e depois por Abel Pereira, agora investigado pela PF – a própria Folha diz que "Justiça quebra os sigilos bancário e fiscal de empresário ligado a tucano". Haja coração.
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Sobre viagens, demagogia e aviões.
Matéria do jornal O Globo (para usuários cadastrados), com balanço do debate, informa que “o Airbus Corporate Jetliner comprado pelo governo federal para viagens internacionais do presidente da República, conhecido como Aerolula, estava previsto para ser adquirido no plano de reaparelhamento da Força Aérea Brasileira (FAB) aprovado pelo Congresso em julho de 2000, no governo Fernando Henrique Cardoso. O avião custou R$ 167 milhões e foi pago com dinheiro do orçamento da FAB.
O Airbus pertence à Aeronáutica e não à Presidência da República e permite ao presidente despachar de seu interior. O brigadeiro Francisco Joseli Parente Camelo, coordenador das viagens internacionais da Presidência da República, disse que a compra do Airbus foi um excelente negócio. Ele disse que, entre fevereiro de 1999 e abril de 2001, o governo gastou US$ 5 milhões em aluguel de aviões para algumas viagens internacionais do então presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB).”
"Com a média do número de viagens de Fernando Henrique e do presidente Lula, o que foi gasto com o novo avião vai estar pago em dez anos. Seu tempo de vida útil é de 30 anos. Foi um negócio excelente. O avião não é do Lula, é do Estado brasileiro”, disse o brigadeiro a OGlobo.
De acordo com a Folha de S.Paulo (para assinantes), se a bravata de Alckmin, de vender o avião para construir cinco hospitais, for colocada em prática, significa “criar uma despesa permanente com base em uma receita transitória. Ainda que a venda do avião, que custou aos cofres públicos cerca de R$ 125 milhões, seja suficiente para as obras (um hospital inaugurado em agosto em Juiz de Fora custou R$ 37 milhões, mas há opções mais baratas), faltariam recursos para manter posteriormente os hospitais em funcionamento.
Além disso, os deslocamentos presidenciais poderiam ficar mais caros, a longo prazo. Segundo dados da Aeronáutica, o aluguel de um avião privado para o transporte do presidente no governo FHC custava US$ 12 mil por hora voada, contra US$ 2.100 no uso do AeroLula.”
Suspeito que os tucanos, que tanto criticam Lula como se o avião tivesse sido comprado para ele, e não para o Estado brasileiro, devem achar o máximo o Air Force One, avião da Presidência da República dos Estados Unidos. O que vocês acham?
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Campanha de Alckmin enfrenta inferno astral
Inferno astral na campanha tucana. Na defensiva, sem agenda e pautados pela campanha petista, os estrategistas de Geraldo Alckmin passam o tempo todo desmentindo as declarações de Yoshiaki Nakano, como fazem no Valor Econômico, e tentando afastar o fantasma de FHC que continua assombrando Geraldinho com as privatizações e o sucateamento das universidades públicas.
Nem mesmo o debate veio em socorro dos tucanos, porque a pesquisa Datafolha foi um balde de água fria na propaganda tucana – que insistia em difundir a mentira que Alckmin ganhara o debate. Mentira, porque eles e nós sabíamos, pelas pesquisas qualitativas feitas durante o confronto e como a Folha (para assinantes) mostra hoje, que Alckmin perdeu votos onde exatamente precisava manter e não ganhou no eleitorado de Lula, ou seja, a participação de Alckmin no debate foi um fracasso.
E ainda tem o fiasco do AeroLula e do corte de gastos, as informações provando que Geraldinho deixou as contas de São Paulo muito mal, as outras dando conta que ele só vendeu um avião que usava no ano passado – o outro foi agora, na gestão Lembo – e que continuava usando todos os helicópteros que transferiu para a PM. Tudo o que ele falou no debate era um engodo. Um desrespeito aos eleitores dele e ao país. A coisa vai mal no ninho tucano.
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Datafolha confirma liderança de Lula, 12 pontos à frente
A pesquisa Datafolha consolida a dianteira de Lula, que passou de 50% para 51%, enquanto Alckmin caiu de 43% para 40%. Nos votos válidos, a vantagem aumentou 4 pontos e está em 12, 56% a 44%. A pesquisa, que a Folha (para assinantes) publica hoje, só traz boas notícias para Lula e sua campanha.
Em relação ao debate, a posição dos eleitores e das eleitoras mostra um empate técnico. Mas Lula ganhou mais votos no eleitorado que mais assistiu ao confronto. Lula também cresce no Sul, entre os eleitores de Heloísa Helena e entre os eleitores de 25 a 34 anos. Melhor, impossível, isso a 18 dias da eleição e com o início horário eleitoral gratuito, a partir de amanhã, o que também deve favorecer Lula.
Temos ainda mais dois debates, nos quais Alckmin terá que se explicar, começando pelo AeroLula, já que mentiu, e passando pela crise orçamentária que São Paulo – o atual governador, Cláudio Lembo (PFL), já falou em um rombo de R$ 1,2 bilhão – e depois por Abel Pereira, agora investigado pela PF – a própria Folha diz que "Justiça quebra os sigilos bancário e fiscal de empresário ligado a tucano". Haja coração.
Um comentário:
A desculpa do Alckmin: não há no meu programa de governo previsão de privatizar empresas públicas.
Mentira, mil vezes mentira: privatização não é programa de governo. Pergunto: nos programs de FHC e do próprio Alckmin, quando candidatos, respectivamente, à presidência da república e ao governo de São Paulo estavam previstas as privatizações das TELES, DAS RODOVIAS, DO METRÔ, DA NOSSA CAIXA, DA VALE, DO BANESPA, DA CTEEP, DAS DISTRIBUIDORES DE ENERGIA, DA ELETROPAULO, ETC. ETC.?
Não, não havia nos programas do PSDB/PFL a previsão dessas privatizações, mas elas ocorreram. Pior do que isto: a preço de banana podre e com dinheiro do BNDES e títulos podres.
E isto que nos espera, se por infelicidade do povo brasileiro esse cidadão, membro da seita satânica OPUS DEI, for eleito.
Que Deus nos livre e guarde de tamanho infortúnio.
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