Ali Kamel, para quem não está ligando o nome à pessoa, é aquele todo poderoso da GLOBO, que gosta de selecionar notícias contra LULA. É uma tarefa difícil essa de selecionar notícias desfavoráveis a LULA, por isso Alí Kamel as tem fabricado. Quem não se lembra das "notícias" sobre o dossiê dos aloprados? Quem não se lembra do favorecimento ao candidato ALCKMIN nas eleições passadas? Quem não se lembra da insistência da GLOBO sobre os "fatos" parciais do "CAUSAÉREO"? E agora, sobre as "notícias" seletivas que envolveram o CARTÃO DE CRÉDITO de LULA e nada sobre os CARTÕES DE DÉBITO de JOSÉ SERRA? Alguém viu a GLOBO citar uma linha, sobre os CARTÕES CORPORATIVOS de FHC?
O BLOG DO ONIPRESENTE deu, em primeira mão, as desventuras de FHC num posto em HIGIENÓPOLIS. E também foi citado pelo VERMELHO, PHA, CARTA CAPITAL, LUÍS CARLOS AZENHA E os companheiros DO BLOGUES PROGRESSISTAS.
E Ali Kamel? Além de selecionar fatos que desabonem o Governo Lula, no que mais ele se preocupa?
Ali Kamel agora se apresenta inimigo da Aposentadoria e Bolsa Família. E pergunta se há futuro nisso.
Segundo KAMEL, "O discurso oficial agora é que o dinheiro do Bolsa Família aumentaria a demanda por bens duráveis, o que levaria à ampliação de fábricas e ao aumento de empregos. Balela. Mesmo se fosse verdade, o consumo cresceria nas áreas carentes e a produção, nas áreas já afluentes, perpetuando as desigualdades. Na realidade, o programa transfere, mas não gera renda: o consumo só aumentaria se a propensão de consumir dos beneficiários do Bolsa Família fosse maior do que a propensão dos que pagam o imposto que torna o programa possível, o que é improvável. O contribuinte, sem o imposto, gastaria o dinheiro em alguma coisa. Assim, trata-se de uma soma de resultado zero, não havendo aumento de produção. O programa distribui renda? Sim, mas de uma maneira não sustentável: o efeito cessará assim que o programa tiver um fim. Distribuição sustentada de renda só se obtém educando o povo, para que se possa abastecer de gente qualificada uma economia crescente".
"Ninguém pode ficar contrariado sabendo que pessoas pobres, na ausência de fome, estão comprando eletrodomésticos. É bom olhar a Pnad, como faz o release, e constatar que entre 2002 e 2006, nas faixas de renda mais baixas, cresceu muito o número de lares que tem esses bens. Mas é angustiante olhar os dados das provas nacionais e internacionais que medem o conhecimento de nossas crianças e constatar que tudo vai de mal a pior. Se não há fome, por que gastar R$10,9 bi com o Bolsa Família em vez de aplicar a maior parte disso em educação? Para aumentar artificialmente a venda de eletrodomésticos em áreas carentes"?
Como podem ver acima, KAMEL está preocupado com o presente (a preocupação sobre o futuro, veremos abaixo) dessas famílias que, através do governo LULA, ingressaram no patamar privilegiado de outros cidadãos de primeira classe. Esses cidadãos de segunda classe, que agora consomem eletrodomésticos, no entender de KAMEL, não tem legitimidade para gastar o bolsa família com isso, algo surrealista no entendimento desse animal humano. ( Estou quase classificando-o de facínora).
Para KAMEL, o bolsa-família só é justificado à plebe se gasto com comida. Não justifica essa gente almejar o conforto dos tempos atuais, proporcionado pelos eletrodomésticos endereçados apenas a parcela dos cidadãos privilegiados. Mesmo que essa bolsa-família seja usada pelo SYMPSON para comprar a TV que capta do JORNAL NACIONAL de william bonner, cujo diretor é próprio ALI KAMEL!
Diz KAMEL que o futuro da PLEBE é preocupante, uma vez que "Essa política condenará as crianças de hoje a continuar, como os seus pais, a depender do Bolsa Família para ter um microondas, enquanto um investimento maciço em educação faria delas seres independentes, produtivos, indispensáveis para chegarmos ao bom futuro".
Ou seja, ele conclui: "aquela família (que recebe bolsa-família) comprou um MICROONDAS e estará condenada ao obscurantismo, no futuro'.
Oni Presente
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