AS EXPORTAÇÕES DE ARMAS BRASILEIRAS
Não se pense, contudo, que a indústria de armas esteja em crise no Brasil. Continua a contar entre as grandes do mundo e demonstra competitividade, sobretudo em revólveres e pistolas. Fez, inclusive, um movimento de recuperação em 2000, graças a um aumento na exportação de munições. O principal fator para a sua sustentação, num ambiente de queda das compras nas diversas regiões, foi a exportação para os Estados Unidos. Maior mercado de consumo de armas leves, os Estados Unidos seguiram sendo grandes compradores da produção brasileira. Note-se que também as exportações para os Estados Unidos conheceram um pico em 1993 e 1994 (mais de 50 milhões em 94) e uma queda posterior. Os 32 milhões exportados em 2000 para os USA, contudo, garantiram a importância brasileira no comércio internacional de armas leves. Como se vê na Tabela 2, a participação dos USA no conjunto das exportações brasileiras de ARMAS cresceu significativamente no final do período, à medida que decaía a participação de outras regiões.
Observe as tabelas que discriminam os países de destino das exportações (CLIQUE NAS IMAGENS).
Salta aos olhos a oportunidade criada para a exportação de armas pelos conflitos no Oriente Próximo no início dos anos 90, que resultaram na Guerra do Golfo. O Gráfico 2 mostra a evolução das compras feitas por esta região. Grandes compradores aí foram Arábia Saudita e Qatar. Este episódio indica uma característica do mercado de ARMAS. Não tem a regularidade das trocas constantes. Ao contrário, responde a situações intempestivas, de guerra.
A VENEZUELA estava entre os pequenos compradores (FIG 2). Os EUA estavam entre os campeões. O QUE SE CONCLUI, sob a ótica da DIREITA BRASILEIRA, tendo ARTUR VIRGÍLIO um de seus expoentes:
EXPORTAR ARMAS PARA OS ESTADOS UNIDOS, no GOVERNO FHC PODE!!!


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