A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) operava às 11h33 em alta de 0,85%, aos 34.666 pontos. O volume negociado estava em R$ 196,753 milhões.
As ações em alta no momento são Pão de Açúcar CBD PN, 8,51%; Brasil ON, 4,70%, e Rossi Reside ON, 3,93%. Em queda estão TAM S.A PN, 2,39%; Lojas Americanas PN, 2,37%, e Celesc PNB, 2,31%.
Às 13:18 O ÍNDICE ESTAVA EM ALTA DE 3,87%!
http://www.bovespa.com.br/Mercado/RendaVariavel/InfoPregao/Index.asp
Índice que reajusta aluguéis tem desaceleração na primeira prévia de novembro
A inflação medida pelo Índice Geral de Preços - 10 (IGP-10) apresentou leve desaceleração e ficou em 0,73% em novembro, depois de ter registrado alta de 0,78% em outubro. Os dados foram divulgados hoje (13) pela Fundação Getulio Vargas (FGV). O IGP-10 é a prévia do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), usado para balizar reajustes de contratos de aluguel e tarifas de energia elétrica. A coleta de preços é feita entre o dia 11 do mês anterior ao de referência e o dia 10 do mês de referência.
O IGP-10 mede a evolução dos preços gerais da economia, desde matérias primas agrícolas e industriais até bens e serviços finais, com a mesma metodologia aplicada no cálculo do IGP-M e do Índice Geral de Preços - Disponibilidade Interna (IGP-DI).
Em novembro, o Índice de Preços por Atacado (IPA), que responde por 60% do IGP-10, teve alta de 0,81%. O resultado foi inferior ao apurado em outubro (0,98%). Os bens finais tiveram aceleração, passando de 0,10% para 0,48%, com influência da alta em utilidades domésticas (de -0,58% para 1,23%).
Os preços dos bens intermediários tiveram alta de 1%, uma ligeira desaceleração se comparado ao último levantamento (1,21%). Três dos cinco subgrupos apresentaram desaceleração, com destaque para materiais e componentes para a construção (de 1,31 % para 0,27%).
O mesmo movimento de desaceleração foi observado em matérias-primas brutas (de 1,63%, para 0,89%). As principais contribuições vieram de soja (de 2,49% para -2,91%), mandioca (de 29,46% para 11,68%) e carnes suínas (de 5,26% para -6,77%).
O Índice de Preços ao Consumidor (IPC), responsável por 30% do IGP, subiu 0,49% ante alta de 0,10% em outubro. De acordo com o levantamento da FGV, a principal contribuição veio da evolução dos preços de alimentação (de -0,44% para
0,91%).
As maiores altas foram observadas em carnes bovinas (de 0,88% para 5,15%), frutas (de 1,39% para 5,46%) e laticínios (de -2,47% para 0,17%).
Os outros grupos que também puxaram o IPC foram: saúde e cuidados pessoais (de 0,22% para 0,41%), educação, leitura e recreação (de 0,08% para 0,29%), vestuário (de 0,85% para 0,91%) e transportes (de 0,11% para 0,12%).
Em contrapartida, apresentaram decréscimos em suas taxas de variação os grupos despesas diversas (de 0,65% para -0,15%) e habitação (de 0,38% para 0,37%).
O Índice Nacional de Custo da Construção (INCC), o terceiro que compõe o IGP-10, registrou alta de 0,74% em novembro, abaixo do resultado do mês anterior, 1%. O movimento foi influenciado pelo comportamento dos preços dos materiais (de 1,90% para 1,32%) e do custo da mão-de-obra (de 0,23% para 0,17%). A taxa de serviços avançou de 0,40% para 0,70%.
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