
Alguns meses atrás, 02 ou 03 para ser "menos" exato, a paz de meu lar foi quebrada com a presença (inoportuna, diga-se de passagem) de um camundongo. Cheguei a dar de cara, ou melhor, de focinho... sei lá... com o bichinho, nas madrugadas em que surfava pelo net.
Fiquei muito aborrecido, pensei: ONDE FOI QUE EU ERREI? Cogitei a idéia de alugar um gato, para que o bichano caçasse o roedor pra mim. Porém tive receio que o gato resolvesse fincar morada por aqui, e, bicho por bicho, o rato é bem menor.
Foi um período de stress para todos nós, onde até me acusaram de delírio crônico, pois só eu via o danadinho. Além do mais, era suspeito essa minha atitude, já que tudo ocorria sempre de madrugada.
Tentei convencê-los da particularidade do invasor, que tinha hábitos noturnos, etc e tal, mas no fundo, ainda restava uma desconfiança. Um belo dia, ou melhor, madrugada, um grito ecou pela casa adentro. Era alguém dando de cara, ou melhor, de focinho com o bicho.
Nisso veio intimação: essa casa não era tão grande para tantos e o ultimato estava dado: O RATO OU, Eu .
Comprei um rifle de pressão e montei guarda por duas noites seguidas no escuro da cozinha... NADA DO MALANDRO APARECER! Parece que ele tinha olheiros, ouvideiros ou o DIABO, pois assim que comprei o RIFLE, ele DESAPARECEU!!!!
Por via das dúvidas, adquiri no supermercado perto de minha casa, uma refeição indicada para dar cabo nesse tipo de invasor ( A ÚLTIMA REFEIÇÃO). Espalhei os grãos pelos cantos da casa e até esqueci dele. 15 dias atrás ele foi encontrado... ou o que restou dele!
Depois de tudo isso que eu passei, VEM AGORA UM JAPONÊS FILHO-DA-P* (nao tenho nada contra JAPONESES, só esse) que cria clones de ratos congelados.
Restos de roedores congelados há mais de uma década abriram caminho para que um dia seja possível trazer os pré-históricos mamutes ao mundo contemporâneo. Cientistas do Centro para Biologia Evolucionária de Kobe, no Japão, conseguiram criar clones a partir de neurônios de ratos mantidos em laboratório a -20°C por 16 anos. O estudo foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
Foi um período de stress para todos nós, onde até me acusaram de delírio crônico, pois só eu via o danadinho. Além do mais, era suspeito essa minha atitude, já que tudo ocorria sempre de madrugada.
Tentei convencê-los da particularidade do invasor, que tinha hábitos noturnos, etc e tal, mas no fundo, ainda restava uma desconfiança. Um belo dia, ou melhor, madrugada, um grito ecou pela casa adentro. Era alguém dando de cara, ou melhor, de focinho com o bicho.
Nisso veio intimação: essa casa não era tão grande para tantos e o ultimato estava dado: O RATO OU, Eu .
Comprei um rifle de pressão e montei guarda por duas noites seguidas no escuro da cozinha... NADA DO MALANDRO APARECER! Parece que ele tinha olheiros, ouvideiros ou o DIABO, pois assim que comprei o RIFLE, ele DESAPARECEU!!!!
Por via das dúvidas, adquiri no supermercado perto de minha casa, uma refeição indicada para dar cabo nesse tipo de invasor ( A ÚLTIMA REFEIÇÃO). Espalhei os grãos pelos cantos da casa e até esqueci dele. 15 dias atrás ele foi encontrado... ou o que restou dele!
Depois de tudo isso que eu passei, VEM AGORA UM JAPONÊS FILHO-DA-P* (nao tenho nada contra JAPONESES, só esse) que cria clones de ratos congelados.
Restos de roedores congelados há mais de uma década abriram caminho para que um dia seja possível trazer os pré-históricos mamutes ao mundo contemporâneo. Cientistas do Centro para Biologia Evolucionária de Kobe, no Japão, conseguiram criar clones a partir de neurônios de ratos mantidos em laboratório a -20°C por 16 anos. O estudo foi publicado na revista científica Proceedings of the National Academy of Sciences (PNAS).
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