SÃO PAULO (Reuters) - A coligação "A Força do Povo", do candidato-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, pediu ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) neste domingo direito de resposta contra a coligação "Por um Brasil Decente", de Geraldo Alckmin (PSDB).
A coligação de Lula alega que houve uso de imagens externas, trucagem e montagem em inserção veiculada na propaganda levada ao ar pelos tucanos na noite de sexta-feira. Foram exibidas imagens de Lula durante a campanha presidencial de 2002. O uso de imagens externas é proibido pela lei eleitoral.
A propaganda de Alckmin, segundo a coligação de Lula, também conteria afirmações ofensivas ao candidato à reeleição. O objetivo do pedido, conforme a coligação, é evitar que a propaganda "descambe para a chamada 'baixaria', bem como para que os seus parâmetros fiquem no campo das propostas, projetos ou programas de governo." Além da retirada das imagens do ar, a coligação pede direito de resposta de, no mínimo, um minuto por cada inserção veiculada.
No sábado à noite, o programa de TV do candidato-presidente Lula foi interrompido durante 2 minutos e 54 segundos por determinação do TSE, atendendo a pedido da coligação PSDB-PFL. Lula foi punido por propaganda irregular no programa regional do candidato do PT ao governo da Bahia, Jaques Wagner.
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