sábado, 2 de setembro de 2006

Pode vir quente


Quem achar que o fato de o ex-presidente Collor votar em Lula (e de certa forma fazer campanha a favor dele) for um ponto fraco para o presidente, está enganado. Os oposicionistas que não se atrevam a utilizar este fato como aríete contra a reeleição.

Está guardadinho um programa no qual Jorge Bornhausen (PFL-SC) aparece como chefe da Casa Civil de Collor, nos idos de 1992. Da mesma forma como Antonio Carlos Magalhães (PFL-BA) surge como integrante das tropa de choque "collorida", junto com o falecido deputado Ricardo Fiúza e o deputado Ney Maranhão.

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