
O comando de campanha do DR GERALDO contratou, meses atrás, diretamente de PINDAMONHANGABA, cidade que nos deu esse fenômemo político - DR GERALDO "FAIXA AMARELA DE JUDÔ" ALCKMIN - um expert em MARKETING POLÍTICO: O DITÃO!!!!
O ditão foi quem teve a "brilhante" idéia de MANDAR O DOUTOR BATER: Bate doutor, bate doutor, repetia insistentemente ele, o DITÃO.
Então o sonso do DR GERALDO, que precisa ter as mãos amarradas para trás, pelos acessores, quando vai ao banheiro, senão pega naquilo, bateu, bateu , bateu... e tomou!!!
O fato é que, devido ao comando do DITÃO, o saldo das pesquisas de intenção de voto da semana reacende crise interna na campanha do DR GERALDO.
“Foi uma madrugada insone esta última, no Recife, para onde se deslocou o comando político da campanha presidencial do DR Geraldo. O candidato estava lá, para onde voou de surpresa depois de ter participado das celebrações pelo dia de Nossa Senhora Aparecida no interior de São Paulo.
A presença DO DR GERALDO no ato e a generosa divulgação do fato no Jornal Nacional, da Rede Globo, programa jornalístico de maior audiência da TV brasileira, longe de ser comemorada pelos estrategistas da aliança PSDB-PFL, foi vista com preocupação: o ex-governador de São Paulo, que dificilmente ganhará um voto a mais entre os católicos por ter ido a Aparecida do Norte no 12 de outubro, certamente reforçará as desconfianças contra si entre os eleitores evangélicos -- sobretudo entre os pentecostais, ramo majoritário no Brasil e onde vigora uma certa rivalidade com o catolicismo.
A saia justa imposta pelo senador Eduardo Suplicy ao candidato, ecoada pelo JN e pela imprensa escrita, acentuou a dúvida sobre a classificação do programa na agenda: erro ou acerto? Entre a turma da ciência política que dá suporte ao Dr Geraldo a certeza é de que a presença do candidato em Aparecida foi um erro de comando do DITÃO, como sempre.”
Um comentário:
VISÃO DO INFERNO!
Se, por uma imensa desgraça, Alckmin for eleito, o país ficará ingovernável. Isso não se dará por radicalização ou vingança dos que apóiam o governo Lula. Uma eventual eleição de Alckmin tornará o país ingovernável por causa do aumento dos juros, aumento do dólar e da inflação, queda da credibilidade de investidores, arrocho salarial, aumento do desemprego, queda nas exportações, diminuição drástica nos programas sociais, como o Bolsa Família, diminuição do crédito. Alckmin trará de volta o caos econômico e social. Todos serão atingidos: sem emprego não há salário, sem salário as vendas despencam, sem vendas a produção industrial cai e o desemprego aumenta. Alckmin, sem investimentos estrangeiros, terá que privatizar e recorrer ao FMI. Vai entregar nossas estatais, como a Petrobras, e trazer de volta a política recessiva do FMI. Vão voltar as falências das empresas, os despejos por falta de pagamento, o aumento da miséria, o aumento da violência. Alckmin espera que o povo assista a tudo isso sem reagir? É obvio que o povo vai reagir. É certo que os movimentos sociais vão às ruas para uma reação contra a incompetência de um governo Alckmin. Destruir tudo o que foi feito até agora em benefício de dezenas de milhões de brasileiros e voltar a governar para uma pequena e rica parcela da sociedade é pedir uma reação violenta do povo. O povo, com o governo Lula, acostumou-se com dignidade e respeito, com avanços sociais e econômicos. O governo Lula não desmontou o Estado, não privatizou, não usou o FMI (ao contrário, livrou-nos do FMI). O governo Lula, diferentemente de FHC do PSDB de Alckmin, criou mais de 7 milhões de empregos. Alckmin não vai tolerar o PROUNI, não vai querer gastar dinheiro com pobres -- vai acabar com o PROUNI. Ele não vai ampliar o Bolsa Família, nem sequer vai manter as 11.1 milhões de famílias que estão sendo atendidas, pelo simples motivo de que o PSDB/PFL de Alckmin não governa para os mais necessitados. Alckmin não vai discutir com os movimentos socais, ele vai fazer como fez em SP com os estudantes, vai mandar a policia descer o cassetete no povo para acabar com as manifestações. Ao contrário do que se espalha, não são os movimentos sociais que impossibilitarão um governo Alckmin, o povo apenas irá reagir contra a ingovernabilidade. Os apoiadores de Alckmin, os que comporiam o governo Alckmin, são os mesmos que foram governo durante 8 anos e afundaram o Brasil. FHC quebrou o país 3 vezes, FHC só volta a ser governo pelas mãos de Alckmin, pois o povo não o elegerá nunca mais, e ele sabe disso. O empenho de FHC para eleger Alckmin é imenso, pois ele quer voltar ao poder mesmo contra a vontade do povo. Pensem nessa situação: Alckmin se elege, traz para serem seus ministros FHC, Garotinho, Saulo PCC, ACM ou ACminho, A. Virgilio 3% e outros trastes que não conseguiram reeleger-se. Acabou o Brasil. Para evitar tudo isso, para continuarmos a ter emprego, diminuição da miséria, redistribuição de renda, uma economia sólida e crescimento duradouro, é Lula de novo com a força do povo.
Jussara Seixas
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