sexta-feira, 13 de outubro de 2006

Resistência no limite

Uma coisa que ninguém pode negar na campanha dos Alckmistas (PSDB, PFL e FREIRE) é a sua inesgotável capacidade de resistir ao terreno inóspito em que estão pisando. Não tem a simpatia da maioria do eleitorado brasileiro, e isso já está mais do que provado depois de dezenas de pesquisas de 2 em 2 dias e da DERROTA no primeiro turno.
Os Alckimistas vão da euforia à tensão em 3 pesquisas, pois durou quatro dias e três pesquisas a euforia que tomara conta da campanha de Geraldo Alckmin na noite de domingo. O candidato tucano está de novo às voltas com um adversário quase tão difícil de ser batido quanto Lula: o ceticismo de seus aliados.

Se alguém acredita que o DR Geraldo possa virar o jogo, depois de um cenário assim, e com 12 pontos atrás de LULA, pode encomendar passagem e estadia para o POLO NORTE, para visitar a casa do PAPAI NOEL, com direito a conhecer de perto o COELHINHO DA PÁSCOA, O SACI PERÊRÊ, A MULA-SEM-CABEÇA e o LOBISOMEM.

O Datafolha, identificara a ampliação da vantagem de Lula (56% dos votos válidos) sobre Alckmin (44%) de 8 para 12 pontos.
Outros dois institutos divulgaram pesquisas nesta quinta. Os números são diferentes. Mas a tendência é a mesma.

O Ibope, considerando-se apenas os votos válidos (sem brancos, nulos e indecisos), mostra Lula com 57% contra 43% do Dr Geraldo –14 pontos de diferença. De acordo com o Vox Populi, Lula (55%) estaria dez pontos à frente de Alckmin (45%).

Assim como o Dr Geraldo andou comprando passagem e estadia para a terra do nunca, numa visita a PAPAI NOEL, imaginou-se também que, iniciada a segunda rodada, as primeiras pesquisas mostrariam um Alckmin em ascensão e um Lula em descenso.
A expectativa foi tonificada pelo debate de domingo. O que se vê, porém, é a ampliação da vantagem de Lula.

Uma das incertezas que rondam o comitê de Alckmin diz respeito ao timbre da campanha no campo da ética. O receio de tucanos e pefelistas é o de que o dossiêgate, um trunfo que ajudou a levar o candidato Alckmin para o segundo turno, esteja começando a perder fôlego. A cobrança –“De onde veio o dinheiro?”– será mantida. Mas há dúvidas quanto à eficácia do tema como alavanca eleitoral.

A campanha de Lula, de resto, não está imóvel. Além de manter a pregação de que a tentativa de compra do dossiê foi um "grave erro", vende a tese de que Alckmin ataca Lula porque lhe faltariam propostas. Aposta-se no Planalto e no comitê de campanha petista que o Alckmin dos próximos debates televisivos –haverá pelo menos mais três—virá bem mais manso do que o Alckmin de domingo passado.
O PITBULL além de sessões mais longas de ACUMPUNTURA, mandou comprar uma DÚZIA DE CAIXAS DE LEXOTAN!



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