Estavam presentes cerca de 50 entidades, entre elas: CUT-RS, CMS, SEMAPI, Metalúrgicos de Canoas, Metalúrgicos de São Leopoldo, UNE, UBE, PC do B, Sindicato dos Bancários de Porto Alegre, Conlutas, PSOL, SIMPA, SIMPE, Sindjus, Sintrajufe, Federação dos Bancários, Sindicato dos Sapateiros de Sapiranga, Federação dos Sapateiros, Sindicato da Alimentação de Montenegro, DCE/UFRGS, Correios, Juventude do PT, SINTAE, DCE/Unisinos, Intituto da Juventude, Federação dos Comerciários, Cooperativa Girassol, UJS, Sindiágua, Sindicato da Alimentação de Pelotas, CREF, Sindicato dos Metalúrgicos de Porto Alegre, Conlute, MPA, Sindisaúde de Porto Alegre, MNLM, MMM, MTD, entre outras.
Participaram do ato cerca de 400 pessoas. A mobilização ocorreu tranqüilamente. Os representantes das entidades participantes fizeram seus pronunciamentos denunciando a corrupção instalada no governo Yeda/Feijó e tornando pública as reivindicações de cada categoria.
A surpresa veio depois que todos já tinham saído da frente do Palácio Piratini. O motorista do caminhão de som utilizado durante o ato, Marco Antonio da Silva, 45 anos, funcionário do Sindicato dos Metalúrgicos de Canoas e dirigente do Sindisindi, havia sido encaminhado ao posto da Brigada Militar, onde foi feito um termo circunstanciado. O motivo alegado pela Brigada Militar foi perturbação do sossego píblico. Porém, é necessária a realização da medição do som antes de encaminhar ao posto da BM. Isso não havia sido feito.
O presidente da CUT-RS, Celso Woyciechowski, mostrou-se muito satifeito com o protesto contra o governo Yeda/Feijó. No entanto, lamenta a forma como os movimentos sociais vêm sendo reprimidos neste Estado, forma esta comprovada novamente com mais esta atitude da Brigada Militar.
Nenhum comentário:
Postar um comentário