Chegada de Cacciola ao Brasil revive escândalos da era FHC
Chegou ONTEM, às 5 da manhã ao Rio, em vôo iniciado em Mônaco e com passagem pela França, o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, protagonista de um dos maiores escândalos financeiros dos 8 anos do tucanato, os dois governos comandados pelo presidente Fernando Henrique Cardoso entre 1995 e 2002.
Cacciola foi extraditado pela Corte de Apelações de Mônaco, atendendo a um pedido feito pela Justiça e governo brasileiros. Ele estava foragido do Brasil há 8 anos, vivia na Itália e foi preso quando passava um fim de semana no principado. O ex-banqueiro era o dono do banco Marka que quebrou com a desvalorização cambial de 1999. O banco tinha 20 vezes seu patrimônio líquido comprometido em contratos de venda no mercado futuro de dólar.
No início do segundo governo FHC, o Banco Central (BC) socorreu o Marka - e outro banco, o FonteCindam - vendendo dólares com cotação abaixo do mercado, para evitar que quebrassem. O prejuízo, só do Marka ao BC, é estimado em R$ 1,6 bi. Em 2005, a juíza Ana Paula Vieira de Carvalho, da 6ª Vara Federal Criminal do Rio, condenou Cacciola, à revelia, a 13 anos de prisão.
O escândalo tucano Marka-Fontecidam tem mais dois condenados: o então presidente do BC, Francisco Lopes, recebeu pena de dez anos em regime fechado, e a diretora de Fiscalização do BC, Tereza Grossi, a seis anos. Os dois recorreram e respondem ao processo em liberdade. Cacciola é, assim, o único que deveria estar preso pelo escândalo.
Há receio entre muitos tucanos sobre o que Cacciola, eventualmente, revelará nessa sua volta forçada ao Brasil.
Chegou ONTEM, às 5 da manhã ao Rio, em vôo iniciado em Mônaco e com passagem pela França, o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, protagonista de um dos maiores escândalos financeiros dos 8 anos do tucanato, os dois governos comandados pelo presidente Fernando Henrique Cardoso entre 1995 e 2002.
Cacciola foi extraditado pela Corte de Apelações de Mônaco, atendendo a um pedido feito pela Justiça e governo brasileiros. Ele estava foragido do Brasil há 8 anos, vivia na Itália e foi preso quando passava um fim de semana no principado. O ex-banqueiro era o dono do banco Marka que quebrou com a desvalorização cambial de 1999. O banco tinha 20 vezes seu patrimônio líquido comprometido em contratos de venda no mercado futuro de dólar.
No início do segundo governo FHC, o Banco Central (BC) socorreu o Marka - e outro banco, o FonteCindam - vendendo dólares com cotação abaixo do mercado, para evitar que quebrassem. O prejuízo, só do Marka ao BC, é estimado em R$ 1,6 bi. Em 2005, a juíza Ana Paula Vieira de Carvalho, da 6ª Vara Federal Criminal do Rio, condenou Cacciola, à revelia, a 13 anos de prisão.
O escândalo tucano Marka-Fontecidam tem mais dois condenados: o então presidente do BC, Francisco Lopes, recebeu pena de dez anos em regime fechado, e a diretora de Fiscalização do BC, Tereza Grossi, a seis anos. Os dois recorreram e respondem ao processo em liberdade. Cacciola é, assim, o único que deveria estar preso pelo escândalo.
Há receio entre muitos tucanos sobre o que Cacciola, eventualmente, revelará nessa sua volta forçada ao Brasil.
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