Senadora do DEM atribui inclusão de nome na Satiagraha à perseguição política
A senadora licenciada Kátia Abreu (DEM-TO) disse nesta quinta-feira que entrará com uma ação de indenização por danos morais contra a União por ter seu nome mencionado nas investigações da Operação Satiagraha, da Polícia Federal. Indignada com as suspeitas, a democrata atribui as denúncias por sua campanha em favor do fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).
"É claro que isso que vazou foi proposital. Se é por conta da CPMF? Claro que é", disse a senadora licenciada --por ser candidata à presidência da CNA (Confederação Nacional da Agricultura) --, que convocou hoje uma entrevista coletiva para negar as denúncias que envolvem seu nome. Para ela, os supostos interlocutores do banqueiro Daniel Dantas sabiam que sua conversa telefônica estava sendo gravada.
"Eu tenho certeza que eles [os interlocutores] sabiam que estavam sendo gravados. Eles [os interlocutores] são gângsters, queriam prejudicar a mim e ao Heráclito [Fortes, do DEM do Piauí, que também o nome envolvido nas investigações]", afirmou Kátia Abreu, que conteve as lágrimas durante a entrevista.
O nome da senadora licenciada foi mencionado em uma gravação telefônica, na qual supostos interlocutores ligados ao banqueiro citariam uma certa Kátia do Congresso. Na conversa, eles também insinuariam que Kátia Abreu recebia dinheiro da construtora OAS.
A senadora licenciada disse que vai entrar com uma ação de interpelação judicial, no STF (Supremo Tribunal Federal), contra Arthur Joaquim Carvalho e Guilherme Henrique Sodré Martins, apontados por ela como os interlocutores da conversa gravada.
Reportagem da Folha informa ainda que houve uma gravação de interlocutores de Dantas que apareceriam nas conversas telefônicas gravadas pela PF durante a operação, nas quais Heráclito Fortes era citado.
De acordo com a reportagem, o nome do senador apareceria supostamente no relatório da Operação Satiagraha em dois momentos: em uma conversa grampeada com Guilherme Sodré Martins, apontado como lobista do grupo Opportunity, e no suposto organograma da organização criminosa desmontada pela PF como um dos articuladores políticos do esquema.
O presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), saiu em defesa de Heráclito e Kátia Abreu, divulgando uma nota na qual rebate as suspeitas e levanta dúvidas sobre a isenção na atuação da Polícia Federal.
A senadora licenciada Kátia Abreu (DEM-TO) disse nesta quinta-feira que entrará com uma ação de indenização por danos morais contra a União por ter seu nome mencionado nas investigações da Operação Satiagraha, da Polícia Federal. Indignada com as suspeitas, a democrata atribui as denúncias por sua campanha em favor do fim da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira).
"É claro que isso que vazou foi proposital. Se é por conta da CPMF? Claro que é", disse a senadora licenciada --por ser candidata à presidência da CNA (Confederação Nacional da Agricultura) --, que convocou hoje uma entrevista coletiva para negar as denúncias que envolvem seu nome. Para ela, os supostos interlocutores do banqueiro Daniel Dantas sabiam que sua conversa telefônica estava sendo gravada.
"Eu tenho certeza que eles [os interlocutores] sabiam que estavam sendo gravados. Eles [os interlocutores] são gângsters, queriam prejudicar a mim e ao Heráclito [Fortes, do DEM do Piauí, que também o nome envolvido nas investigações]", afirmou Kátia Abreu, que conteve as lágrimas durante a entrevista.
O nome da senadora licenciada foi mencionado em uma gravação telefônica, na qual supostos interlocutores ligados ao banqueiro citariam uma certa Kátia do Congresso. Na conversa, eles também insinuariam que Kátia Abreu recebia dinheiro da construtora OAS.
A senadora licenciada disse que vai entrar com uma ação de interpelação judicial, no STF (Supremo Tribunal Federal), contra Arthur Joaquim Carvalho e Guilherme Henrique Sodré Martins, apontados por ela como os interlocutores da conversa gravada.
Reportagem da Folha informa ainda que houve uma gravação de interlocutores de Dantas que apareceriam nas conversas telefônicas gravadas pela PF durante a operação, nas quais Heráclito Fortes era citado.
De acordo com a reportagem, o nome do senador apareceria supostamente no relatório da Operação Satiagraha em dois momentos: em uma conversa grampeada com Guilherme Sodré Martins, apontado como lobista do grupo Opportunity, e no suposto organograma da organização criminosa desmontada pela PF como um dos articuladores políticos do esquema.
O presidente nacional do DEM, deputado Rodrigo Maia (RJ), saiu em defesa de Heráclito e Kátia Abreu, divulgando uma nota na qual rebate as suspeitas e levanta dúvidas sobre a isenção na atuação da Polícia Federal.
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